quarta-feira, 16 de abril de 2014

Acessível apenas por rapel, maior caverna do mundo tem floresta e lago

 


Homem na caverna de Son Doong; são 150 m de altura (Foto: Ryan Deboodt/Divulgação/Oxalis)
Homem na caverna de Son Doong; são 150 m de altura (Divulgação/Oxalis)
A caverna de Son Doong, no Vietnã, é tão grande que comporta uma floresta inteira, um lago e um rio em seu interior. Com 9 km de extensão, 200 metros de largura e 150 metros de altura, ela é considerada a maior caverna do mundo, segundo a British Cave Research Association. O ranking leva em conta o volume -- calcula-se que algumas de suas mais de 150 câmaras comportariam um quarteirão inteiro de uma cidade, cheio de prédios de 40 andares.
Mas visitar esse lugar cobiçado pelos amantes do ecoturismo é para poucos. Para proteger a área, apenas 224 pessoas por ano têm permissão para fazer a visita – e, mesmo assim, é preciso estar acompanhado de uma equipe de guias e especialistas em segurança, além de pagar, no mínimo, US$ 3 mil (cerca de R$ 6,6 mil).
O passeio para até oito turistas é conduzido pela Oxalis, única agência autorizada a explorar o lugar. São seis dias de jornada: dois deles de caminhada dentro do parque nacional Phong Nha-Ke Bang, onde fica Son Doong, e os demais dentro da gruta.
Fósseis de 300 milhões de anos
Barracas no interior de uma das câmaras da caverna (Foto: Ryan Deboodt/Divulgação/Oxalis)
Barracas no interior de uma das câmaras da caverna (Foto: Ryan Deboodt/Divulgação/Oxalis)

Os participantes do passeio vão com roupas especiais, capacetes, cordas e lanternas. É preciso ter bom preparo físico: a única forma de entrar na caverna, que tem difícil acesso, é descer 80 metros de rapel.
Lá dentro, monta-se um acampamento. Há banheiros improvisados, mas não dá para tomar banho. “Você vai ficar sujo. Vamos levá-lo a algumas áreas com água, mas não espere muito conforto. É um acampamento dentro de uma caverna!”, avisa o site da agência. Também é preciso ir preparado para encontrar, eventualmente, aranhas e cobras.
Mas o passeio promete compensações. Entre elas, a chance de ver penhascos de 250 metros de altura, estalactites e estalagmites também enormes, um lugar chamado “Jardim do Éden” e outro conhecido como “Grande Muralha do Vietnã”, além de fósseis de 300 milhões de anos de idade.
Príncipe
Homem na frente da caverna (Foto: Ryan Deboodt/Divulgação/Oxalis)
Homem na frente da caverna (Foto: Ryan Deboodt/Divulgação/Oxalis)

Estima-se que a caverna de Son Doong tenha sido criada há 2,5 milhões de anos, pela ação da água do rio erodindo no arenito dentro da montanha.
A gruta fica perto das montanhas Annamite, na província de Quang Binh, próxima à fronteira do Vietnã com o Laos. A cidade mais próxima é Son Trach. O nome Son Doong significa “rio da montanha”.
Neste ano, a primeira pessoa a explorar a caverna foi o príncipe de Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos.


domingo, 13 de abril de 2014

O curioso caso de Fabio Porchat contra Rachel Sheherazade – Caixa é coisa do passado. Campanha agora é “Vem pedir cabeças você também!”


11/04/2014
 às 17:36 \ Cultura

 

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Agora sabemos. A pressão para calar Rachel Sheherazade não é do Sindicato dos Jornalistas do Rio, presidido pela militante do PSOL Paula Mairán, ex-assessora de Marcelo Freixo e coordenadora de sua campanha à Prefeitura em 2012, que jamais saiu em defesa de Sheherazade quando Paulo Ghiraldelli desejou o seu estupro, mas emitiu prontamente nota, após seu comentário sobre o bandido amarrado no poste, acusando-a de “apologia à violência quando afirmou achar que ‘num país que sofre de violência endêmica, a atitude dos vingadores é até compreensível’”. Não é da bancada do PSOL no Congresso que protocolou em fevereiro uma representação para que ela e o SBT respondam civil e criminalmente por apologia ao crime. Não é de seu líder Ivan Valente, que transformou o “compreensível” de Sheherazade em “mandar torturar, matar, assassinar” – aquelas coisas que um dos fundadores do próprio PSOL, o terrorista italiano Achille Lollo, não precisava mandar ninguém fazer. Não é da bancada do PCdoB na Câmara que entrou em março com representação também contra a apresentadora e a emissora por crime de apologia e incitamento ao crime, à tortura e ao linchamento. Não é tampouco de sua líder, a deputada Jandira Feghali, que pediu ainda à Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República que reveja as verbas publicitárias repassadas pelo governo ao SBT e, quase ao estilo do ditador da Venezuela apoiado pelo seu partido, Nicolás Maduro, declarou: “Ou tira do ar a jornalista, ou recebe punição.” Nada disso. A pressão, na verdade, “é das pessoas mesmo”.
É o que acha o humorista Fábio Porchat, o garoto-propaganda da Caixa Econômica Federal.
Captura de Tela 2014-04-11 às 18.10.58Com tamanha precisão de linguagem, não sei como o IPEA não contrata este rapaz. “Por trás dos partidos e da política, há pessoas!”, lembrou-lhe Sheherazade, em parte de sua resposta no Twitter. Se eu fosse Ivan Valente ou Jandira Feghali, entraria com representação contra Porchat pela sugestão de que não sou uma delas. Transformaria o tuíte em xingamento, ofensa, calúnia, injúria e difamação, e nunca mais demonstraria como a frase original se enquadra nessas acusações nem consideraria qualquer esclarecimento posterior, mas apenas repetiria no plenário e em mil entrevistas que ele cometeu um crime inaceitável contra a minha honra e merece ser punido pelos seus empregadores. Mas ufa. Eu não sou Ivan nem Jandira. E sei que eles não tentam assassinar a reputação de seus miguxos ideológicos. O papai homônimo do garoto da Caixa, o ex-deputado Fábio Porchat, não vai precisar pedir uma ajudinha ao senador Álvaro Dias (PSDB-PR) no Congresso, como fez após as supostas ameaças que o filho teria recebido por ironizar policiais militares em vídeo que circula na internet.
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“Tomara que não tentem calar suas piadas também!”, acrescentou Sheherazade, que recebeu da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) o Diploma de Honra ao Mérito no último dia 9 [vídeo ao fim do post]. “Seria uma lástima!”, concluiu, demonstrando pela enésima vez o abismo moral entre o militante esquerdista (voluntário ou involuntário, consciente ou inconsciente) que, na prática, endossa a censura do adversário pelo expediente de conferir a ela a legitimidade de um movimento popular espontâneo e a apresentadora conservadora cristã que, não desejando aquilo em hipótese alguma nem mesmo para o militante que se empenha em calá-la, alerta que ele um dia também pode ser vítima do método que endossa. O comunista Karl Radek, um dos pais da campanha contra a “moral burguesa”, acabou, sob as ordens de Stalin, internado em presídio para delinquentes juvenis, onde morreu surrado e pisoteado pelos filhos da sua revolução sexual. Sempre que um conservador alerta militantes sobre o seu papel de idiota útil na radicalização de regimes revolucionários, é como se dissesse: Lembrem-se de Karl Radek.
Mas como podem os Porchats de hoje “lembrar” de Karl Radek se não “lembram” sequer que, durante a ditadura militar, socorrer e proteger presos políticos foi uma das ocupações mais constantes dos intelectuais de direita, entre os quais Nelson Rodrigues, Adonias Filho, Josué Montello, Antônio Olinto, Gilberto Freyre e Paulo Mercadante? Já escrevia Olavo de Carvalho:
Para cúmulo de ironia, o mais célebre e aguerrido defensor de presos políticos naquela época foi o advogado Heráclito Sobral Pinto, um católico ultraconservador que confessava e comungava todos os dias e, quando não estava tirando gente da cadeia, estava escrevendo furiosas diatribes contra o Concílio Vaticano II. Hoje seria chamado de ‘fundamentalista’ e jogado no lixo com a multidão dos outros ‘ninguéns’. O que nunca se viu no mundo foi o beautiful people comunista correr em massa para estender a mão a perseguidos da ditadura soviética, chinesa, húngara, polonesa, romena ou cubana. Ao contrário, sempre que aparecia algum foragido revelando as torturas e padecimentos sem fim sofridos nos cárceres comunistas, a gangue toda se reunia, não raro em escala mundial, para achincalhá-lo como ‘agente do imperialismo’.
Rachel Sheherazade recebe Diploma de Honra ao Merito da CMJPHoje a “gangue” a serviço da ditadura do discurso único se reúne até no Twitter para achincalhar as vozes dissidentes. O célebre texto do pastor protestante Martin Niemöller (1892-1984), que se atribui ora a Maiakovski, ora a Bertolt Brecht, ora ao brasileiro Eduardo Alves da Costa, já sintetizava para a posteridade o quanto o estado anestésico de ignorância e indiferença gerais é o ambiente ideal para a progressão da barbárie. Ele escreveu:
Um dia, vieram e levaram meu vizinho, que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho, que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei. No terceiro dia, vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram. Já não havia mais ninguém para reclamar.
Como Porchat – o destemido piadista anticristão que não faz piada com o fundador do islamismo porque não quer que explodam a sua casa - não é conservador nem de direita, ele não se incomoda que os socialistas venham e levem a voz de Sheherazade. Para quem não gostou do que ele disse, o garoto da Caixa lançou até a campanha “adote a Rachel…”, coisa que centenas de milhares de brasileiros decerto fariam alegremente, dados seus encantos e valores conservadores, condizentes aos da maioria da população, como apontam as pesquisas há anos, apesar dos esforços transformadores por parte dos militantes do show business, inclusive em criar e recriar, dia após dia, “uma imagem hedionda do ‘reacionário’”, como fizera aquele amigo de Nelson Rodrigues que ficou “besta” ao descobrir que Gustavo Corção tinha sentimentos:
fabiopochatEle imaginava, escreveu Nelson, que, se o Corção passasse a mão pela face, havia de sentir a própria hediondez. Nunca lhe ocorrera que aquela besta-fera pudesse ter costumes, usos, gestos, como outro qualquer. Impossível um Corção tomando cafezinho ali na esquina; inadmissível uma gargalhada do Corção, ou um assovio do Corção. E aquele Corção pai, simplesmente pai, e simplesmente terno, e simplesmente infeliz, e simplesmente órfão do próprio filho, contrariava toda uma imagem feita de palavrões, de insultos, de baba.
“Não dá para começar um diálogo com alguém que acha ok amarrar pessoas no poste”, babou Porchat, com sua precisão digna das cartilhas psolistas de Freixo, nas quais não se diz que essas “pessoas” são os “bandidos” justamente para fazer o adversário parecer mais cruel do que eles. Porchat ignora que “Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito”, como afirma o artigo 301 do Código de Processo Penal. A turma dos “direitos humanos” finge não saber que amarrar no poste é uma das formas de prender um bandido, como o delegado Antônio Abreu Mendes da 2ª DP de Florianópolis confirmou em outro caso, e achar isso ok nada tem a ver com defender seu linchamento, coisa que Sheherazade nunca fez, conforme esclareceu inúmeras vezes. Mas compreendo que quem acha ok a censura não queira dialogar com quem acha ok uma lei.
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Nada mais vil e mesquinho do que pedir a cabeça de alguém“, já dizia Diogo Mainardi sobre os leitores que sugeriam à VEJA a sua demissão, “mas é assim que se manifesta a discordância no Brasil. Imagino que seja a herança de séculos e séculos de regimes autoritários, da escravidão à ditadura militar. Não cultivamos o hábito da contraposição, mas o da pura e simples supressão.
E se a supressão é endossada em nome das “pessoas mesmo” por um garoto-propaganda de estatal, cujo pai pediu ajuda ao Congresso quando precisou proteger seu filho da sanha autoritária alheia, aí a vileza e a mesquinharia alcançam níveis que só a moral esquerdista pode alcançar. Nada mais vil, mesquinho, cínico, estúpido, covarde e representativo do esquerdismo atual do que as tuitadas de Fabio Porchat. A Caixa é coisa do passado.
A verdadeira campanha dessa gente é: ”Vem pedir cabeças você também!”
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sábado, 5 de abril de 2014

Balão da Google com Wi-Fi dá volta completa na Terra em 22 dias



Projeto que começou em 2013 com uma experiência na Nova Zelândia ainda está em fase de testes.
Foto: Divulgação

Um dos balões de ar quente com os quais a Google pretende levar internet a áreas desconectadas do planeta completou uma volta inteira na Terra em apenas 22 dias. O modelo de nome Ibis-167 surpreendeu a expectativa do time por trás do chamado Projeto Loon, que esperava ver a façanha realizada apenas após 33 dias.
O Projeto Loon está sendo desenvolvido no Google X, laboratório secreto da companhia de onde saíram os óculos inteligentes Glass e os carros que funcionam sem intervenção humana. A ideia da Google é espalhar pela estratosfera - a 20 mil metros do chão, acima das nuvens, portanto - diversos balões de ar quente munidos de antenas. Segundo o projeto, os balões vão compartilhar entre si acesso à internet de modo a gerar uma grande rede Wi-Fi. O projeto, que começou em 2013 com uma experiência na Nova Zelândia, ainda está em fase de testes.

“Desde junho, estamos usando utilizando dados sobre os ventos coletados durante os voos para aprimorar nossos modelos preditivos e, agora, podemos prever a trajetória dos balões com o dobro da antecedência. Além disso, a bomba que move o ar para dentro e para fora dos balões está três vezes mais eficiente, tornando possível alterar a altitude com mais rapidez e aderir a correntes de vento em outras direções”, escreveu a equipe do Loon em post na internet.
O Ibis-167 está em sua segunda viagen. A Google planeja realizar diversas outras para testar modelos diferentes de balões e descobrir a exata durabilidade dos equipamentos.
O Facebook tem projeto semelhante ao da Google mas, em vez de balões, a rede social quer disseminar internet por meio de aeronaves não-tripuladas (drones) e lasers. Com maior acesso à rede no planeta, as duas empresas esperam expandir ainda mais sua base de usuários.


quarta-feira, 2 de abril de 2014

Pílulas do Dia Seguinte: Sepang-14

 
 
“Como vocês fizeram isso com o Felipe?” A pergunta do repórter da Sky britânica para Claire Williams traz embutido o conceito que a F-1 tem do brasileiro. Uma dose de simpatia, afinal Massa é um sujeito bacana, sorridente, divertido. Um quê de curiosidade, pois a categoria também se pergunta o que ele pode fazer fora da Ferrari. Mas, principalmente, compaixão. Há um indisfarçável sentimento de pena nas perguntas do repórter. “Poxa, depois de tudo o que ele passou na Ferrari...” Há o lado positivo: Massa conta com o apoio do paddock. Há o lado negativo: pilotos vistos como de ponta despertam sensações diferentes. A F-1 tratou Massa da forma como fez com Webber na mesma Malásia, em 2013. A comparação vale até pelo distanciamento: sabemos a imagem que o australiano tinha;
Para mudar esta imagem, para voltar ao patamar de 2008, para ser respeitado como piloto de ponta, Massa precisa se impor. O que ele fez ontem é uma parte desse processo. Merece aplausos, elogios, confetes.
Massa peitou a equipe, exorcizou um velho fantasma, tirou um peso dos ombros. Mas isso não basta. O mais importante é andar na frente de Bottas a ponto de não ser ameaçado pelo companheiro, a ponto de evitar que cenas como as de ontem se repitam. O brasileiro queimou um cartucho na Malásia. Mas vai ficar feio se, no Bahrein, Bottas se aproximar de novo e pedir passagem;
 
Engenheiro da Williams, Rod Nelson disse que a equipe devolveria a posição a Massa caso Bottas falhasse na tentativa de ultrapassar Button. Ahamm...
 
Resolvi fazer contas. Tomei como base as dez voltas finais, quando Bottas já havia feito seu último pit e se juntou a Massa e Button. Comparei os tempos dos três. O finlandês foi o mais rápido em sete voltas, da 47ª à 52ª e na 54ª. Massa foi o mais rápido na 53ª e na 56ª. Button só acelerou mais na penúltima volta. O tempo médio de volta de Button, neste trecho da prova, foi 1min46s382. O de Massa, 1min46s440. O de Bottas, 1min46s159;
A pergunta que não quer calar. Bottas passaria Button? Na 47ª volta, ele estava 3s814 atrás do inglês. Há duas maneiras de tentar responder...
 
Se usarmos como base os tempos médios já citados, o finlandês levaria 17 voltas para chegar em Button. A resposta é não. Mas esse não um cálculo justo. Afinal Massa estava entre eles, e o finlandês não acelerou tudo o que podia;
 
Outra possibilidade é tomar como base a melhor volta do finlandês e a pior do inglês no período, excluída a última, quando ambos fizeram tempos muito acima da curva. A melhor de Bottas, 1min45s783. A pior de Button, 1min46s635. Diferença de 0s852. Na hipótese de o cenário se manter constante, Bottas levaria 4,5 voltas para encostar no inglês. Ainda teria que tentar uma ultrapassagem. No mundo real, porém, sabemos que Button aceleraria quando visse o finlandês no retrovisor. Bottas levaria mais algumas voltas para se aproximar. Eram apenas dez em jogo. Não, ele não passaria;
 
Em tempo, antes que falem em “conspiração” ou puxada de tapete: há tempos já estava decidido que Nasr pilotará o carro de Bottas no primeiro treino no Bahrein, na sexta;
 
Por fim, com todo o respeito aos envolvidos: levar sal do Bottas não dá;
 
Não bastassem todo os reveses na prova, Ricciardo estreou um novo item do regulamento. Em 2014, o piloto que é liberado dos boxes de “forma insegura” leva, além do stop & go, punição de dez posições no grid da próxima prova. A equipe ainda levou uma reprimenda porque um mecânicos atuou no pit sem capacete. Não foi um domingo fácil;
 
Gostei da postura de Magnussen. O dinamarquês saiu do carro fulo da vida com ele mesmo, com o toque em Raikkonen no começo da prova. “Peço desculpas à equipe pela besteira que fiz. Poderia ter conquistado bons pontos hoje, então estou desapontado pelo erro que cometi.” Não, ele não ficou fora dos pontos. Chegou em nono. Mas não achou suficiente. Parece ser mesmo um garoto especial;
 
Registre-se: décimo colocado, Kvyat também manteve o desempenho 100% nos pontos de sua curta carreira na F-1;
 
Foi a primeira dobradinha da Mercedes na “era moderna”. A última havia sido no GP da Itália de 55, em Monza, com Fangio e Taruffi;
 
“É o melhor carro que já pilotei”. A frase é de Hamilton. Pode soar exagerado, mas tem apoio nas estatísticas. Foi a primeira vez que emplacou um “grand chelem”: pole, melhor volta e vitória liderando todas as voltas. É o 23º piloto na história a conseguir o feito. O recorde é de Clark, que conseguiu a façanha oito vezes;
 
Líder do campeonato, Rosberg alertou para o crescimento da Red Bull: “O último dia de testes foi há algumas semanas e eles não eram nada. Agora, Vettel já chegou perto de mim. É impressionante”. Lauda bateu na mesma tecla: “Temos que prestar muita atenção à maneira como a Red Bull está evoluindo. Eles já são claramente a segunda força”.

Em tempo: Hulkenberg foi o melhor piloto do domingo. E Kobayashi merece menção honrosa.
 

O Adeus ao Mito, Serena vai às lágrimas após derrota no US OPEN e agradece a irmã Venus "sem você eu não existiria"

  Chegou ao fim uma das maiores carreiras de um atleta na história. Serena Williams, que havia anunciado que se aposentaria após o US Open, ...