quarta-feira, 30 de junho de 2010

Franquia de Ultraman Ganha Mais um Filme


A série que surgiu no Japão em 1966 ganha uma nova incursão no cinema, desta vez protagonizado por Ultraman Zero. A produção, que será lançada em 2011, comemorará os 45 anos da franquia.

Ultraman Zero: The Movie” será estrelado por Yu Koyanagi, interpretando Ran, o jovem que se transforma no filho do Ultraseven. O personagem surgiu em 2009 com o filme “Mega Monster Battle: Ultra Galaxy Legend The Movie”. Esta nova produção será uma continuação da anterior, na qual Ultraman Belial escapa da prisão e rouba o Plasma Sparks, sol artificial que produz todos os guerreiros Ultras. Derrotado, ele agora retorna para se vingar.

O filme tem roteiro e direção de Yuichi Abe; no elenco também estão Tatsuomi Hamada, como Nao, irmão de Ran; e Tao Tsuchiya, como a Princesa Esmerana do Planeta Esmeralda. A estreia está prevista para o dia 23 de dezembro de 2010, no Japão.

Criada por Eiji Tsuburaya, a série original do “Ultraman” foi produzida pela Tokyo Broadcasting System, que a exibia, em parceria com a Tsuburaya Productions. A produção teve um total de 39 episódios. Com a morte de Tsuburaya em 1970, seus herdeiros assinaram um contrato em 1976, com uma produtora tailandesa concedendo-lhe os direitos internacionais dos personagens da família Ultra produzidos em 1966. Desde então, a Tokyo Broadcasting System, vem lutando na justiça para anular esse contrato.

(por: Fernanda Furquim)

Abaixo, o trailer do filme:

sábado, 26 de junho de 2010

Ultraman Zero The Movie: Super Decisive Battle! Belial’s Galactic Empire

Já circula na net, que já esta no forno a continuação do Mega Monster Battle: Ultra Galaxy Legends, e que o nome já teria sido decidido: Ultraman Zero The Movie: Super Decisive Battle! Belial’s Galactic Empire (Ultraman Zero The Movie: Super Batalha Decisiva! Império Galáctico de Belial).

Belial não morreu (óbvio para todos que viram o filme anterior) e quer vingança contra todos os que Ultras que o humilharam, nas fotos abaixo, vemos um Belial ainda mais escura veste uma capa, e agora vai chamar Ultraman Belial Kaiser.

Ultraman Zero supostamente terá novas armas, como o bracelete Zero, e outras.

O filme supostamente estréia em 23 de dezembro de 2010.

user  posted image
user  posted image
user posted image

And that's Kaiser Belial! ohmy.gif

user  posted image

ULTRASEVEN IN CONCERT



Imagen

http://www.megaupload.com/?d=33IBNRLO ultra7concert.part1.rar
http://www.megaupload.com/?d=VQ1A210G ultra7concert.part2.rar
http://www.megaupload.com/?d=G04MC985 ultra7concert.part3.rar
http://www.megaupload.com/?d=QXWA07AN ultra7concert.part4.rar
http://www.megaupload.com/?d=BISFLG74 ultra7concert.part5.rar
http://www.megaupload.com/?d=TQ06BGBJ ultra7concert.part6.rar

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Um ano sem Michael Jackson

Há um ano a notícia da morte de Michael Jackson surpreendeu e entristeceu o mundo, mas as vendas dos produtos que levam sua voz e imagem multiplicaram-se fortalecendo o legado de um artista adorado nesses meses em que as causas da parada cardíaca sofrida em 25 de junho de 2009 ainda são discutidas nos tribunais.

michael jackson music and me

Em vida, o drama definia o destino do menino prodígio com voz angelical convertido em "superstar" pelo empenho do pai linha dura, Joe Jackson, que inclusive horas depois do falecimento de seu filho, aos 50 anos em Beverly Hills, afirmava: "É preciso lembrar o grande artista".

Dívidas estimadas em 500 milhões de dólares, viagens pelo mundo em companhia de seus três filhos mascarados e a expectativa de sua grande volta era o contexto no qual sobrevivia o artista, caído em desgraça por duas acusações de abuso contra menores que mancharam sua reputação e o obrigaram a se esconder em meio a excentricidades.

Michael Jackson

Mas a morte deu a ele o dom de "ressuscitar" artisticamente entre fãs do mundo inteiro, que em Los Angeles (Califórnia, oeste) poderão na sexta-feira visitar o cemitério Forest Law, a nordesde da cidade, para depositar flores, mas sem, entretanto, entrarem no mausoléu onde se encontra o músico, explicou um policial à AFP.

Após sua morte, foi iniciada uma investigação sobre as causas do falecimento do cantor, que apontaram imediatamente para seu médico pessoal, Conrad Murray, um homem também endividado que, quando recebeu o pedido de Jackson para que cuidasse de sua saúde no início de 2009, viu um contrato lucrativo que permitiria acabar com seus problemas financeiros.

Atualmente, Murray enfrenta acusação de homicídio culposo, após uma autópsia determinar que Jackson faleceu por uma overdose de anestésicos injetados vinte minutos antes de morrer sob os cuidados do médico.

Até agora não começou o julgamento por este caso e o médico apenas conquistou o direito de continuar exercendo a medicina.

O clã Jackson, mostrando-se unido nas batalhas judiciais referentes à morte de seu filho e irmão mais famoso, começou seu giro pelos tribunais de Los Angeles em julho para determinar quem cuidaria de Prince Michael, Paris e Blanket, os filhos de 13, 12 e 8 anos do músico.

MichaelJacksonDancando1

A princípio, pareceu que a mãe biológica das duas crianças mais velhas, Debbie Rowe, ex-mulher de Jackson, pediria a custódia das crianças que apenas havia visto, mas rapidamente foi acordado que eles ficariam sob a tutela de Katherine Jackson, a avó de 80 anos que os levou para viver em sua casa em Encino, subúrbio de Los Angeles.

Para o filho mais novo apareceram em diversos tablóides diferentes mulheres reclamando a maternidade, cuja identidade nunca foi divulgada. Além disso, o silêncio dos Jackson murchou rapidamente as especulações sobre processos judiciais intermináveis que determinassem o futuro das crianças, que recebem uma mesada de 60 mil dólares da herança.

A menos de um ano da morte de Jackson, seu legado gerou lucros que chegam a 1,017 bilhão de dólares, segundo os cálculos da Billboard, citando os estúdios de música, cinema e a corporação AEG, responsável por organizar a volta do artista.

As músicas "Billie Jean" e "I'll be there" foram descobertas por jovens que perderam a Jacksonmania dos anos 80 e que redescobriram, com a morte do cantor, os hits dos 40 anos de carreira do Rei do Pop.

sábado, 19 de junho de 2010

As dívidas dos clubes Brasileiros

A consultora Crowe Horwath RSC, através da sua secção de “Esporte Total” voltou a divulgar o seu estudo sobre o endividamento dos clubes brasileiros desta feita referente ao ano de 2009. Em 2009 os 26 clubes analisados pela consultora registaram um endividamento total na ordem dos R$ 3.1 biliões (1.389 milhões de Euros), o que significa um aumento de 11% em relação ao ano de 2008, em que os clubes apresentaram dívidas totais de R$2.8 biliões (1.255 milhões de Euros).

Para elaborar o estudo a Crowe Horwath RSC, analisou os dados financeiros e patrimoniais dos clubes brasileiros 2009, com excepção do Sport, Naútico, Bahia e Vitória, que não disponibilizaram os balanços com transferências dos seus jogadores, dessa forma foi considerado o endividamento destes clubes em 2008.

As dívidas dos Clube Brasileiros 2009

#ClubesReaisEuros #ClubeReaisEuros
1Fluminense-RJ329.278.000147.641.000 14Vitória-BA*86.589.00038.824.000
2Vasco da Gama-RJ327.432.000146.814.000 15Ponte Preta- SP82.981.00037.206.000
3Botafogo-RJ317.469.000142.346.000 16São Paulo-SP66.298.00029.726.000
4Flamengo-RJ308.331.000138.249.000 17Bahia-BA*54.669.00024.512.000
5Atlético-MG285.836.000128.162.000 18Goiás-GO49.612.00022.245.000
6Santos-SP181.084.00081.194.000 19Náutico*49.400.00022.149.000
7Internaconal-RS147.577.00066.170.000 20Coritiba-PR49.146.00022.036.000
8Grêmio-RS137.318.00061.570.000 21Paraná-PR29.004.00013.004.000
9Palmeiras-SP117.061.00052.487.000 22Sport-PE*28.954.00012.982.000
10Portuguesa-SP116.907.00052.418.000 23Figueirense-SC12.559.0005.631.000
11Guarani-SP116.356.00052.171.000 24Juventude-RS12.433.0005.574.000
12Corinthians-SP99.821.00044.757.000 25Atlético-PR1.322.000592.000
13Cruzeiro-MG97.746.00043.827.000 26São Caetano-SP1.305.000585.000


Na formula para calcular o endividamento real de cada clubes foi considerado o Exigível Total (Passivo-Património Líquido) menos o Disponível Realizável (Activo Circulante+Activo Realizável a Longo Prazo). A função desta análise é compreender quanto representa a dívida dos clubes em relação às receitas que podem ser projectadas. Não tendo os recursos com atletas garantia de se realizar de forma antecipada.

F1 2010 para Computador (PC)


screenshotscreenshotscreenshotscreenshot
A Codemasters nos surpreende mais uma vez com seus jogos. Estamos falando do novo game baseado na mais famosa competição de carros de corrida do mundo, a Formula 1.
Nesse novo vídeo podemos ver o quão incrível graficamente esse jogo está ficando e que também será um game que poderá agradar dos mais casuais, aos mais hardcores com seu sistema de assistência de pilotagem.
Para os desavisados, pode parecer que está vendo um vídeo com carros reais de Formula 1, tamanha a riqueza em detalhes do mesmo. É de saltar os olhos!
Sem mais delongas, confira o vídeo:





A Codemasters divulgou algumas fotos novas de seu jogo Fórmula 1 2010.

imagem

Nas fotos que vocês poderão ver abaixo mostra possivelmente a corrida
acotecendo no circuito de montreal.As fotos estão muito realísticas
e até agora cumpre o que promete do que a Codemasters vem falando
sobre o jogo.

Vejam as imagens( clique para ampliar)

imagem


imagem



imagem


imagem

sexta-feira, 18 de junho de 2010

LAKERS 1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16....


Por DE TUDO UM POUCO Los Angeles, EUA


Kobe Bryant carregava nos ombros o peso de ter de ser decisivo. Tinha todos os olhares voltados em sua direção. Tinha o sonho de conquistar o seu quinto anel. Mas teve também uma sombra que o acompanhou em quadra e atendia pelo nome de Ray Allen. E ela foi incansável. Mas apesar da dificuldade imposta, o Los Angeles Lakers acreditou. Se superou diante de um Boston Celtics mais bem organizado nas duas tábuas e conquistou seu 16º título com 4 a 3 na melhor de sete, dentro de casa, numa noite onde não houve um herói, como de costume, mas um time de heróis. Com a vitória por 83 a 79 (34 a 40), os Lakers conseguem se manter no topo pelo segundo ano consecutivo, se aproximam do número de títulos do adversário (tem 17) e devolvem a derrota sofrida em 2008, embora jurem que nunca encararam a série final como uma revanche.

Lakers campeao nba
Kobe Bryant, que foi eleito o melhor jogador das finais, levanta o troféu com os Lakers (Foto: Reuters)

E mesmo que não tenha rendido o que esperava, Kobe terminou a partida como cestinha com 23 pontos e 15 rebotes. Além de ter se igualado a Magic Johnson em número de títulos vestindo a camisa amarela e roxa, ele foi novamente eleito o MVP das finais.

- Foi o mais difícil título que ganhei. A cidade queria muito. Hoje saí um pouco do jogo porque queria muito vencer. Esse é o troféu mais doce porque foi de novo contra eles (Celtics) e repito, foi o mais difícil - disse o craque.


O nervosismo parecia ser o maior adversário das duas equipes no primeiro quarto. Os arremessos saíam desequilibrados ou não davam nem em aro. Kobe Bryant sofria marcação dupla e não encontrava espaços para abrir contagem. Enquanto isso, os companheiros aproveitavam a maior liberdade para fazer o que seu principal cestinha só conseguiu depois de nove minutos. Exatamente no momento em que os Celtics se soltavam no jogo. A contribuição decisiva veio do banco. Com a entrada de Glen Davis no lugar de Rasheed Wallace, o Boston melhorou sua defesa e abriu nove pontos de frente: 23 a 14.

Pau Gasol Los Angeles Lakers NBA
Gasol foi um gigante no jogo 7 (Foto: Getty Images)

Até que a agressividade trocou de lado. Os Lakers brigavam por cada bola, por cada rebote. Vontade traduzida em 11 pontos seguidos contra nenhum do rival. Atônito com a reação, o Boston errava. Kevin Garnett voava para fora da quadra tentando salvar um bola e quase atropelou o ator Jack Nicholson na primeira fila. A equipe precisou de cinco minutos para sair do zero, com uma cesta do armador Rajon Rondo. Que pôs fim também ao apagão momentâneo. Paul Pierce chamou a responsabilidade e ajudou a retomar o comando do placar: 40 a 34.

Sem muita resistência, o time conseguiu construir uma vantagem confortável. Enquanto os anfitriões forçavam demais os chutes de três e Ray Allen seguia fechando a porta para Kobe, os Celtics fugiam 11 pontos (47 a 36). Ron Artest, que passou a ser a opção ofensiva dos Lakers, tentava diminuir o prejuízo causado pela desorganização no ataque. Do outro lado, a casa estava arrumada. O que fazia Kobe não conseguir mais esconder a sua irritação a cada vez que via o marcador se mover. Se não acertava nada lá na frente, a estrela do time tentava dar sua contribuição nos rebotes. As falhas do adversário também abriram caminho para a diferença cair: 57 a 53.


Um lance livre cobrado por Ron Artest recolocou o Los Angeles no jogo (61 a 61). Pau Gasol - gigante na partida com 19 pontos e 18 rebotes -, brigava no garrafão e dava nova chance para que seus companheiros tivessem mais sucesso em um próximo arremesso. E eles passaram a retribuir o esforço. Dois lances livres de Kobe, seguido de uma cesta colocaram os Lakers à frente (68 a 64) a cinco minutos do fim. E a equipe não olhou mais para trás. Esteve mais atenta à marcação e foi minando as forças do Boston Celtics, que passou o último período pendurado com faltas e amargando bolas no aro. No último minuto, os arremessos de três passaram a ser a única arma do time visitante. Restando 15s, encostou no marcador (81 a 79), mas Sasha Vujacic sofreu falta e converteu seus lances e viu Rondo errar o chute de três.

Los Angeles 83, Boston 79

STAPLES Center - Público: 18997




1
2
34T
Celtics2317172279
LakersWinner1420193083

Boston Celtics

PlayerPOSMINFGM-A3GM-AFTM-AODTASTPFSTTOBSPTS
Paul PierceF45:355-152-36-619102413118
Kevin GarnettF38:078-130-01-10332502417
Rasheed WallaceC35:365-111-40-02682600211
Ray AllenG45:163-142-75-60222334013
Rajon RondoG44:536-131-21-244810213014
Glen Davis
20:502-40-02-2189041206
Nate Robinson
3:330-10-00-0000000000
Tony Allen
5:200-00-00-0000010000
Brian Scalabrine
0:500-00-00-0000000000
Total
24029-716-1615-17832401825614779
Percentage

40.8% 37.5% 88.2%


Team Rebounds: 6

Los Angeles Lakers

PlayerPOSMINFGM-A3GM-AFTM-AODTASTPFSTTOBSPTS
Ron ArtestF46:017-182-74-53251354020
Pau GasolF42:126-160-07-1399184201219
Andrew BynumC18:331-50-00-0426020002
Kobe BryantG44:516-240-611-15411152414023
Derek FisherG30:274-62-20-00112310010
Lamar Odom
34:323-80-31-2347200117
Jordan Farmar
12:440-30-10-0000020100
Sasha Vujacic
4:410-20-12-2011020002
Shannon Brown
5:250-10-00-0000010000
Josh Powell
0:340-00-00-0000000000
Total
24027-834-2025-372330531119711383
Percentage

32.5% 20.0% 67.6%


Team Rebounds: 13


quinta-feira, 17 de junho de 2010

Messi da novo Show e Higuaín já é o artilheiro da Copa

Na estreia, ele foi massacrado - e não sem motivo, diante do caminhão de gols perdidos contra a Nigéria. Cinco dias depois, veio a redenção para Gonzalo Higuaín. O atacante argentino empurrou a bola para a rede três vezes, assumiu a artilharia da Copa e, de vilão na primeira rodada, passou a herói ovacionado pela torcida na goleada desta quinta-feira sobre a Coreia do Sul. A vitória por 4 a 1 mostrou o que os hermanos têm de melhor - o poder da bola aérea - e de pior - a fragilidade da defesa. De quebra, deixou os comandados de Maradona praticamente classificados para a segunda fase.


Aliás, a classificação poderia ter vindo no segundo jogo do dia. Mas a Grécia derrotou a Nigéria por 2 a 1 e adiou os planos dos argentinos para a terceira rodada. Líder do Grupo B com seis pontos, a Argentina joga por um empate com os gregos, que somam três. No outro duelo, a Coreia do Sul, também com três pontos, enfrenta a Nigéria, única seleção ainda sem pontuar na chave. Os dois jogos serão dia 22, às 15h30m de (Brasília).

Após a bronca do técnico pelas chances perdidas na estreia, o ataque argentino acordou. Mas quem abriu caminho para o triunfo nesta quinta foi o gol contra do sul-coreano Chu-Young, aos 17 minutos do primeiro tempo. Higuaín ampliou de cabeça, e Chung-Young diminuiu antes do intervalo, aproveitando falha de Demichelis. O camisa 9 completou o serviço aos 31 e aos 35 do segundo tempo. Saiu aplaudido pelos 82.174 torcedores em Joanesburgo e, em vez de bronca, ganhou um abraço afetuoso de Don Diego. Novamente de terno à beira do campo, o treinador ainda viu boas atuações de Tevez, Messi, Di Maria e Agüero.

Gonzalo Higuaín comemoração gol Argentina contra Coreia do  Sul


As duas seleções abriram os trabalhos nesta quinta-feira como se estivessem no fuso brasileiro, curtindo o sono da manhã. Nos primeiros 15 minutos, pouco aconteceu. E aos 17, entrou em campo um roteiro muito parecido com o do jogo de abertura contra a Nigéria: na falta de jogadas pelo chão, bola alçada na área e um gol tranquilizador.

Se na estreia Heinze completou o cruzamento de Verón, desta vez os personagens foram outros. Messi cobrou falta da esquerda e contou com uma valiosa ajuda asiática. O cruzamento foi encontrar o atacante Chu-Young, que estava ali justamente para ajudar a defesa. A bola bateu na canela dele e matou o goleiro Sung-Ryong, que ainda tentou esticar o pé esquerdo, mas viu a rede balançar pela primeira vez no dia.

O gol contra animou os argentinos, que tinham em Tevez e Di Maria seus maiores focos de brilho dentro do campo. Bem marcado, Messi não conseguiu produzir bem no início do jogo. E além de ver seu craque em dificuldades, Maradona ainda teve de substituir o zagueiro Samuel, com uma lesão na coxa, por Burdisso, que entrou aos 20.

À beira do campo, o técnico desejou boa sorte ao reserva dando-lhe um tapa estalado no traseiro. E, acredite, funcionou. Mas antes de chegar à participação de Burdisso no segundo gol, vale narrar a jogada inteira, que começou com a raça de Tevez. O camisa 11 dá um bote no zagueiro e rouba a bola no ataque. Na linha de fundo, se enrosca com dois defensores e sofre a falta. Maxi Rodríguez rola para Messi, recebe de volta, cruza para a área e... aí sim, lá estava Burdisso para cumprir bem seu papel de coadjuvante, 11 minutos depois de entrar. Ele desviou o cruzamento de cabeça, e a bola passou por toda a zaga coreana até chegar a Higuaín. Sozinho na pequena área, o atacante cabeceou para o chão, e o goleiro não conseguiu chegar. Argentina 2 a 0.

Tevez jogo Argentina contra Coreia do Norte

Os hermanos ganharam ainda mais fôlego e partiram para cima. Aos 43, veio o melhor lance de Messi no primeiro tempo. Em trama veloz, o craque recebeu passe curto de Tevez e, no espaço de um lenço, embaralhou três nomes complicados: Jung-Soo, Beom-Seok e Jung-Woo. Livre da marcação, em vez do chute forte, optou por bater colocado, e a bola passou perto da trave.

Tudo caminhava bem para a Argentina até Demichelis botar água no próprio chope. Aparentemente soberano no lance, o zagueiro deu uma incrível bobeada. Dominou errado e deixou a bola passar para Chung-Yong. O sul-coreano invadiu a área, bateu na saída de Romero e diminuiu para 2 a 1 no último lance do primeiro tempo. Ducha de água fria no time de Maradona. Mas o técnico não acusou o golpe e aplaudiu cada um dos seus comandados na saída para o vestiário.

O carinho de Don Diego funcionou no início da segunda etapa, e os argentinos voltaram mais insinuantes. Aos cinco, Tevez enfiou linda bola para Di Maria, que cruzou para Higuaín, mas a conclusão do atacante parou na ótima defesa de Sung-Ryong. Seria o retorno do espírito da estreia? Higuaín voltaria a perder gols em série. Não. O que era dele já estava guardado.


Antes da redenção completa do camisa 9, contudo, os asiáticos acordaram. Pouco depois de uma falta cobrada com perigo por Chu-Young, veio uma grande chance: Park Ji-Sung colocou Kihun na cara do gol. Livre, o atacante concluiu mal. A bola bateu na rede pelo lado de fora, mas teve gente vendo errado nas arquibancadas do Soccer City. Torcedores sul-coreanos vibraram, gritaram e se abraçaram. Tudo em vão. Segue o jogo.

Após correr o tempo todo, Tevez cansou. Em seu lugar, Maradona mandou a campo o genro Agüero. E foi ele que tabelou com Messi na linda jogada do terceiro gol. O craque invadiu a área e chutou. O goleiro defendeu com o pé esquerdo, e a bola voltou para Messi. O segundo chute carimbou a trave e sobrou para Higuaín. Mais livre do que nunca, quase em cima da linha, o atacante só empurrou para a rede: 3 a 1.

Criticado na estreia, Higuaín, quem diria, virou o artilheiro da Copa logo em seguida. Em mais uma trama de Messi e Agüero, o camisa 10 lançou linda bola pelo alto, e o genro do técnico cruzou na cabeça de Higuaín, que mais uma vez só cumprimentou. Era o bastante. Logo depois, o atacante foi substituído por Bolatti e deixou o campo ovacionado pela torcida.

Apesar da lambança de Demichelis e da lesão de Samuel, que abrem dúvidas na defesa, ficou a impressão de que o poder de fogo no ataque pode levar longe os comandados de Maradona.



Argentina 4 x 1 Coreia do sul
Romero, Jonás Gutiérrez, Demichelis, Samuel (Burdisso) e Heinze; Mascherano, Maxi Rodríguez e Di Maria; Messi, Tevez (Agüero) e Higuaín (Bolatti). Sung-Ryong, Beom-Seok, Yoing-Hyung, Jung-Soo e Young-Pyo; Sung-Yueng (Namil), Jung-Woo, Chung-Yong, Ji-Sung e Kihun; Chu-Young (Dong-Gook).
Técnico: Diego Maradona Técnico: Huh Jung Moo
Gols: Chu-Young (contra), aos 17, Higuaín, aos 33 do primeiro tempo, 31 e 35 do segundo; Chung-Yong, aos 46 do primeiro.
Cartões amarelos: Kihun, aos 10, Chung-Young, aos 34 do primeiro tempo; Gutiérrez, aos 9, Mascherano, aos 10, Heinze, aos 28 do segundo.
Estádio: Soccer City, em Joanesburgo. Data: 17/06/2010. Horário: 8h30m (de Brasília). Árbitro: Frank de Bleeckere (Bélgica). Assistentes: Peter Hermans (Bélgica) e Walter Wromans (Bélgica)

quarta-feira, 16 de junho de 2010

The King's Jubilee


Imagen

http://www.megaupload.com/?d=5HEGPBHF part1.rar
http://www.megaupload.com/?d=84UXWX5S part2.rar
http://www.megaupload.com/?d=CKTJJSQF part3.rar

Créditos by Kemps (Riders)

Reservas aparecem para jogar e Lakers detonam Celtics, só falta uma!

Por DE TUDO UM POUCO Los Angeles, EUA


nba Lakers Kobe Bryant boston Tony Allen
Kobe Bryant segue na briga por seu quinto anel (Foto: Reuters)

Nenhuma outra palavra teve mais força na preleção de Doc Rivers do que "confiança". Minutos antes do jogo 6, que poderia dar ao Boston Celtics o título da temporada da NBA, o técnico repetia: "Se vocês jogarem com confiança poderão ganhar dos Lakers em qualquer lugar". Mas o que se viu nesta terça-feira, no Staples Center, foi um time longe de acreditar no que seu treinador dizia. Do outro lado, o atual campeão mostrava vontade do tamanho de quem queria seguir vivo na disputa. E conseguiu. Com a vitória por 89 a 67 (51 a 31), Kobe Bryant & Cia. empataram a série em 3 a 3. A partida decisiva será na quinta-feira, às 22h (de Brasília), novamente em Los Angeles.

A apatia demonstrada pelos Celtics desde o início do confronto foi uma porta aberta para que Kobe, Pau Gasol e Ron Artest se apressassem a construir uma vantagem confortável para os Lakers. Os erros seguidos do adversário, tanto na defesa quanto no ataque, contrastavam com a marcação forte e bola bem trabalhada dos anfitriões. Para piorar a situação, o Boston perdeu o pivô Kendrick Perkins, que torceu o joelho direito durante a disputa de um rebote, e também o quarto: 28 a 18.

E não reencontrou o caminho da cesta no segundo período. Com Paul Pierce sumido do jogo e Rajon Rondo irreconhecível na armação, Ray Allen tentava diminuir o prejuízo, mas não tinha sucesso. Os Lakers sim, mantinham a postura agressiva e viam seus reservas não deixar o ritmo cair. Os jogadores vindos do banco foram responsáveis por 15 pontos contra nenhum marcado pelos do rival. Sem encontrar resistência, os donos da casa chegaram a abrir 22 pontos de frente (49 a 27) e fizeram o time de Boston ir para o vestiário de cabeça baixa: 51 a 31.

nba lakers Derek Fisher Pau GasolDerek Fisher e Pau Gasol comemoram mais um ponto (Foto: Reuters)

Aquela equipe vibrante que venceu duas partidas seguidas em seus domínios não entrou em quadra nem mesmo no segundo tempo. Apesar de mais empenhada na defesa, seguia atrapalhada lá na frente e perdia até mesmo bandejas fáceis. Ray Allen foi a melhor opção dos Celtics - anotou 19 pontos no jogo -, enquanto os Lakers tiravam proveito: 76 a 51.

Diante da impossibilidade de uma reação, o treinador do Boston Celtics passou a poupar os seus titulares. Os reservas não deram trabalho. Com a pontaria desajustada, o Los Angeles Lakers só precisou administrar a vantagem, e Kobe aproveitava para fazer mais alguns pontinhos, antes de ir para o banco, e terminar a partida como cestinha, com 26.

Los Angeles 89, Boston 67

STAPLES Center - Público: 18997


FINAL1234T
Celtics1813201667
LakersWinner2823251389

Boston Celtics

PlayerPOSMINFGM-A3GM-AFTM-AODTASTPFSTTOBSPTS
Paul PierceF34:176-141-40-01342115013
Kevin GarnettF31:006-140-10-00663310012
Kendrick PerkinsC6:300-10-00-0011010100
Ray AllenG36:027-142-53-32023200019
Rajon RondoG33:105-150-10-21456123010
Rasheed Wallace
17:220-70-60-0033040000
Tony Allen
17:181-40-00-0101033022
Nate Robinson
15:382-81-41-1134300206
Glen Davis
27:020-30-00-2459031020
Shelden Williams
14:060-10-00-0033020200
Marquis Daniels
4:141-21-12-2101010105
Michael Finley
3:210-10-10-0000000000
Total
24028-845-236-101128391721814467
Percentage

33.3% 21.7% 60.0%


Team Rebounds: 10

Los Angeles Lakers

PlayerPOSMINFGM-A3GM-AFTM-AODTASTPFSTTOBSPTS
Ron ArtestF32:056-113-60-00660302115
Pau GasolF41:186-140-05-658139212317
Andrew BynumC15:531-40-00-0314011012
Kobe BryantG39:379-191-47-738113242026
Derek FisherG15:201-10-02-2022042304
Shannon Brown
19:242-40-10-0022210004
Lamar Odom
28:263-90-22-21910121128
Sasha Vujacic
14:213-62-41-2011111109
Jordan Farmar
17:272-60-10-0011103204
Josh Powell
7:410-20-10-0011000000
Luke Walton
5:460-20-00-0000000010
Didier Ilunga-Mbenga
2:420-10-00-0011010000
Total
24033-796-1917-1912405217171313889
Percentage

41.8% 31.6% 89.5%


Team Rebounds: 7



segunda-feira, 14 de junho de 2010

Boston faz valer o mando de quadra, vence os Lakers e fica a um triunfo do título da NBA

Por DE TUDO UM POUCO Boston, EUA


Paul Pierce Boston Celtics
Paul Pierce foi o destaque do Boston Celtics, anotando 27 pontos para o time (Foto: Getty Images)

Nem mesmo os 38 pontos de Kobe Bryant foram suficientes para evitar a vitória do Boston Celtics no jogo 5 da final da NBA por 92 a 86 (45 a 39). Diante de sua torcida, a equipe fez o dever de casa, abriu 3 a 2 na melhor de sete e ficou a um passo do título. O próximo confronto da série está marcado para a próxima terça-feira, às 22h (de Brasília), no Staples Center, casa dos Los Angeles Lakers.

O Boston começou a partida melhor, marcando quatro pontos, mas logo os Lakers equilibraram as ações. Derek Fisher, responsável por nove dos 15 primeiros pontos do time visitante, tentava fazer com que sua equipe fugisse no placar. Em vão. Do outro lado, Paul Pierce, Rajon Rondo e Kevin Garnett respondiam e deram a vitória parcial para os Celtics: 22 a 20.

No segundo quarto, a marcação atenta a Kobe Bryant fez a diferença aumentar (32 a 26). O cestinha dos Lakers, que no jogo anterior tinha conseguido anotar 33 pontos, seguia com apenas cinco nas estatísticas. Apesar disso, a equipe reagia, tirando proveito do melhor aproveitamento nos rebotes ofensivos. E com uma bola de três diminuiu o prejuízo (32 a 31). Partiu das mãos de Kobe a cesta da virada, mas ele teve poucos segundos para comemorar. O Boston retomava o comando e via o adversário desperdiçar ataques seguidos. Enquanto isso, Paul Pierce sobrava na turma e fazia 45 a 39 para seu time.

A ordem do técnico Phil Jackson era melhorar a qualidade dos arremessos de quadra. No primeiro tempo, os Lakers conseguiram 33% contra 65% dos anfitriões. E os Celtics não paravam. Fizeram rapidamente 50 a 39 e ditavam o ritmo do jogo. Kobe tentava resolver o problema sozinho. Foram dele os 19 primeiros pontos dos 26 da equipe no terceiro período. Mas do outro lado, as opções ofensivas eram maiores e isso pesou: 73 a 65.

Os Lakers se ressentiam da atuação de Pau Gasol. O pivô espanhol que no jogo 4 marcou 21 pontos, não brilhava como de costume. Melhor para o Boston, que seguia administrando uma frente de oito pontos. Ainda assim, o time de Kobe Bryant não se dava por vencido e fazia a vantagem cair (81 a 75). No entanto, três bolas roubadas em sequência esfriaram a reação (87 a 75) e acabaram selando a vitória do Boston Celtics, apesar da bobeada da equipe no minuto final.

Boston 92, Los Angeles 86

TD Garden - Público: 18624

Box score

FINAL1234T
Lakers2019262186
CelticsWinner2223281992

Los Angeles Lakers

PlayerPOSMINFGM-A3GM-AFTM-AODTASTPFSTTOBSPTS
Ron ArtestF34:152-92-51-4112241107
Pau GasolF38:055-120-02-375120421012
Andrew BynumC31:383-60-00-1101030106
Kobe BryantG43:5313-274-108-92354514138
Derek FisherG34:132-90-15-5224231209
Lamar Odom
26:174-60-00-2358222308
Jordan Farmar
13:470-40-11-2011101001
Shannon Brown
0:190-00-00-0000000000
Sasha Vujacic
10:222-51-20-0011011005
Luke Walton
7:110-00-00-0000100100
Total
24031-787-1917-261618341222913186
Percentage

39.7% 36.8% 65.4%


Team Rebounds: 9

Boston Celtics

PlayerPOSMINFGM-A3GM-AFTM-AODTASTPFSTTOBSPTS
Paul PierceF42:4112-212-41-20222410227
Kevin GarnettF36:096-110-06-719103453218
Kendrick PerkinsC31:382-20-00-2437140204
Ray AllenG40:105-100-42-20332512012
Rajon RondoG38:249-120-00-01458117118
Tony Allen
13:092-60-00-0011020114
Glen Davis
13:090-10-00-0123120000
Rasheed Wallace
14:452-41-20-0044000015
Nate Robinson
9:552-40-20-0000410104
Total
24040-713-129-13728352123816792
Percentage

56.3% 25.0% 69.2%


Team Rebounds: 13


sábado, 12 de junho de 2010

Argentina de "El PIbe" bate a Nigéria, mas Messi para no goleiro Enyeama

Por De Tudo Um Pouco de Joanesburgo, África do Sul


À beira do campo, Diego Maradona seguiu o conselho das filhas e estreou como técnico em Copas do Mundo envergando um impecável terno cinza para enfrentar a Nigéria. Em volta dele, a torcida argentina deu um trato no visual do estádio Ellis Park e carregou suas bandeiras para as arquibancadas, como se estivesse na Bombonera. Dentro de campo, os comandados de Don Diego também jogaram como manda o figurino: Messi chamou a responsabilidade e fez o time jogar para frente. O placar de 1 a 0 não chegou a empolgar, mas deu para ficar bem na foto.

Cercado de expectativas antes da Copa, Messi foi o maestro da Argentina, mas não conseguiu vencer a batalha com o goleiro Enyeama, que fechou as portas para craque e foi escolhido pela Fifa como o melhor em campo. O gol dos hermanos saiu numa cabeçada de Heinze, aos seis minutos do primeiro tempo.

Messi jogo Argentina
Messi comandou a Argentina, mas esbarrou no goleiro rival e não conseguiu fazer seu gol (Foto: AFP)

A Argentina volta aos gramados no dia 17, no Soccer City, para enfrentar a Coreia do Sul. No mesmo dia, a Nigéria pega a Grécia. Argentinos e sul-coreanos lideram o grupo B com três pontos cada. Gregos e nigerianos não pontuaram na primeira rodada.

O jogo

Apesar de ficar no bairro de Hillbrow, com grande concentração de nigerianos, o Ellis Park ganhou ares de Bombonera antes da partida deste sábado. Os argentinos dividiram as arquibancadas meio a meio e, apesar do barulho das vuvuzelas, cantaram e balançaram suas bandeiras como se estivessem em casa.

Até as faixas em homenagem a Maradona estavam lá. A diferença é que, em Buenos Aires, o ídolo maior do país costuma ficar no camarote do estádio com a camisa do Boca Juniors. Desta vez, ele estava à beira do campo, com ares de professor e um elegante terno cinza. Antes de a bola rolar, foi até o limite da torcida e, de longe, mandou beijos para o neto. Ganhou o mimo de volta e, aí sim, estava pronto para o início da Copa do Mundo.

O rival era a mesma Nigéria que estava do outro lado do campo no último jogo do Maradona jogador em Copas, em 1994. O placar daquele confronto também apertado - 2 a 1 -, mas o magro 1 a 0 deste sábado não diz exatamente o que foi o jogo.

Dentro das quatro linhas, a Argentina não demorou muito para mostrar seu cartão de visitas. Criticado por não brilhar tanto com a camisa da seleção como faz no Barcelona, Messi abriu os trabalhos logo aos cinco minutos, costurando entre quatro defensores nigerianos para deixar Higuaín na cara do gol. Na pequena área, o atacante do Real Madrid jogou a chance para fora.

A cabeçada certeira de Heinze

Em seguida, começou o duelo entre Messi e o goleiro Enyeama. No primeiro round, o craque bateu de fora da área, mas não conseguiu vencer o rival, que espalmou para escanteio. Na cobrança de Verón, uma pausa no duelo: cabeçada certeira de Heinze e rede estufada pela primeira e única vez: Argentina 1 a 0. No agarra-agarra dentro da área, Samuel se encarregou de conter Obasi, e o lateral-esquerdo ficou livre para concluir. Odiah ainda tentou salvar embaixo da trave, mas o esforço foi inútil.

Quando a torcida explodiu nas arquibancadas do Ellis Park, Maradona virou para trás, apontou para os jogadores reservas e vibrou de forma intensa pela primeira vez na Copa. O domínio argentino continuou, mas Higuaín não conseguia esticar a euforia do comandante. Aos 21, ele recebeu lindo passe de Tevez e chutou em cima do goleiro.

A Nigéria só assustou aos 27, quando Obasi aproveitou falha de Jonás Gutiérrez na marcação e, solto na área, mandou para fora. Era hora de retomar o duelo Messi x Enyeama. “A Pulga” quase marcou aos 36, quando deu um corte no zagueiro e, de perna esquerda, obrigou o goleiro a fazer a melhor defesa do primeiro tempo, de mão trocada, mandando a escanteio.

Verón ainda bateu uma falta por cima do travessão, e veio o intervalo. Antes da saída para o vestiário, os jogadores nigerianos se reuniram no meio do campo, em volta de Enyeama, ajoelhado. O ritual se repetiu no retorno para o segundo tempo.

Mas quem voltou a assustar foi a Argentina. Logo aos três minutos, Messi desviou um cruzamento com o pé esquerdo e quase marcou. O técnico sueco Lars Lagerback tirou Obinna e mandou a campo Martins, que era titular da equipe. Obasi também saiu e deu lugar a Odemwingie. As mudanças surtiram efeito, a Nigéria se engraçou, e a torcida veio junto, soprando as vuvuzelas com força.

A Argentina respondeu em dose dupla a partir dos 20 minutos. Primeiro, num contra-ataque de quatro contra dois, quando Messi recebeu passe de Tevez e bateu para fora. Logo depois, Higuaín chutou para mais uma defesa de Enyeama.

Taiwo assustou os hermanos com uma bomba de fora da área aos 26 minutos. A bola passou raspando a trave de Romero, e o nigeriano sentiu uma lesão na perna esquerda. O susto foi o sinal para Maradona chamar Maxi Rodriguez e lançá-lo no lugar de Verón. Diego Milito também foi a campo, substituindo Higuaín aos 32.

Martins ainda deu outro susto em Romero, com um chute forte frontal que o argentino rebateu. Mas a resposta de Messi foi imediata. O craque tabelou com Di Maria e saiu na cara de goleiro. Perdeu mais um round para Eyenama. Uche também desperdiçou cara a cara, e o jogo ficou aberto nos minutos finais.

Aos 41, Maradona recuou o time para garantir o resultado: Burdisso entrou no lugar de Di Maria. Messi ainda teve a última chance, em mais uma tabela bem tramada com Milito, mas o zagueiro chegou a tempo de colocar para escanteio. Sem problemas. Àquela altura, Maradona já olhava para seus dois relógios - um em cada pulso - e aguardava o fim do jogo. O técnico e seu craque já tinham feito o bastante para que a seleção ficasse bem na fotografia.

Argentina 1 x 0 nigéria
Romero; Gutierres, Demichelis, Samuel e Heinze; Mascherano, Di Maria (Burdisso) e Verón (Maxi Rodriguez); Messi, Higuain (Milito) e Tevez Enyeama; Odiah, Yobo, Shittu e Taiwo (Uche); Etuhu, Haruna, Kaita e Obasi (Odemwingie); Obinna (Martins) e Ayegbeni
Técnico: Diego Maradona Técnico: Lars Lagerback
Gol: Heinze, aos seis do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Jonás Gutiérrez, aos 17 do primeiro tempo; Haruna, aos 31 do segundo.
Estádio: Ellis Park, em Joanesburgo. Data: 12/06/2010. Horário: 11h (de Brasília). Árbitro: Wolfgang Stark (Alemanha). Assistentes: Jan-Hendrik Salver (Alemanha) e Mike Pickel (Alemanha)

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Voluntários começam simulação de voo a Marte


Experimento na Rússia vai deixar seis voluntários isolados por 520 dias para simular viagem interplanetária

Seis voluntários começaram nesta quinta-feira (3) uma simulação de voo a Marte que os manterá isolados do mundo durante 520 dias e que servirá para estudar a compatibilidade psicológica e a tolerância dos membros de uma tripulação durante um voo interplanetário.

SERGEI ILNITSKY
BBB CIENTÍFICO
A 'tripulação' da simulação é formada por três russos, um ítalo-colombiano, um francês e um chinês

"Comecem o experimento", ordenou Igor Ushakov, diretor do Instituto de Problemas Biomédicos (IPBM) da Academia de Ciências da Rússia, em cujo recinto se encontra o simulador de nave espacial. Suas palavras foram respondidas com uma entusiasta réplica "às ordens", pronunciada pelo comandante dos "viajantes interplanetários", o russo Alexey Sitev. Em seguida, os seis voluntários entraram no simulador.

Junto com Sitev, participam do experimento Marte-500 os também russos Sukhrob Kamolov e Alexandr Smoleevskiy, o ítalo-colombiano Diego Urbina, o francês Romain Charles e o chinês Wang Yue. Todos eles compartilharão durante um ano e pouco mais de cinco meses os 550 metros cúbicos que somam os quatro módulos cilíndricos, que constituem o simulador.

Eles permanecerão isolados do mundo exatamente durante o tempo que leva o voo de ida e volta a Marte, 490 dias, mais outros 30 de permanência simulada no planeta vizinho.

Na fase "marciana" do experimento, será usado um simulador da superfície do Planeta Vermelho, de 1,2 mil metros cúbicos, ao qual sairão devidamente vestidos os participantes do experimento.

A Agência Espacial Europeia (ESA) e a russa Roscosmos lançaram em 2004 este ambicioso projeto, ao qual se uniu posteriormente a China e no qual também colaboram outros países, como os Estados Unidos.

Em novembro de 2007, foi realizado um primeiro experimento preparatório no qual seis voluntários russos permaneceram isolados do exterior durante duas semanas. No ano passado, ocorreu uma simulação de voo a Marte de 105 dias.

Boston vence Lakers por 96 a 89 e empata a decisão da NBA

Por DE TUDO UM POUCO Boston, EUA


Glen Davis, Boston Celtics, comemora, e Ron Artest, Lakers,  observa - NBA
Glen Davis, do Boston Celtics, comemora, e Ron Artest, Lakers, observa (Foto: EFE)

Nem Kobe Bryant, nem Paul Pierce. O grande nome do jogo 4 da final do NBA veio do banco. Com uma disposição invejável, Glen Davis infernizou a vida da defesa dos Los Angeles Lakers e deu a vitória ao Boston Celtics por 96 a 89. Agora, está tudo igual na decisão: 2 a 2. As duas equipes voltam a se enfrentar no TD Garden neste domingo, às 21h (horário de Brasília).

Com uma ótima atuação, Kobe foi o grande cestinha da partida, com 33 pontos. O espanhol Pau Gasol também foi importante, com 21. Paul Pierce, em boa partida, foi o principal pontuador dos Celtics, com 19. Mas nenhum deles superou a performance de Davis, com 18 pontos, cinco rebotes e muita entrega.

O jogo

O equilíbrio marcou o início do jogo 4. Com as duas equipes muito fortes na marcação, nem Lakers, nem Celtics conseguiam se distanciar no marcador. No fim do primeiro quarto, uma cesta de três pontos de Nate Robinson levou o time de Boston para o intervalo com vantagem no placar: 19 a 16.

No segundo quarto, porém, a dupla Kobe Bryant-Pau Gasol passou a fazer a diferença. Enquanto isso, do lado dos Celtics, Ray Allen repetia a péssima atuação, Kevin Garnett não era tão eficiente como no jogo 3, e Paul Pierce tentava resolver sozinho. Assim, os astros dos Lakers conseguiram construir uma boa vantagem, que só não foi maior porque os jogadores do Boston conseguiram diminuir o ritmo rival no fim do primeiro tempo: 45 a 42.

No terceiro quarto, o Boston voltou com um ritmo mais forte. Com Glen Davis tendo uma atuação destacada, os Celtics encostaram no placar, e o equilíbrio na partida prevaleceu novamente. O time verde chegou a ter a liderança, mas duas cestas de três seguidas de Kobe Bryant devolveram aos Lakers a vantagem para o quarto decisivo: 62 a 60.

No quarto final, uma cesta de Ray Allen e outra de Glen Davis recolocaram o Boston novamente na dianteira. Depois de bola roubada no garrafão, Davis marcou dois pontos e mais um em lance extra, e os Celtics embalaram no ritmo de sua torcida: 71 a 64.

O ritmo do jogo continuou frenético. Com a torcida incentivando a todo o momento, os jogadores dos Celtics mostravam mais brio para decidir o jogo. Se Kobe tentava fazer com que os Lakers voltassem à partida, uma cesta de três de Rasheed Wallace mostrou que o time da casa estava mais ligado no jogo. No fim, Glen Davis, Nate Robinson e Rajon Rondo deram a vitória para o time de Boston, para delírio das arquibancadas do TD Garden.

Boston 96, Los Angeles 89

TD Garden - Público: 18624


FINAL1234T
Lakers1629172789
CelticsWinner1923183696

Los Angeles Lakers

PlayerPOSMINFGM-A3GM-AFTM-AODTASTPFSTTOBSPTS
Ron ArtestF41:544-100-11-1437320019
Pau GasolF44:106-130-19-101563404221
Andrew BynumC12:101-20-00-0033010102
Kobe BryantG43:0410-226-117-80662527033
Derek FisherG30:313-60-20-1011241106
Lamar Odom
39:055-100-10-11671511010
Sasha Vujacic
7:000-10-10-0202100000
Shannon Brown
11:192-50-11-1000010005
Jordan Farmar
10:471-21-20-0022112103
Total
24032-717-2018-22826341323615389
Percentage

45.1% 35.0% 81.8%


Team Rebounds: 8

Boston Celtics

PlayerPOSMINFGM-A3GM-AFTM-AODTASTPFSTTOBSPTS
Paul PierceF36:167-120-15-71565315019
Kevin GarnettF26:305-130-03-33363322113
Kendrick PerkinsC24:413-50-00-0347020006
Ray AllenG41:284-110-44-40551310012
Rajon RondoG31:275-150-10-22353031010
Glen Davis
22:297-100-04-44150020018
Rasheed Wallace
21:451-51-10-0022051103
Tony Allen
18:271-40-11-1213131213
Nate Robinson
16:504-82-42-21122211012
Marquis Daniels
0:070-00-00-0000000000
Total
24037-833-1219-2316254115211212296
Percentage

44.6% 25.0% 82.6%


Team Rebounds: 10



O Adeus ao Mito, Serena vai às lágrimas após derrota no US OPEN e agradece a irmã Venus "sem você eu não existiria"

  Chegou ao fim uma das maiores carreiras de um atleta na história. Serena Williams, que havia anunciado que se aposentaria após o US Open, ...