domingo, 30 de agosto de 2009

Kimi Raikkonen vence pela quarta vez na Bélgica

Agência

Kimi Raikkonen fez uma excelente corrida e venceu pela quarta vez o GP da Bélgica, em Spa-Francorchamps, encerrando um jejum de mais de um ano. Ele não subia ao alto do pódio desde a Espanha, em 2008. O finlandês aguentou a pressão de Giancarlo Fisichella, da Force India, durante toda a corrida. O italiano chegou na segunda posição, no melhor resultado da história da equipe indiana, que nunca tinha sequer pontuado. Sebastian Vettel, da RBR, completou o pódio após uma excelente recuperação. O alemão era o oitavo do grid.

Rubens Barrichello, que largava em quarto, teve problemas na largada e ficou parado no grid. Com uma ótima corrida de recuperação, o brasileiro conseguiu levar sua Brawn GP à sétima posição, mesmo com um vazamento de óleo em seu motor Mercedes nas últimas voltas. O piloto foi forçado a diminuir o ritmo e abandonar a luta com Heikki Kovalainen pela sexta posição, mas conseguiu os dois pontos. O finlandês da McLaren garantiu os três pontos.

O brasileiro foi beneficiado pelo abandono de Jenson Button logo na primeira volta, ao ser colhido em um acidente na curva Les Combes. O inglês teve sua vantagem reduzida para 16 pontos no campeonato, com cinco corridas para o fim da temporada. Barrichello ainda contou com a punição ao australiano Mark Webber, da RBR, que teve de fazer um drive through por ter sido liberado de forma insegura dos boxes. Ele perdeu tempo e chegou apenas em nono, fora da zona de pontuação.

Robert Kubica, da BMW Sauber, chegou na quarta posição, à frente do companheiro Nick Heidfeld, o quinto. Nico Rosberg, da Williams, completou a zona de pontuação, em oitavo. A próxima corrida da temporada será o GP da Itália, no circuito de Monza, no dia 13 de setembro.

Na largada, quase que a reação de Barrichello foi abortada. O carro do brasileiro ficou parado na quarta posição do grid e ele só conseguiu fazê-lo funcionar após quase todos os rivais o ultrapassarem. Antes do hairpin da La Source, ele caiu para o último lugar. Mais leve, ele conseguiu recuperar algumas posições no trecho entre a Eau Rouge, a Raidillon e a reta Kemmel. Na frente, Giancarlo Fisichella manteve a ponta e Kimi Raikkonen, que saiu em sexto, subiu para a segunda posição.

Só que uma confusão na Les Combes acabou por ajudar o brasileiro. Romain Grosjean, da Renault, que já tinha se enrolado na largada, se precipitou e acertou a traseira de Jenson Button, líder do campeonato, da Brawn GP. Na confusão, o espanhol Jaime Alguersuari, da STR, acertou o inglês Lewis Hamilton, da McLaren. Os quatro abandonaram a corrida ali mesmo e provocaram a entrada do safety car.

Rubens Barrichello, Jarno Trulli e Adrian Sutil aproveitaram a bandeira amarela para fazer seus primeiros pit stops. Eles estavam com o pneu macio e trocaram para os duros, mais adequados para a corrida, além de encher o tanque. Por causa disso, os três caíram para as últimas posições e teriam de andar forte para se recuperar.

O safety car saiu da pista na quinta volta. Logo na relargada, Kimi Raikkonen começou a pressionar Giancarlo Fisichella. O finlandês conseguiu a ultrapassagem na reta Kemmel, logo após a curva Raidillon. Mais atrás, Barrichello começava sua recuperação ao superar o italiano Jarno Trulli. No fim da volta, na freada da nova Bus Stop, a vítima foi Luca Badoer, da Ferrari.

Na volta seguinte, Barrichello superou o japonês Kazuki Nakajima, de novo na reta Kemmel. Na frente, Kimi Raikkonen mantinha a ponta, mas Giancarlo Fisichella acompanhava o ritmo do finlandês, surpreendendo a todos. Na 12ª volta, começou a primeira rodada de pit stops, com as paradas de Robert Kubica, da BMW Sauber, e Timo Glock, da Toyota. A equipe japonesa, no entanto, teve problemas com a mangueira de reabastecimento e atrasou muito a corrida do alemão.

Kimi Raikkonen, Giancarlo Fisichella, Mark Webber e Nick Heidfeld pararam juntos na 14ª volta. As posições foram mantidas, mas a RBR liberou o australiano no pit lane de forma insegura. Ele saiu de sua posição e quase acertou o carro do alemão da BMW Sauber, o que provocou uma punição a Webber. Ele teve de cumprir o drive through na 18ª e perdeu muitas posições.

Sebastian Vettel, que estava entre os oito primeiros, fez o pit stop na 16ª volta e conseguiu retornar à pista muito bem, para tentar brigar por uma posição no pódio. Nico Rosberg, da Williams, parou duas passagens depois, na 18ª. Jarno Trulli, da Toyota, teve de fazer uma segunda parada, mas a equipe se enrolou e ele teve de abandonar a prova na 21ª.

Fernando Alonso teve uma lembrança do GP da Hungria na 24ª volta, na hora de seu pit stop. Quando estava em terceiro, o espanhol entrou nos boxes, mas teve problemas na roda dianteira esquerda, por causa de um toque com Adrian Sutil, da Force India. O mecânico demorou muito para trocá-la. Como se não bastasse o tempo perdido, ele teve de abandonar na 26ª, por precaução da equipe francesa.

Na 28ª volta, Rubens Barrichello fez seu segundo pit stop e ficou muito bem para tentar uma vaga na zona de pontuação. O brasileiro voltou atrás do finlandês Heikki Kovalainen, da McLaren, que apostou em uma tática de apenas uma parada e ganhou muito tempo com isso. Com as paradas dos adversários, Kovalainen e Barrichello subiram para a sexta e sétima posições, respectivamente.

Na frente, Raikkonen e Fisichella pararam nos boxes juntos novamente, na 31ª volta. Os dois fizeram o mesmo tempo de parada, com 7s1, e voltaram à pista na segunda e terceira posições, respectivamente. Sebastian Vettel assumiu a liderança momentaneamente e começou a andar muito rápido, para fazer uma parada rápida e um último trecho de corrida curto, para tentar superar Robert Kubica e subir ao pódio.

Na 35ª volta, Vettel fez seu último pit stop e, conforme esperado, superou o polonês Robert Kubica em seu retorno à pista. Com pouquíssimo combustível, para um trecho de apenas nove voltas, o alemão começou a reduzir a vantagem de Raikkonen e Fisichella, que duelavam pela primeira posição. Mas, com poucas voltas para o fim, o piloto da RBR teve de se contentar apenas com a terceira posição.

A cinco voltas do final, Rubens Barrichello continuava a pressionar Heikki Kovalainen, para tentar ganhar a sexta posição. O finlandês se defendia com o Sistema de Recuperação de Energia Cinética (Kers), o que dificultava muito a vida do brasileiro. Só que o piloto da Brawn GP foi forçado a diminuir o ritmo por causa de um vazamento de óleo nas últimas voltas. Barrichello completou a prova se arrastando na pista, mas com a sétima posição assegurada.

sábado, 29 de agosto de 2009

Morre o locutor esportivo Doalcei Bueno de Camargo


Nascido em Itápolis, cidade do interior paulista, Doalcei Benedito Bueno de Camargo era um dos mais famosos narradores de futebol do Brasil.

Ele morreu em casa, no dia 29 de agosto de 2009, no Rio, vítima de infarto. Torcedor do América-RJ, morava no bairro das Laranjeiras, à rua Pereira da Silva. Ganhou notoriedade nas grandes emissoras do Rio de Janeiro como Globo, Tupi, Continental, Tamoio, Nacional e Guanabara.

A sua marca registrada como narrador era: "Disparooooooooooooouuuuu... É gol!!!" Trabalhou na Tupi de 1965 até 2009, onde acumulou o cargo de diretor do departamento de esportes. Em um certo momento da carreira, Doalcei deixou de narrar e passou a participar da programação esportiva da rádio aos domingos como comentarista. Ele assinava a coluna "Toque de Mestre".

A última Copa do Mundo que cobriu foi a da França, em 1998. O jornalista esportivo carioca Sergio Orind vai sentir saudades de Doalcei. "Ele foi o chefe mais humano e correto que tive ao longo da minha carreira. Foi o Doalcei quem assinou o primeiro registro na minha carteira de trabalho", contou.

Doalcei mudou-se cedo para Marília, onde o pai foi trabalhar. E foi na rádio Clube local que começou a carreira no rádio. No final da década de 1940, a convite do irmão, foi para o Rio de Janeiro, onde deslanchou profissionalmente. Narrou grandes clássicos dos clubes cariocas, Copas do Mundo e criou a figura do comentarista de arbitragem. Por sinal, o primeiro que esteve ao seu lado na cabine foi o saudoso Mário Vianna. Doalcei deixou a viúva Janete, dois filhos e uma legião de milhões de admiradores entre os torcedores de futebol desse País



sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Ultraman Mebius Gaiden: Ghost Reverse

Antes do filme que será lançado em dezembro, a Tsuburaya tem uma nova aventura do Ultraman Mebius, Ultraman Mebius Gaiden: Ghost Reverse.

Desta vez, monstros derrotados por decadas e que estão presos em uma especie de cementerio são liberados. Durante a sua patrulha habitual Jack encontra estes monstros livres e acaba sendo brutalmente atacado por Redking, Gudon, King Zemira, Gimaira y Skydon...além de uma sombra misteriosa.

Seguindo o pedido de ajuda de Jack chegam Mebius, Ace, Leo e Hikari encontrando somente os vestigios de que alguna coisa muito ruim aconteceu com Jack.

Confirmando que serão 5 dvds sobre essa história, e que os dois primeiros serão lançados antes do filme que estréia em dezembro.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Aneel aprova distribuição de internet e TV por assinatura pela rede de energia

(Noticia do G1)

Tomada poderá ligar liquidificador e ser, também, ponto de internet.
Concessionárias terão de criar subsidiárias para entrar no negócio.

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (25) as regras para o uso da tecnologia conhecida como "Power Line Communications" (PLC) no país - sistema que utiliza a rede de energia elétrica como meio de transporte de sinais de internet, vídeo e voz.

Na prática, o sistema permitirá, assim que implementado, o acesso à internet, ou à TV por assinatura, por meio da rede elétrica - já presente na maior parte das residências do Brasil. "Assim, um ponto de energia pode ser uma tomada para ligar o eletrodoméstico e, simultaneamente, um ponto de rede de dados para a provedora de internet ou TV por assinatura", explicou a Aneel, em nota.

Segundo a Agência, os consumidores de telecomunicações serão beneficiados, uma vez que o uso de redes existentes "evita custos com implantação de novas infra-estruturas ou necessita de poucos investimentos". Outro benefício, informou a Aneel, é a utilização da rede elétrica para a inclusão digital, pois a penetração do serviço de energia elétrica é maior que o de telecomunicação.

O serviço não estará disponível, porém, de imediato. O início das operações em cada região depende das distribuidoras. Segundo as regras do setor elétrico, as concessionárias só podem prestar serviços de distribuição de energia. Deste modo, não podem operar diretamente os serviços de internet. Se optarem por entrar no negócio, terão de criar uma subsidiária com esta finalidade, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica.

De acordo com a Aneel, a medida representará redução de custos aos consumidores, pois estes poderão contar com a "apropriação" de parte dos "lucros adicionais" obtidos por meio da cessão das instalações de distribuição, em benefício do estabelecimento de tarifas mais baixas.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Barrichello vence a centésima do Brasil na F-1

Brasileiro supera as McLarens de Hamilton e Kovalainen com tática perfeita e muita velocidade na pista no GP da Europa


Agência

Foram quase cinco anos, 81 GPs e muitas dificuldades. Mas neste domingo, no GP da Europa, disputado no circuito de rua de Valência, Rubens Barrichello voltou ao alto do pódio com a Brawn GP. O brasileiro triunfou na Fórmula 1 pela décima vez na carreira e, de quebra, ainda inseriu seu nome de forma definitiva na história do automobilismo nacional.

A vitória em Valência é a centésima do Brasil na Fórmula 1 e veio de uma forma excepcional. Barrichello largou na terceira posição e, com uma tática perfeita, superou as duas McLarens de Lewis Hamilton e Heikki Kovalainen nos pit stops da corrida deste domingo. O inglês chegou em segundo e o finlandês caiu para quarto, superado pelo compatriota Kimi Raikkonen, que conseguiu a última posição do pódio.


Barrichello também manteve o domínio brasileiro no segundo ano da corrida no circuito de rua de Valência. Em 2008, Felipe Massa venceu com a Ferrari de forma excepcional. Neste ano, o piloto da Brawn GP foi ao alto do pódio e dedicou a vitória ao amigo da Ferrari, que se recupera do forte acidente sofrido no treino classificatório do GP da Hungria, há três finais de semana.


Nico Rosberg, da Williams, fez uma bela corrida e chegou na quinta posição, logo à frente de Fernando Alonso, da Renault. Líder do campeonato, Jenson Button foi o sétimo com a Brawn GP e o polonês Robert Kubica, da BMW Sauber, completou a zona de pontuação. Mark Webber, da RBR, acabou sem pontos, na nona posição da corrida.

Com a primeira vitória no ano, Rubens Barrichello chegou aos 54 pontos e voltou à vice-liderança do campeonato. Ele reduziu a vantagem de Jenson Button, que tem agora 72, para 18. Mark Webber, da RBR, se mantém em terceiro, apesar de não ter pontuado, com 51,5. Sebastian Vettel, companheiro do australiano, abandonou e ficou com os 47. A próxima corrida da temporada será disputada na Bélgica, em uma semana, no dia 30 de agosto.




As McLarens se mantiveram nas duas primeiras posições da corrida, fazendo um bom uso do Kers após a largada. Lewis Hamilton ficou na ponta, seguido pelo companheiro Heikki Kovalainen. Rubens Barrichello largou bem e assegurou a terceira posição. Kimi Raikkonen, também com o Kers, subiu de sexto para quarto. Líder do campeonato, Jenson Button se estranhou com Sebastian Vettel e caiu para oitavo. Já o alemão da RBR ficou em quinto.

Ainda na primeira volta, Button errou uma curva e teve de cortar a chicane para se manter à frente de Mark Webber, da RBR. Após ser alertado pela Brawn GP de uma possível punição, o inglês cedeu a oitava posição na última curva do circuito, pouco antes de completar a quinta volta. Mais atrás, Romain Grosjean, que estreia na Renault no lugar de Nelsinho Piquet, perdeu o bico e teve de fazer um pit stop.

Antes do primeiro pit stop, Hamilton e Kovalainen, de pneu macio, abriam vantagem sobre Barrichello, que estava com os duros e mais pesado. O brasileiro, no entanto, começou a reduzir a vantagem das McLarens, à medida em que sua carga de combustível diminuía. O inglês foi o primeiro dos ponteiros a parar, na 16ª volta e o finlandês entrou na passagem seguinte.

Com pista limpa, Barrichello aumentou o ritmo e começou a fazer voltas em ritmo de classificação. Enquanto isso, Hamilton e Kovalainen se enrolavam com o tráfego. Com o tempo ganho neste período, o brasileiro ganhou a segunda posição do finlandês e se aproximou bastante de Hamilton, que manteve a primeira posição após o pit stop.

Após a primeira rodada de paradas, Hamilton e Barrichello começaram uma espécie de "match race", com um marcando o outro na pista. Quando o inglês era mais rápido, o brasileiro respondia na volta seguinte. Com isso, os dois se distanciaram de Heikki Kovalainen, que estava na terceira posição da prova neste momento.

Na 23ª volta, a McLaren pediu para o inglês não exagerar nos freios, porque as temperaturas dos pneus traseiros estavam acima do esperado. Sebastian Vettel, terceiro colocado no campeonato, abandonou na passagem seguinte, após a quebra do motor Renault de sua RBR. Na frente, a vantagem de Hamilton para Barrichello se mantinha na casa dos três segundos.


Barrichello começou a virar o jogo contra Hamilton na 29ª volta, quando começou a fazer voltas mais rápidas. A vantagem caía para a casa dos dois segundos. Oito voltas depois, o inglês entrou nos boxes para fazer sua segunda parada. No entanto, a McLaren não estava completamente preparada. Os pneus não estavam colocados corretamente na posição e ele perdeu 13,4 segundos.

O brasileiro acelerou ainda mais e fez duas voltas muito rápidas seguidamente. Na 40ª volta, o pneu traseiro direiro de Kazuki Nakajima estourou e ficou no traçado. Com medo da entrada de um safety car, a Brawn chamou o brasileiro aos boxes no fim desta passagem. Com 6,8 segundos, o brasileiro voltou com uma boa folga na frente, de mais de sete segundos.

Hamilton ainda tentou uma pressão no fim da corrida, mas Barrichello apenas administrou a boa vantagem, obtida com a tática perfeita e o bom desempenho na pista. A vitória em Valência encerrou um jejum de cinco anos sem vitórias do brasileiro e ainda marcou seu nome na história do automobilismo nacional, com o 100º triunfo do país.

Brasil conquista o octa do Grand Prix


A data de 23 de agosto já era especial para a seleção brasileira feminina de vôlei. Neste domingo, no entanto, se tornou inesquecível. No dia em que completou um ano da inédita conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, o Brasil tornou-se octacampeão invicto do Grand Prix e, assim, reafirmou seu status de maior vencedor do torneio: 94/96/98/04/05/06/08/09. O time brasileiro poderia ter chegado ao oitavo título com uma rodada de antecedência na fase final, em Tóquio. A taça estava praticamente na mão. Mas ainda não era o dia 23. Por isso, somente após o triunfo sobre o Japão, por 3 sets a 1, com parciais de 25/21, 25/27, 25/19 e 25/19, é que pôde festejar.

- É um dia muito especial. Dia 23 de agosto de 2008 foi quando conseguimos a nossa maior realização. Todo dia 23 a gente vai lembrar disso. Hoje, com mais esse título, será uma comemoração dupla - disse o técnico José Roberto Guimarães.

Na verdade, será tripla. Isso porque, Mari dá um motivo a mais para a comemoração. Além da conquista do octacampeonato do Grand Prix e do aniversário da medalha olímpica, ela completa, neste 23 de agosto, 26 anos de idade.

- Por todos esses motivos, é uma data muito importante para nós - reforçou Zé Roberto.

Com uma derrota e quatro vitórias, totalizando 9 pontos, a Rússia ficou com a medalha de prata. O bronze foi para a seleção da Alemanha, com 7 pontos, duas derrotas e três vitórias.

O Brasil fez uma campanha impecável na competição. Foram 14 jogos e 14 vitórias, contra Estados Unidos, Alemanha, Porto Rico, China, Polônia, Tailândia, Japão, Coreia do Sul, Rússia e Holanda.

Para manter a rotina, o GP teve uma brasileira como melhor jogadora. Em 2005, Paula Pequeno foi a eleita. No ano de 2006, foi a vez de Sheilla. Em 2008, Mari foi a escolhida. Neste ano, quem ficou com o título de MVP foi, mais uma vez, a oposto Sheilla. A equipe de Zé Roberto ainda ganhou mais um prêmio individual em 2009. Fabiana recebeu a placa de melhor bloqueadora.

O octacampeonato foi o quarto título na atual temporada da seleção brasileira, que foi campeã do Torneio de Montreux, na Suíça; da Copa Pan-Americana, nos Estados Unidos; e do Torneio Classificatório para o Mundial 2010, disputado nas cidades mineiras de Contagem e Betim.

Divulgação/FIVB
Há oito anos sem perder para o Japão, o Brasil entrou na quadra no lotado Ginásio Metropolitano de Tóquio com a responsabilidade de seguir com o esse número, manter a invencibilidade na competição e conquistar o octacampeonato. Além disso, tinha a árdua tarefa de calar a torcida japonesa, que compareceu em grande quantidade para incentivar sua seleção a chegar à sua segunda vitória na fase final.


A pressão do público japonês, que não parou de cantar e bater espadas de borracha, intimidou a seleção brasileira no início do primeiro set. Assim, o Japão abriu 8/5. O Brasil seguia sem conseguir imprimir seu ritmo de jogo, o que fez as donas da casa abrirem ainda mais no placar. Mari, com muita dificuldade na recepção, não passava bem para Dani Lins. Tal situação ajudou na marcação das japonesas sobre o time brasileiro. Com 17/12 a favor do Japão, Thaisa errou o tempo de uma bola de meio, enlouquecendo o técnico Zé Roberto.

Vulnerável na recepção, a aniversariante de 23 de agosto passou a compensar no bloqueio. Foi ela a responsável pelo 19º ponto, que igualou o marcador. Em mais um toco da atacante, o Brasil passou a frente pela primeira vez no set: 21/20. Neste momento, Zé Roberto tinha em quadra Joycinha e Ana Tiemi, que fez uma defesa sensacional e deixou 23/20. Desfeita a inversão de 5-1, Mari cravou na quadra japonesa e marcou 24º ponto. Mais uma vez ela, no bloqueio, fechou para o Brasil em 25/21.

O equilíbrio foi a tônica do segundo set. O Japão largou na frente, chegando a abrir três pontos de vantagem no placar. Aos poucos, o Brasil foi se aproximando. Com o paredão formado por Fabiana, a seleção virou para 10/8. Mas logo as donas da casa reagiram e foram para o segundo tempo técnico obrigatório na liderança do marcador: 16/15. Na volta à quadra, as brasileiras empataram. As seleções ficaram se revezando à frente do placar até os 22 pontos. Zé Roberto colocou para sacar Camila Brait que, com a camisa 18, fez sua estreia no Grand Prix. O técnico tentou outras mudanças, mas não surtiram efeito. Takeshita, destaque da equipe japonesa, ainda chegou a desperdiçar um set point. Mas um erro de Sassá deu a parcial ao Japão: 27/25.

Com a partida igual em sets, o Brasil precisava reagir para alcançar o octacampeonato. No dia em que completava 1 ano da inédita conquista do ouro olímpico, a seleção brasileira não podia transformar o 23 de agosto em uma data amarga. Afinal, a taça já estava praticamente na mão. Perdê-la seria frustrante demais. Era preciso crescer em quadra. E foi o que as meninas fizeram. Apesar do começo devagar, elas encontraram o jogo no meio do set e, com os fundamentos funcionando de forma eficiente, colocaram uma boa vantagem, que foi administrada até 25/19.

A aniversariante do dia começou o quarto set no banco de reserva. Natália, que substituída anteriormente por Sassá para equilibrar o passe, foi quem entrou em seu lugar. A tática usada pelo técnico Zé Roberto funcionou, e o Brasil teve mais tranquilidade na parcial. Com seis pontos de vantagem no placar, a seleção foi se aproximando do octacampeonato. Antes mesmo do 25º ponto no placar, as meninas já comemoravam a conquista, ratificando que 23 de agosto é, realmente, o dia de sorte delas.

- Já que é um dia bom para nós, a final das Olimpíadas de Londres podia cair em 23 de agosto - vislumbrou Zé Roberto.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Brasil vira no tie-break e derrota a Rússia

A seleção brasileira feminina de vôlei iniciou com uma vitória suada e sensacional a reta final rumo ao seu oitavo título do Grand Prix. Pela primeira rodada da fase final da competição, que será toda disputada em Tóquio, as campeãs olímpicas venceram a sempre duríssima seleção russa, por três sets a dois, com parciais de 25/20, 22/25, 25/27, 24/26 e 16/14, em 1h54m de jogo, na madrugada desta quarta-feira (no horário de Brasília). Demonstrando maturidade, as brasileiras salvaram dois match points para as aversárias. A maior pontuadora brasileira foi Sheilla, com 28. Na preliminar, a Holanda derrotou a China, por três sets a dois (18/25, 25/22, 25/22, 24/26 e 15/13).

Divulgação/FIVB



O Brasil começou o jogo concentrado e abriu logo 5 a 1. Mas as altas russas começaram a dificultar os ataques brasileiros e conseguiram encostar no placar (5 a 7). Porém, a seleção brasileira foi para a primeira parada técnica com vantagem de 8 a 5 após erro das adversárias.

Na volta à quadra, as campeãs olímpicas voltaram a dominar as ações da partida e foram a 12 a 7. Com bons ataques de Fabiana e Natalia, o Brasil ampliou sua vantagem no marcador e foi para a segunda parada com 16 a 10. Na volta, em saque de Sheilla, a equipe do Brasil fez o seu 17º ponto e manteve o ritmo sem deixar as russas encostarem no marcador. E numa bela cortada em diagonal de Natalia, o Brasil fechou o primeiro set: 25 a 20.


Com Gamova, de 2m04 de altura, mais inspirada, a seleção da Rússia voltou melhor para o segundo set e deixou o jogo mais equilibrado no início. Nenhuma equipe conseguiu escapar dois pontos na frente até a primeira parada do set, quando as brasileiras saíram de quadra em vantagem: 8 a 7.O equilíbrio se manteve na volta dos times, e com uma largada da levantadora Maria Zhadan a Rússia passou à frente com 9 a 8, mas logo o Brasil retomou a vantagem e conseguiu abrir dois pontos em bloqueio de Sheila: 11 a 9.


A partida era de tensão e atenção máximas, qualquer hesitação não era perdoada. As brasileiras deram algumas vaciladas e as russas se aproveitaram para abrir dois pontos (14 a 12), o que fez o técnico José Roberto Guimarães pedir tempo. Deu resultado, a princípio, pois o Brasil empatou em 14 a 14, mas logo a seguir as rivais retomaram sua vantagem e foram para a segunda parada com 16 a 14.

No retorno, a seleção russa conseguiu abrir três pontos, em 17 a 14. O Brasil fez o 15º ponto e Zé Roberto pôs Joycinha e Ana Tiemi em quadra nos lugares de Sheilla e Dani Lins. As brasileiras encostaram em um ponto (16 a 17), no entanto, o passe brasileiro começou a dificultar o ataque, e as russas ampliaram para 19 a 16 e depois 21 a 18. As brasileiras reagiram e com um bloqueio de Sassá encostaram em 21 a 20, obrigando o técnico russo Vladimir Kuzyutkin a pedir tempo. Na volta, Mari errou o saque e em seguida as russas fizeram mais um ponto: 23 a 20. O Brasil lutava muito para não entregar o set, mas a Rússia conseguiu empatar o jogo, vencendo a segunda parcial por 25 a 22.



A seleção brasileira começou bem melhor o terceiro set, abriu 4 a 1 e manteve os três pontos de vantagem até ampliar para quatro e ir para a parada técnica com 8 a 4. As russas esboçaram uma reação na volta à quadra, mas as campeãs olímpicas pareciam não estar dispostas a dar chance às adversárias e logo ampliaram para 11 a 6. Posteriormente o time brasileiro foi a 14 a 9 e foi para a segunda parada com 16 a 10.


O Brasil jogava com tranquilidade e foi aos poucos consolidando a vitória no terceiro set, aumentando a diferença a seu favor no placar, que chegou a ser de oito pontos: 18 a 10. Novamente Joyce e Ana Tiemi entraram e desta vez mantiveram o ritmo brasileiro. Quando saíram para as voltas de Sheilla e Dani Lins o placar era de 23 a 15. Com uma cortada de Mari da saída de rede em diagonal o Brasil fez o 24º ponto, e com um bloqueio fechou o set com 25 a 17.


Divulgação/FIVB

As brasileiras voltaram para a quadra dispostas a acabar com o jogo no quarto set e conseguiram fazer quatro pontos seguidos. Com jogadas rápidas que impediam que o altíssimo bloqueio russo chegasse a tempo, o Brasil fez 5 a 1 e depois 6 a 3. Mas as russas não se entregavam e conseguiram encostar em 5 a 6, mas na primeira parada técnica as brasileiras venciam por 8 a 5.

Na volta, as russas voltaram a incomodar, mas o time brasileiro conseguia impedir o empate, até que após muitos erros acabou permitindo a virada (11 a 13). O time russo passou então a dominar as ações e foi para a segunda parada com 16 a 13 a seu favor. A Rússia se superava para empatar o jogo e levá-lo para o tie-break. Quando perdia por 19 a 14, Zé Roberto pediu tempo para tentar acertar o time e fazê-lo reagir.


O Brasil fez o 15º ponto, e novamente Joyce e Ana Tiemi voltaram à quadra. Veio o 16º ponto e aí foi a vez do técnico russo pedir tempo. A seleção brasileira voltou a errar muito, as rivais abriram para 22 a 17, e aí Sheilla e Dani Lins voltaram à quadra. Dois ataques de fundo de quadra e um saque perfeito de Natalia e três bloqueios de Fabiana em Gamova repuseram as brasileiras na partida, com uma virada num momento importantíssimo: 23 a 22.


As russas empataram e, num erro de Dani Lins, passaram à frente. Mas Mari pôs tudo igual em 24. No entanto, o quarto set foi mesmo da Rússia, que fechou com um bloqueio em cima de Sheilla, e a partida foi para o tie-break: 26 a 24.


O quinto set começou com o Brasil na frente, mas a Rússia conseguiu virar com um bloqueio para 4 a 3, depois de estarem em desvantagem em 1 a 3. As russas mantiveram a frente no marcador, mas os ataques de fundo de quadra com Natalia e Sheilla davam esperança ao Brasil. Porém, foi numa jogada dessas que a Rússia foi para a primeira parada técnica com 8 a 6 a seu favor.


Na volta, Mari fez o sétimo ponto e fez o time vibrar. Sheilla fez o nono ponto numa dividida na rede e Mari fez o ponto da virada: 9 a 8. O treinador russo pediu tempo e na volta uma bola de segunda de Sheshenina igualou o placar. Um erro de Fabiana no ataque deu às russas a vantagem no marcador novamente (10 a 9), mas ela se recuperou e o jogo ficou empatado novamente.


Em dois ataques as russas abriram dois pontos: 12 a 10. O Brasil tentava empatar e virar o jogo nos momentos finais, mas as adversárias não permitiam e foram a 14 a 12 no seu primeiro match point. Natalia fez o 13º ponto do Brasil e Joyce e Ana Tiemi voltaram à quadra.

Depois de uma recepção errada das russas após saque de Thaisa, Mari empatou o jogo: 14 a 14. E na volta do tempo pedido pelo técnico russo, Thaisa brilhou com dois bloqueios, fez o 15º e o 16º pontos e saiu vibrando com as companheiras para comemorar a difícil e espetacular vitória do Brasil.


Times

BRASIL - Dani Lins, Fabiana, Thaisa, Mari, Natalia e Sheilla. Líbero: Fabi. Entraram: Sassá, Joyce, Ana Tiemi e Carol Gattaz, Regiane

RÚSSIA - Maria Zhadan, Maria Borodakova, Anna Makarova, Elena Murtazaeva, Ekaterina Gamova e Tatiana Kosheleva. Líbero: Ekaterina Kabeshova. Entraram: Natalya Safronova, Maria Sheshenina, Olga Fateeva, Anna Makarova, Yulia Sedova e Ekaterina Starodubova.

domingo, 16 de agosto de 2009

Usain Bolt pulveriza o recorde mundial dos 100m

Durante 9s58, não houve sorrisos, gracinhas ou provocações. Neste domingo, Usain Bolt tinha um trabalho sério a fazer no Campeonato Mundial de Atletismo. No curto caminho que vai da largada à chegada, o jamaicano deu um tempo no bom humor, correu de cara fechada e tratou de manter o título de homem mais rápido do planeta. O velocista, que completa 23 anos na sexta-feira, antecipou a festa e se deu um presente duplo no Estádio Olímpico de Berlim: a medalha de ouro nos 100m rasos e o novo recorde mundial da prova.

Agência/Reuters

O americano Tyson Gay chegou em segundo, 13 centésimos atrás de Bolt, com o tempo de 9s71 - recorde dos EUA. O também jamaicano Asafa Powell cruzou em terceiro, com 9s84.

O recorde mundial era do próprio Bolt, 9s69, conquistado nos Jogos Olímpicos de Pequim, no ano passado. Pelas condições da pista, com o piso mais macio, e pelos tempos dos corredores nas fases anteriores, a expectativa era de que ninguém conseguisse quebrar a marca no Campeonato Mundial. Bolt, mais uma vez, chocou o planeta.

A festa ficou para o fim da prova, quando ele explodiu em alegria, abriu o sorriso e até dançou com Asafa Powell.

A partir dali, a dúvida era se o recorde mundial seria quebrado. Ao contrário do que fez em Pequim, quando bateu no peito antes de cruzar a linha de chegada, em Berlim Bolt manteve o ritmo forte e a seriedade até o último momento. Na reta final, olhou para o lado, espiou os concorrentes e viu que não seria mais ameaçado por ninguém.

Assim que cruzou a linha, o jamaicano olhou para onde o mundo inteiro queria olhar: o cronômetro ao lado da pista. Confirmada a marca de 9s58, a prova praticamente perfeita e o recorde mundial, a festa estava liberada. Ali ele voltou a ser o gaiato de sempre.

- Tive uma boa execução, fiquei feliz. Eu sei que posso correr rápido, e tudo é possível. Não costumo colocar muita pressão em cima de mim. Foi muito bom, fiquei satisfeito - afirmou Bolt, em entrevista concedida ao SporTV após a prova.

Antes da competição, o jamaicano parecia relaxado. Na apresentação para as câmeras, sorriu e apontou o braço para o céu, como sempre faz durante as competições. Na largada, no entanto, ele mostrou que não estava para brincadeira. Logo após a partida, Bolt se distanciou de Gay, que largou mal. Nos primeiros metros, a vitória já parecia mais do que assegurada.

Agência/Reuters

Agência/Reuters

O sorriso que ficou contido durante os quase 10 segundos da prova explodiu à beira da pista. Sem conter a felicidade, o campeão mundial apontou para o céu, abraçou o mascote, pegou a bandeira da Jamaica e cumprimentou os rivais. Ali, sim, transformou-se no Bolt que o mundo conhecia, com a irreverência estampada no rosto e a sensação do dever cumprido. Ainda encontrou tempo para ensaiar passos de dança com Asafa Powell, que mostrou bom humor mesmo após a derrota e assumiu, sem pudores, o papel de coadjuvante do compatriota campeão.

Bolt atinge um feito que até hoje era apenas de Carl Lewis: o americano tinha sido o único a vencer os 100m rasos no Mundial e bater o recorde - com 9s86, em Tóquio, em 1991.

No mesmo palco em que o velocista americano Jesse Owens derrotou a intolerância do ditador Adolf Hitler nas Olimpíadas de 1936, Usain Bolt agora escreve mais um capítulo da história, contra um adversário ainda menos palpável, mas igualmente derrotado: o tempo.



quinta-feira, 13 de agosto de 2009

PRÉ-TEMPORADA DA NBA 2009 COMEÇA DIA 1 DE OUTUBRO


NOVA YORK, 13 de agosto de 2009 – O NBA Europe Live apresentado pela EA SPORTS™, uma viagem inaugural a Taiwan e viagens de volta a Pequim e México destaca a programação da prétemporada da NBA em 2009, a NBA anunciou hoje. A programação de 119 partidas começa no dia 1 de outubro quando o Denver Nuggets visita o Utah Jazz às 9 P.M. (horário do Leste dos Estados Unidos).

O NBA Europe Live 2009 apresentado pela EA SPORTS™ destaca partidas em Londres e em Madrid. A NBA volta a Londres pelo terceiro ano consecutivo quando o Luol Deng e o Chicago Bulls enfrentam o Deron William e o Utah Jazz na Arena O2 no dia 6 de outubro. O Jazz depois viaja a Madrid onde joga contra o Real Madrid no Palácio dos Esportes no dia 8 de outubro.

O Indiana Pacers, liderado pelo Danny Granger, e o Denver Nuggets, liderado pelo Carmelo Anthony e Chauncey Billups, jogam um par de partidas internacionalmente, uma na China e uma em Taiwan. No dia 8 de outubro, os Pacers e os Nuggets jogarão na primeira partida da NBA em Taipei, Taiwan.

Posteriormente nessa semana, as mesmas equipes jogarão na Arena de Wukesong de Pequim no dia 11 de outubro, onde se tornarão na sétima e oitava equipes da NBA a jogar partidas na China.

O basquete de pré-temporada da NBA volta ao México quando o Steve Nash e o Phoenix Suns encaram o Elton Brand e o Philadelphia 76ers no dia 18 de outubro em Monterrey. Essa partida marca a segunda visita da NBA a Monterrey e a 18ª partida da liga no México, o maior número de partidas da NBA em qualquer país fora dos Estados Unidos e Canadá.

Duas equipes da Euroleague – Partisano Belgrade da Serbia e Olympiacos Piraeus da Grécia – competirão em quatro partidas de pré-temporada nos Estados Unidos como parte do Euroleague American Tour 2009.

O tour começa no dia 3 de outubro em Denver quando o Partisano Belgrado faz a sua primeira apresentação norte-americana contra os Nuggets. A segunda partida de pré-temporada do Partisano será em Phoenix contra os Suns no dia 6 de outubro. O Olympiacos Piraeu enfrenta o San Antonio Spurs no dia 9 de outubro no primeiro de suas duas partidas nos Estados Unidos. O Olympiacos faz a sua última parada em Cleveland contra os Cavaliers no dia 12 de outubro.

Outra equipe da Euroleague, Maccabi Electra Tel Aviv, esta programada para jogar contra o New York Knicks no 18 de outubro em Nova Iorque, e contra os Clippers no dia 20 de outubro em Los Angeles.

Partidas entre a NBA e a Euroleague começaram em 1978, quando o Maccabi Electra Tel Aviv jogou contra o Washington Bullets em Teléfono Aviv, Israel. Cinqüenta e sete partidas já foram jogadas entre equipes européias e clubes da NBA.

A ESPN televisionará duas partidas no dia 23 de outubro, o dia final da pré-temporada da NBA de 2009.

Na primeira partida, o Orlando Magic e o seu quarteto de estrelas – Dwight Howard, Vince Carter, Rashard Lewis e Jameer Nelson – enfrentam o Joe Johnson e o Atlanta Hawks (8 P.M.). A segunda partida destaca os Lakers, liderado pelo Kobe Bryant e o espanhol Pau Gasol, em sua partida final de prétemporada contra os Nuggets (10:30 P.M.).

Pela segunda temporada consecutiva, a TNT transmitirá partidas da pré-temporada nos Estados Unidos quando o Golden State Warriors e o Stephon Curry enfrentam os Suns numa partida ao ar livre no Indian Wells Tennis Garden de Palm Springs, Calif. no dia 10 de outubro (9:30 P. M.). A TNT também transmitirá a partida dos Lakers e dos Nuggets no dia 22 de outubro no Honda Center de Anaheim, Calif. (10 P.M.).




segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Hugh Jackman confirma continuação de “Wolverine”

 Reprodução

Hugh Jackman confirmou em entrevista ao site “Contact Music” publicada nesta segunda-feira (10) que haverá uma continuação do longa “Wolverine”.

O ator afirmou ainda que o novo filme deverá estrear em 2011 e que a próxima aventura do mutante será rodada no Japão.

"Sim, vamos gravar no Japão e já começamos a trabalhar nisso. Estamos ainda no início do desenvolvimento da história. É a minha saga favorita entre as histórias de Wolverine. Esse é um filme que há muito sonho em fazer, então estou bastante motivado", comentou.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Executivos dão adeus a viagens de trabalho

(Site do Papa Ethevaldo Siqueira)

Meio ou mensagem? O que é melhor? Normalmente, não tenho dúvida: é a mensagem. Mas, diante de uma inovação de impacto em comunicação como a Telepresença, o meio pode tornar-se tão ou mais empolgante que a mensagem, por mais interessante que seja seu conteúdo.

Vivi essa experiência na semana passada, ao entrevistar, simultaneamente, sem sair de São Paulo, três pessoas localizadas em três cidades dos Estados Unidos. Um dos entrevistados foi o presidente e executivo-chefe da Cisco Systems, John Chambers, em San José, Califórnia, e dois executivos dessa empresa, um deles em São Francisco e outro em Miami.

Essa foi minha estreia profissional com a multiconferência internacional via Telepresença (em inglês, Telepresence), que proporciona a conexão de até 4 ou mais pontos remotos, em qualquer país ou continente, assegurando imagens de alta definição e em tamanho natural dos entrevistados.

O resultado é a sensação de que as pessoas estão, realmente, presentes, diante de nossos olhos, do outro lado da mesa circular à nossa frente. E a comunicação pode ser complementada, a cada momento, com a troca de imagens de computador, gráficos, tabelas, textos e fotos.

Uma sala de Telepresença é, na verdade, um sistema altamente interativo, que utiliza câmeras de alta definição nativas em 720 e 1.080 pixels, áudio multicanal espacial com cancelamento de eco, em ambiente preparado para prover a melhor experiência de acústica e visual, bem como a integração com sistemas de comunicações, internet e multimídia.

VIAJAR? SÓ POR PRAZER
Milhares de executivos e jornalistas começam a substituir suas viagens profissionais por multiconferências via Telepresença. Em breve, viajar para participar de entrevistas ou reuniões será coisa do passado para a maioria desses profissionais. Imagine, leitor, se eu tivesse de entrevistar de forma presencial, face a face, as mesmas 3 pessoas que entrevistei na semana passada, estando elas nas três cidades norte-americanas. Gastaria, no mínimo, 5 dias. Teria de viajar para os Estados Unidos num dia, dedicar o segundo dia aos entrevistados da Califórnia, um terceiro dia para cruzar o território norte-americano até Miami, para poder fazer a última entrevista no quarto dia e, com alguma sorte, retornar ao Brasil num voo noturno. Ao chegar, no quinto dia, além dos gastos financeiros, estaria triturado pelo cansaço, com o sono defasado pelos 4 ou 6 fusos horários que nos separam da Califórnia, e sem muita disposição para retomar o trabalho em 24 horas.

Para quem viaja sempre, a lista de desgastes inclui os aeroportos congestionados, o desconforto de passar 10 ou 12 horas espremido em poltronas da classe econômica, as constrangedoras inspeções de segurança que chegam às raias da humilhação, os atrasos de voos, a perda de bagagens e as conexões sem fim.

FUTURO É VIRTUAL
“No futuro, a maioria das entrevistas e reuniões será virtual, feita via internet”, prevê John Chambers. “Por tudo isso que você menciona, o primeiro objetivo desse sistema de comunicação é a substituição de viagens de negócios. E é bom lembrar que hoje a grande maioria da comunicação de negócios é do tipo não-verbal. No futuro, embora virtual, a comunicação tende a ser majoritariamente verbal, natural, espontânea, olho no olho. Cerca de 80% das viagens de negócios poderão ser substituídas pelas novas formas de comunicação, como a Telepresença, combinada com os recursos de computação da internet.”

John Chambers prevê ainda que, em poucos anos, a internet deverá tornar-se a forma mais utilizada de comunicação profissional ou de negócios. Em segundo lugar, virá a combinação de vídeo com a web, como na Telepresença. À medida que as redes de banda larga venham a expandir-se mundialmente, mais frequente se tornará esse novo tipo de videoconferência. O presidente da Cisco vê até a possibilidade de uso doméstico da Telepresença em algumas formas de teleducação e entretenimento, como acompanhar eventos internacionais, partidas de futebol ou shows.

“Imagine”, diz o presidente da Cisco, “o que significa para o mundo economizar milhões de viagens de negócios que se fazem anualmente em todo o mundo. Mesmo as reuniões internas das maiores corporações, que exigem deslocamento físico e perda de tempo de executivos, poderão ser substituídas com vantagem por sistemas de multiconferência como o Telepresença e seus sucessores.”

Na visão pessoal de John Chambers, a expansão mundial da comunicação visual pode mudar radicalmente o modo pelo qual fazemos negócios e, mais do que isso, consolidar formas de colaboração em escala nacional e internacional que ainda sequer imaginamos. Em pesquisas, estudos e levantamentos, acadêmicos ou empresariais, a colaboração entre cientistas, executivos e especialistas das mais diversas áreas poderá ser viabilizada de forma muito rápida, econômica e estimulante.

Depois dessa experiência, não duvido de que minha profissão vá passar por transformações ainda mais radicais do que já testemunhei.

Telepresença revoluciona a comunicação empresarial

O sistema de comunicação de multiconferência Telepresença (Telepresence, em inglês) foi desenvolvido pela Cisco para permitir, antes de tudo, a integração de pontos remotos, em até quatro cidades ou países, via banda larga, com imagens de alta definição em três monitores de grandes dimensões. Com ele, por exemplo, um presidente de empresa em São Paulo pode reunir-se virtualmente com os diretores de três outras filiais, no Rio de Janeiro, Porto Alegre ou Recife.

O sistema já está disponível no Brasil, a serviço de grandes corporações e de empresas de telecomunicações, como Embratel, Telefônica e outras. Os grandes usuários instalam salas de Telepresença em suas próprias dependências. Empresas médias ou pequenas podem usar as instalações de operadoras de telecomunicações em sua cidade, comunicando-se com outra cidade dotada do sistema. Há sistemas mais simples, para serem instaladas em residências, com apenas um monitor para conferências one-to-one, destinadas a uso social ou mesmo profissional.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Nintendo admite preocupação com concorrência do iPhone no mercado de videogames portáteis

iPhone 3GS / Foto: Divulgação

RIO - Um fantasma vem assombrando o reinado até então imbatível da Nintendo nesta geração de videogames, especialmente na área dos portáteis. O mais inesperado é de onde vem a concorrência, não da tradicional rival Sony, mas sim de um aparelho celular chamado "iPhone". A empresa vem atravessando um período de bonança desde o lançamento do Wii e do Nintendo DS, mas teme enfrentar sua primeira queda nos lucros em quatro anos.

Além da retração de mercado causada pela crise econômica, a Nintendo vem perdendo vendas para os portáteis da Apple, tanto o iPhone quanto o iPod Touch. Ainda existe um agravante na outra ponta do negócio: a popularidade e os recursos avançados do iPhone estão levando muitos desenvolvedores a dedicar mais tempo na criação de produtos para os aparelhos.

Segundo o Apple Insider , a Nintendo expressou pela primeira vez a preocupação com a nova rival em uma conferência telefônica discutindo os resultados. Se o Wii é o rei desta geração no mercado de consoles, o Nintendo DS tem um domínio total na área dos portáteis. O aparelho já vendeu mais de 100 milhões de unidades e manteve a alta das vendas mesmo no primeiro semestre deste ano , quando a indústria sofreu uma queda de 12%.

Nintendo DS / Foto: Divulgação

Celulares com jogos não são novidade, mas a interface do iPhone, com sua tela sensível ao toque e - principalmente - o acelerômetro que permite controlar o aparelho movendo-o no ar, tornam a experiência dos games mais instigante.

Além disso, tem a questão dos preços. Os jogos da Nintendo são vendidos em cartuchos, enquanto a Apple trabalha apenas com downloads. Assim sendo, games para iPod custam no máximo US$ 10 - alguns são até gratuitos - enquanto um novo título para DS não si por menos de US$ 30.

Outra questão relevante é a capacidade das máquinas. Mais de um desenvolvedor já declarou que o poder de processamento do iPhone é superior ao do DS. Entre eles John Carmack, co-fundador da id Software (Doom, Quake). Um programador da Telltale Games (Tales of Monkey Island) chegou a afirmar que o iPhone é mais poderoso até mesmo que o Wii.

O Adeus ao Mito, Serena vai às lágrimas após derrota no US OPEN e agradece a irmã Venus "sem você eu não existiria"

  Chegou ao fim uma das maiores carreiras de um atleta na história. Serena Williams, que havia anunciado que se aposentaria após o US Open, ...