A primeira vez o torcedor nunca esquece. Botafogo e Flamengo nunca haviam se enfrentado no Engenhão, e o clássico realizado na tarde deste domingo teve todos os ingredientes que o transformaram no de maior rivalidade no futebol carioca nos últimos anos. Confronto entre a torcida rubro-negra e a Polícia Militar no lado de fora do estádio, tensão lá dentro, pênalti defendido por Bruno e até o mesmo o inusitado fato de o público presente ter sido menor que o número de ingressos vendidos - a explicação dos responsáveis cai sobre torcedores compraram o seu bilhete mas desistiram de assistir ao jogo, ou sobre cambistas que não conseguiram se desfazer dos seus. A única coisa que não mudou foi o resultado da partida. No fim das contas, nova vitória do clube da Gávea, desta vez por 1 a 0.
Já são dez partidas de jejum do Glorioso (sete derrotas e três empates) contra o arquirrival. A última vez que a torcida alvinegra pôde comemorar foi no dia 14 de abril de 2008, quando o time venceu por 3 a 0 na semifinal da Taça Rio, segundo turno do Campeonato Carioca. Com o resultado, o Flamengo manteve a quinta colocação, agora com 51 pontos, a um do G-4 e três a menos que o líder Palmeiras, entrando de vez na briga não apenas por uma vaga na Taça Libertadores de 2010, mas também do título. Já o Botafogo continua na zona de rebaixamento, com 32 pontos, mas agora em 18º lugar - o time acabou ultrapassado por Santo André e Náutico, que venceram na rodada, chegaram ao mesmo número de pontos, mas levam vantagem no número de vitórias (oito contra seis).
As duas equipes voltam a campo na próxima quarta-feira, e ambos sem os seus respectivos maestros: Lucio Flavio e Petkovic receberam o terceiro cartão amarelo e terão de cumprir suspensão automática - o meia rubro-negro ainda deixou o campo após sentir uma lesão no músculo posterior da coxa direita. O Alvinegro recebe o Náutico, às 19h30m, no Engenhão, em um confronto direto na briga contra o rebaixamento nesta reta final do Brasileirão. Já o Flamengo vai a São Paulo, onde enfrenta o Barueri, na Arena, às 21h50m.
Com um público muito aquém do esperado, as equipes entraram em campo buscando o ataque desde o início. O Rubro-Negro contava com o trio formado por Petkovic, Zé Roberto e Adriano, enquanto o Alvinegro começou com Reinaldo ao lado de Jobson e André Lima na frente. Duas formações ofensivas, mas o melhor momento do time visitante acabou prevalecendo. Aos cinco, Juan foi à linha de fundo e cruzou para o meio da área. Fierro, sem marcação, concluiu para fora. No minuto seguinte, Zé Roberto aproveitou rebote da defesa adversária e chutou com perigo, à esquerda de Jeferson. O camisa 22 voltou aparecer em seguida, aos sete, quando aproveitou o espaço pelo lado esquerdo para entrar na área. O goleiro botafoguense saiu bem para ganhar a jogada.
A resposta dos donos da casa veio na sequência. Aos oito, Reinaldo arriscou de longe, e Bruno espalmou a escanteio. Após um início eletrizante, os dois times colocaram o pé no freio, e a partida passou a ficar mais disputada no meio-campo. O Botafogo chegou com perigo ao 13 e aos 17, com Batista chutando com perigo de fora da área, e Reinaldo cabeceando à direita do gol. A partir daí, predomínio total do Rubro-Negro, que pressionou até abrir o placar e ainda poderia ter ido para o vestiário com uma vantagem maior. Aos 23, Toró errou o chute, mas a bola acabou nos pés de Adriano, que dominou e chutou para a segura defesa de Jefferson. Um minuto depois, Fierro cruzou da direita, e Zé Roberto, sem marcação, cabeceou mal, por cima do travessão.
Foi apenas um ensaio. Diante de um Alvinegro nervoso e com medo de arriscar, o Flamengo se aproveitou exatamente de um erro do sistema defensivo do rival. Aos 31, Wellington vacilou ao tentar cortar uma bola pelo alto, e Adriano partiu com tudo para cima. O Imperador ganhou na força de Juninho e do próprio Wellington, mesmo com um involuntário toque na bola com o braço esquerdo, e chutou sem chances para Jefferson: 1 a 0, e o atacante descarregava a raiva declarada porque estava há duas partidas sem marcar. Aos 38, Petkovic limpou jogada na área rubro-negra e fez lançamento espetacular para Fierro. O chileno tabelou com Zé Roberto, recebeu livre na área e chutou para fora, rente à trave esquerda, perdendo chance incrível.
Os times voltaram sem alterações para a segunda etapa, mas o Alvinegro retornou com outra postura, criando mais oportunidades. Logo aos três minutos, Lucio Flavio cobrou falta da direita, e André Lima, livre de marcação na entrada da pequena área, concluiu sem direção. Aos seis, o camisa 9 acertou a pontaria, mas Bruno apareceu para realizar ótima defesa. Enquanto os anfitriões buscavam o ataque somente na base da vontade, o Flamengo, mais bem armado, dominava o meio-campo e sempre saía com perigo para o campo adversário. Aos dez, o retrato fiel do nervosismo alvinegro: Batista deu ótimo passe na esquerda para Jobson, mas o atacante chutou de maneira bisonha. A bola saiu pela linha lateral.
Com a entrada de Victor Simões no lugar de Batista, e a saída de Petkovic para a entrada de Gil, o Botafogo passou a ter mais posse de bola e encurralou o rival no campo de defesa. Aos 19, em seu primeiro lance na partida, Victor Simões chutou de primeira, após tabela com André Lima, e Bruno apareceu muito bem mais uma vez. Três minutos depois, brilhou a estrela do o camisa 1 rubro-negro. Pouco depois de os jogadores alvinegros reclamarem um toque de mão de Toró na área, o árbitro Luiz Antônio Silva dos Santos viu falta inexistente de Airton em André Lima. Pênalti mal marcado que Lucio Flavio cobrou aos 25 para a defesa do goleiro.
Aos 33, Lucio Flavio desceu pela esquerda e cruzou rasteiro para o meio da área. Victor Simões fez o corta-luz para André Lima, que soltou a bomba, mas isolou. O Botafogo seguiu pressionando em busca do gol de empate, que o tiraria do Z-4, mas foi o Flamengo, mesmo encurralado durante os 20 minutos finais, que quase balançou as redes. Já nos acréscimos, Zé Roberto desceu livre pela direita e chutou para Jefferson fazer ótima defesa. No rebate, Gil, com o gol aberto a sua frente, concluiu de maneira ridícula para fora. E não faria diferença alguma mesmo.
Pet comemora um dos seus gols na vitória do Flamengo sobre o Palmeiras
No confronto entre duas estrelas da nova geração, Diego Souza e Adriano viram brilhar o talento de um veterano de 37 anos. Com boa atuação de Petkovic, o Flamengo venceu o líder Palmeiras por 2 a 0, neste domingo, no Palestra Itália, se aproximou do G-4 e colocou ainda mais fogo no Campeonato Brasileiro, restando apenas oito rodadas para o final. O sérvio marcou dois gols, um deles em jogada individual no primeiro tempo e ainda fez um olímpico na etapa final: o árbitro tinha anotado o gol para Ronaldo Angelim, que tentou desviar a bola, mas voltou atrás em seguida. Foi a primeira derrota do líder dentro do Palestra Itália neste Nacional. O atacante palmeirense Vagner Love ainda desperdiçou uma cobrança de pênalti nos minutos finais.
Esta foi a terceira chance de disparar na ponta da tabela perdida pelo Verdão (vinha de derrota para o Náutico e empate em casa com o Avaí). Por sorte, a distância para o segundo colocado caiu apenas um ponto. O time permanece com 54, quatro a mais que o Atlético-MG, que assumiu o posto ao derrotar o São Paulo, no Morumbi.
Já o Rubro-Negro vive momento totalmente contrário. São agora nove partidas sem perder (seis vitórias e três empates), desempenho que coloca o time do Rio de Janeiro na quinta colocação, com 48 pontos, um a menos que o Tricolor paulista, último a se garantir na Taça Libertadores de 2010 neste momento.
O Palmeiras tentará a reabilitação contra o Santo André, quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), no estádio Bruno José Daniel, no ABC paulista. O Flamengo faz o clássico contra o Botafogo, domingo, às 18h30m, no Engenhão, no Rio de Janeiro.
Com a estratégia mais cautelosa do Flamengo, com apenas Adriano e Petkovic sem obrigação de marcar, o Palmeiras começou a partida apostando na velocidade para surpreender. A primeira boa oportunidade surgiu pelo alto. Logo aos dois minutos, o zagueiro Danilo lançou da intermediária, Diego Souza apareceu por trás da zaga e cabeceou com perigo, à direita do goleiro Bruno.
O Verdão, porém, sofreu para colocar a boa no chão por causa da marcação adversária. Willians e Zé Roberto grudaram em Souza e Edmílson, respectivamente, enquanto Maldonado seguiu Cleiton Xavier e Toró foi a sombra de Diego, impedindo os paulistas de criarem para a dupla de ataque formada por Robert e Vagner Love.
O problema fez o Palmeiras insistir no jogo aéreo. Aos 20, quase deu certo novamente. Armero avançou pela esquerda e cruzou. Robert cabeceou sem marcação, mas a bola tocou no gramado e encobriu a meta. A resposta carioca foi fatal, aos 23, na primeira finalização da equipe no jogo. Petkovic tabelou com Juan, invadiu a área, driblou Edmílson e Danilo e bateu no canto direito alto de Marcos. Um golaço.
Com a desvantagem, o Palmeiras se lançou ao ataque. Aos 27, após cobrança de escanteio pela esquerda, Danilo se antecipou à marcação e cabeceou por cima. Vagner Love também teve a chance dele, aos 34. Na entrada da área, ele passou pela marcação e disparou uma bomba, mas Bruno voou e espalmou para escanteio espetacularmente.
O Palmeiras voltou para o segundo tempo tentando sufocar, mas levou de cara dois grandes sustos. Aos três, em contra-ataque, Léo Moura recebeu de Adriano, invadiu a área e bateu rasteiro. Marcos salvou com os pés e ainda conseguiu agarrar a bola antes que o Imperador finalizasse. No minuto seguinte, Petkovic aplicou belo drible em Edmílson, avançou e chutou à esquerda de Marcos.
Os lances acabaram com o ímpeto do Verdão. Diego Souza e Cleiton Xavier, em tarde de pouca inspiração, continuaram sendo presas fáceis para a marcação. Para piorar, o Flamengo fez o segundo, novamente em grande estilo com Petkovic, aos 16. O gringo cobrou escanteio pela esquerda, Ronaldo Angelim tentou desviar, a bola passou entre as pernas de Wendel e entrou. Marcos ainda tentou evitar, mas não conseguiu. Gol olímpico, que árbitro Sandro Ricci chegou a anotar como do zagueiro, mas voltou atrás logo depois.
Com a desvantagem, Muricy Ramalho tentou dar mais velocidade ao sistema ofensivo: sacou Robert e colocou Ortigoza. Aos 24, em falta sofrida pelo paraguaio na intermediária, o Palmeiras teve seu melhor lance na etapa final até então. Diego Souza cobrou falta por cima da barreira e o goleiro Bruno espalmou.
Nos contra-ataques, o Flamengo voltou a levar perigo e poderia ter até ter aumentado o placar. Aos 31, Zé Roberto recebeu de Petkovic e foi levando a bola para a entrada da área e chutou forte e a bola explodiu no travessão, com Marcos adiantado.
Restando mais de dez minutos para o encerramento da partida, a torcida do Palmeiras começou a deixar o Palestra Itália, vaiando a equipe e reclamando do técnico Muricy Ramalho. Alguns, aliás, não viram o Palmeiras perder mais uma chance. Aos 40, Wendel cruzou para a área e o árbitro marcou pênalti de Ronaldo Angelim em dividida pelo alto com Ortigoza. Vagner Love bateu e, ao melhor estilo Roberto Baggio, mandou a bola e esperança do torcedor para as alturas.
Muricy ainda tentou com a entrada de Marquinhos no lugar de Souza. Mas, até o fim, o Flamengo tocou a bola, administrou o placar e voltou para o Rio de Janeiro sonhando com a Libertadores e, quem sabe, até com o título.
Quanto mais água, melhor. Rubens Barrichello mostrou mais uma vez, neste sábado, que a pista molhada é seu território favorito na Fórmula 1. Em um treino dramático, com longas interrupções por causa chuva e reviravolta no último minuto, o brasileiro cravou a pole position do GP do Brasil com o tempo de 1m19s576. Para aumentar ainda mais a festa verde-amarela em Interlagos, o inglês Jenson Button, rival de Rubinho na luta pelo título, larga na 14ª posição.
Apesar da chuva, os helicópteros de resgate conseguiram teto para sobrevoar o autódromo, e o treino começou pontualmente às 14h. Vettel foi o primeiro na pista, levantando água à frente de Romain Grosjean, da Renault, e Giancarlo Fisichella, da Ferrari, que logo rodou. O italiano da Ferrari teve seu carro rebocado e abandonou a disputa. Com quatro minutos de treino e apenas sete corredores completando voltas, as atividades foram interrompidas por 14 minutos.
Na volta, com uma leve trégua da chuva, os pilotos se lançaram à pista no desespero de conseguir bons tempos enquanto a água permitia. Hamilton foi o primeiro a pular na frente, mas era apenas o começo de um momento delicado para o piloto inglês, que acabaria fora da disputa no Q1. Rosberg, Nakajima, Raikkonen, Kubica e Barrichello ocuparam as primeiras posições. Dos boxes, veio a orientação para arriscar tudo naquele momento, porque viria mais chuva pela frente.
A um minuto do fim do Q1, Hamilton desistiu de sua volta e, apenas com o 18º melhor tempo (1m25s192), ficou fora da disputa pela pole, assim como seu companheiro de McLaren, Heikki Kovalainen (1m25s052), que vai largar em 17º. A maior surpresa, no entanto, foi que a dupla ganhou a companhia de Sebastian Vettel. Ainda com chances de título, o alemão da Renault não conseguiu se classificar, com 1m25s009, e larga num decepcionante 16º lugar. Nick Heidfeld, da BMW Sauber, e Fisichella, também eliminados, completam o grid nas duas últimas posições.
Antes do Q2, mais uma pausa na esperança de que o tempo melhorasse. Os carros voltaram à pista quando faltavam três minutos para as 15h. Quinze pilotos lutavam para ficar entre os 10 que avançariam à terceira parte do treino. Mas a chuva não estava disposta a colaborar, e a primeira vítima foi Vitantonio Liuzzi, da Force India, que aquaplanou e bateu forte no muro. O italiano disse no rádio que estava tudo bem e saiu do carro acenando para a torcida.
O treino parou de novo às 15h02m e, por mais de uma hora, só um carro foi para a pista: o safety car, que fez várias inspeções até que a organização do GP liberasse o reinício das atividades. Já eram 16h10m quando os motores voltaram a roncar. Faltavam pouco mais de 12 minutos no Q2, e a margem de erro era cada vez menor.
A quatro minutos do fim do Q2, Barrichello era o quinto colocado, e Button estava em 11º, fora da zona de classificação. O inglês não conseguiu melhorar sua posição e, com 1m22s504, fora da superpole, larga em 14º lugar. Rubinho foi sendo superado pelos adversários, mas se segurou na 10ª posição com 1m21s659 e ganhou mais uma chance de melhorar na terceira etapa. Além de Button, foram eliminados no Q2 Kamui Kobayashi (Toyota, 11º), Jaime Alguersuari (STR, 12º), Romain Grosjean (Renault, 13º) e Liuzzi, que bateu e ficou em 15º.
Com a pista em condições melhores, 10 pilotos avançaram para a superpole. Rubinho já tinha garantido quatro posições de diferença para Button e tentava ampliar essa vantagem. Logo de cara, o brasileiro pulou para o primeiro lugar, com 1m21s167, mas logo foi ultrapassado por Rosberg, Trulli, Kubica, Webber e Raikkonen. Logo em seguida, Rubinho respondeu com três voltas rápidas, enquanto Webber também acelerava na luta pela pole.
Na última volta, o desfecho dramático. Webber cravou 1m19s668, e Barrichello precisava de um quase-milagre para bater o australiano da Renault. Com a pista molhada, no entanto, o brasileiro estava em casa. Na última volta, levantando água, ele marcou o tempo de 1m19s576 e fez explodir a torcida em Interlagos.
Ao sair do carro, Rubinho já ergueu os braços em direção à torcida. Acenou para os fotógrafos, cerrou os punhos e vibrou muito com uma pole position heroica.
Gente de peso participando do novo filme dos Ultras, o Primeiro Ministro Japonês Junichiro Koizumi (foto e video) vai emprestar a sua voz para Ultra King e o lutador professional da NEw Japan Pro Wrestling, Masahiro Chono (foto abaixo) dara a voz ao Alien Reiblood.
Depois de chegar desacreditado e praticamente “aposentado”, Petkovic ressurgiu e neste sábado mostrou outra vez quão importante é para o Flamengo na vitória, de virada, por 2 a 1 sobre o São Paulo, no Maracanã. O camisa 43 fez um gol, de pênalti, e serviu Zé Roberto.
O resultado eleva para oito a série de partidas sem derrotas do Rubro-Negro e deixa a equipe com 45 pontos na tabela do Basileirão, ainda em sexto e momentaneamente a apenas dois do G-4. O triunfo fez justiça ao volume de jogo dos mandantes durante toda a partida.
Por sua vez, o São Paulo fica estacionado nos 49 pontos e pode ver a distância para o Palmeiras, que enfrenta o Náutico, chegar até os oito pontos.
O clima londrino de chuva quase ininterrupta desde quinta-feira no Rio de Janeiro estragou o planejamento de novo recorde de público, que pertence ao Fla-Flu do último domingo (78.409 pagantes). Mesmo assim, o Maracanã recebeu 57.210 pagantes (60.280 presentes).
Na próxima rodada, o Flamengo visita o líder Palmeiras, domingo. Um dia antes, o São Paulo recebe o Atlético-MG, no Morumbi.
A escalação ousada de Andrade com Juan no meio-campo e Everton na lateral tornou o lado esquerdo do Flamengo ainda mais perigoso do que o usual. Mas o São Paulo contragolpeou da mesma forma. Dagoberto, Júnior César e Richarlyson revezaram-se nas tabelas pela ponta esquerda.
A primeira chance clara foi dos mandantes. Aos dez minutos, Everton Silva cruzou da direita e Denis Marques, na entrada da pequena área, mas meio sem jeito, cabeceou por cima. O camisa 9 rubro-negro teve outra boa oportunidade aos 17. Ele dominou na intermediária, avançou e bateu com perigo, à direita da baliza. Na continuidade, o Rubro-Negro demonstrou força em dois lances. Após passe de Everton, Álvaro tentou o chapéu, mas Rogério Ceni fez a defesa. Logo depois, Pet cruzou para a área e Juan, de primeira, mandou para fora.
Mas os visitantes não perdoaram na primeira chance que tiveram. Dagoberto fez um excepcional lançamento, Ronaldo Angelim e Everton ficaram parados, e Hernanes aproveitou para driblar Bruno e rolar para o gol vazio, aos 26 minutos.
Aos 28, Zé Roberto cruzou da direita, Rogério Ceni espalmou para o meio da área e Juan, de direita, finalizou rasteiro. A bola entraria, mas Renato Silva salvou quase sobre a linha.
A torcida pediu Pet, e o camisa 43 desperdiçou a primeira cobrança. Mas o auxiliar mandou retornar porque Rogério Ceni se adiantou. Na segunda tentativa, o sérvio bateu à la Zidane na final da Copa do Mundo de 2006 e empatou, aos 21.
Um minuto depois quase o São Paulo cala o Maracanã novamente. Rodrigo encontrou Hugo dentro da área, mas o chute do apoiador saiu à esquerda da trave.
Aos poucos o Flamengo reorganizou o meio-campo e partiu para a pressão final. Pet chutou de fora da área, aos 34, e Rogério Ceni defendeu. O gol da virada viria no lance seguinte. Bruno Mezenga roubou a bola na intermediária e passou para Pet. Zé Roberto recebeu na ponta esquerda e bateu cruzado rasteiro.
A pressão do Flamengo permaneceu intensa. Aos 38, Everton Silva chutou forte da entrada da área e o goleiro são-paulino espalmou para fora. Os insistentes erros de Denis Marques irritaram a torcida e antes mesmo do intervalo o atacante foi vaiado. A última chance da primeira etapa foi rubro-negra. Petkovic, aos 45 minutos, bateu falta lateral, Angelim apareceu sozinho, cabeceou e Rogério salvou.
Nos números da primeira etapa a superioridade do Flamengo ficou evidenciada: nove finalizações contra duas do adversário. Porém, quem deixou o campo comemorando foi o São Paulo.
Em menos de dez minutos, Denis Marques irritou de tal modo a torcida que Andrade o substituiu por Bruno Mezenga. Dominando a partida, o Flamengo não conseguiu transformar a superioridade em gols. Por sua vez, satisfeito com o resultado, o São Paulo começou a retardar a partida desde os 15 minutos. Mas aos 16 surgiu o castigo. Mezenga disputou no alto e Toró foi derrubado por Jorge Wagner dentro da área.
A torcida pediu Pet, e o camisa 43 desperdiçou a primeira cobrança. Mas o auxiliar mandou retornar porque Rogério Ceni se adiantou. Na segunda tentativa, o sérvio bateu à la Zidane na final da Copa do Mundo de 2006 e empatou, aos 21.
Um minuto depois quase o São Paulo cala o Maracanã novamente. Rodrigo encontrou Hugo dentro da área, mas o chute do apoiador saiu à esquerda da trave.
Aos poucos o Flamengo reorganizou o meio-campo e partiu para a pressão final. Pet chutou de fora da área, aos 34, e Rogério Ceni defendeu. O gol da virada viria no lance seguinte. Bruno Mezenga roubou a bola na intermediária e passou para Pet. Zé Roberto recebeu na ponta esquerda e bateu cruzado rasteiro.
A Tsuburaya tem uma nova aventura do Ultraman Mebius, Ultraman Mebius Gaiden: Ghost Reverse.
Desta vez, monstros derrotados por decadas e que estão presos em uma especie de cemiterio são liberados. Durante a sua patrulha habitual Jack encontra estes monstros livres e acaba sendo brutalmente atacado por Redking, Gudon, King Zemira, Gimaira y Skydon...além de uma sombra misteriosa.
Seguindo o pedido de ajuda de Jack chegam Mebius, Ace, Leo e Hikari encontrando somente os vestigios de que alguna coisa muito ruim aconteceu com Jack.
Confirmando que serão 5 dvds sobre essa história, e que os dois primeiros serão lançados, o primeiro no dia 25 de novembro e o segundo no dia 22 de dezembro.
As 82.566 pessoas que foram ao Maracanã neste domingo, para assistir ao Fla-Flu, acompanharam mais uma grande exibição do atacante Adriano com a camisa rubro-negra. O Imperador fez os gols da vitória por 2 a 0 e chegou a 15 no Campeonato Brasileiro, ficando à frente de todos os concorrentes.
Após a sexta partida seguida sem sofrer gol, o Flamengo chegou a 41 pontos e segue mais vivo do que nunca na luta para chegar ao G-4. Agora são quatro pontos de distância.
Para o Fluminense, a derrota - a 14ª na competição - deixa a possibilidade do rebaixamento ainda mais cristalina. A equipe ocupa a lanterna, com 21 pontos, sete a menos do que o primeiro time fora da zona da degola, o Santo André. O Maracanã recebeu o maior público pagante do ano em todas as divisões do Brasileiro: 78.409. A marca anterior pertencia ao Vasco, no jogo contra o Ipatinga pela Série B.
Na quarta-feira, às 21h50m, o Flamengo enfrenta o Vitória, em Salvador. O Fluminense, em casa, encara o Corinthians.
As duas equipes entraram em campo com formações ofensivas, fazendo com que a partida começasse bastante aberta. A primeira boa jogada de ataque foi do Flamengo. Aos quatro minutos, Léo Moura fez bom lançamento para Zé Roberto, que invadiu a área e chutou na saída do goleiro Rafael. O camisa 1 tricolor fez a defesa e impediu o gol. Na cobrança de escanteio, Denis Marques mandou de cabeça, e a bola foi por cima do gol.
Aos nove, Adriano fez lançamento espetacular para Denis Marques, que arrancou sozinho mas se enrolou com a bola e foi desarmado por Diguinho. A resposta do Flu foi à altura: Alan recebeu passe em boas condições para finalizar, mas furou na tentativa de tocar por cima do goleiro Bruno.
O Rubro-Negro tinha mais posse de bola, e o Tricolor se fechava no campo de defesa para sair nos contra-ataques. Em um deles, aos 26 minutos, Adeílson tabelou e, da ponta esquerda, cruzou rasteiro para o meio da área. Alan apareceu como uma bala mas chutou por cima do gol. Grande chance perdida. Aos 30 minutos foi a vez de o Flamengo ameaçar novamente. Zé Roberto roubou a bola e, da ponta direita, cruzou para a área. A zaga tricolor fez o corte. Após cobrança de escanteio, Petkovic mandou para a área, e David subiu mais do que os adversários e desviou de cabeça. A bola, no entanto, foi por cima do gol.
Antes do fim do primeiro tempo, o Flu criou outra boa oportunidade. Aos 35, Adeílson foi lançado na direita e levou até dentro da área. O atacante se livrou com categoria de Léo Moura, mas o goleiro Bruno se antecipou e, com os pés, evitou que o jogador tricolor finalizasse.
O Flamengo voltou do vestiário com Willians no lugar do vaiado Denis Marques. E a primeira boa chance foi do Rubro-Negro. Petkovic achou Adriano sozinho na entrada da área e, de perna direita, o Imperador finalizou. Rafael voou e fez uma defesa de cinema.
O Fluminense foi ao ataque logo em seguida e reclamou de um pênalti. Conca cobrou falta para a área, Bruno saiu afobado e derrubou Digão, que tentava ir na bola. O juiz considerou o lance normal, para indignação dos tricolores.
Empurrado pelo seus seguidores, o Fla voltou ao ataque e foi recompensado. Aos seis minutos, Zé Roberto fez boa jogada e tocou para Adriano, que arrumou a bola para a perna esquerda e, marcado por dois defensores, chutou por baixo do goleiro Rafael: 1 a 0.
E havia mais show do Imperador. Aos 18 minutos, ele recebeu sozinho dentro da área e, com a calma de um verdadeiro artilheiro, chutou de perna direita: 2 a 0. O gol enlouqueceu os rubro-negros, que passaram a ironizar o rival gritando "Segunda Divisão".
Entre um gol e outro, um susto: o atacante Alan levou uma pancada na cabeça, em disputa pelo alto com o zagueiro David, e caiu desmaiado. Deixou o gramado em uma ambulância, foi encaminhado para um hospital para realizar tomografia, e nada foi constatado.
Aos 29, o Flamengo quase conseguiu aumentar. Zé Roberto invadiu a área e chutou com força, mas Rafael defendeu bem. Aos gritos de "olé", o Rubro-Negro ainda fez mais um, mas o árbitro anulou corretamente - pois Williams estava em impedimento no cruzamento de Adriano. Até o fim do jogo, o Fluminense ainda tentou diminuir o prejuízo, mas não conseguiu vencer a defesa do Fla.
A série A Família Walton, também conhecida por Os Waltons, foi criada por Earl Hamner Jr., baseada no livro Spencer's Mountain e no filme homônimo de 1963, com Henry Fonda e Maureen O'Hara.
Hamner viveu sua infância em Schuyler (Virginia) e dali retirou muitas histórias que foram apresentadas na série, onde o principal cenário é a Montanha Walton. A cidade, próxima de Rockfish, Virginia, é mencionada frequentemente no programa, bem como a cidade de Charlottesville.
A série A Família Walton foi exibida pela rede CBS entre 1972/81, totalizando 221 episódios, e surgiu após o sucesso de um filme feito para a televisão, chamado "The Homecoming: A Christmas Story" (1971).
Depois do fim da série, mais três filmes para a tevê foram exibidos em 1982 e três durante a década de 1990.
Atualmente, A Família Walton vem sendo reprisada no canal Hallmark dos EUA e do Reino Unido, além de ter sido lançada em DVD nos EUA.
O tema central da série é a vida de uma família no meio rural da Virginia (EUA), na época da Grande Depressão e depois da Segunda Guerra Mundial. Bem sucedida, a série dramática foi criada para contrastar com as sitcoms (comédias de situação como I Love Lucy), que mostravam famílias urbanas e seus problemas de uma grande metrópole.
Os executivos da Lorimar Television trabalharam para enfatizar dois pontos na série: o local onde as histórias se passam e o período em que elas ocorriam (a Grande Depressão). Desta forma, os produtores conseguiram transmitir ao público exatamente o clima que buscavam, ou seja, nostalgia e sentimentalismo muito fortes, apoiados pela excelente trilha sonora de Jerry Goldsmith.
Com isso, foi possível tratar de assuntos como crescimento dos filhos, namoro, casamento, escola, universidade, emprego, nascimento, envelhecimento, doença e morte, com mais seriedade e dramaticidade.
A Série
Uma família rural americana, constituída do casal John e Olivia Walton, seus sete filhos e os pais de John, Zebulon "Zeb" Tyler e Esther Walton, se esforça para viver decentemente durante as crises advindas da Grande Depressão e da Segunda Guerra Mundial. Sobrevivem apenas com o dinheiro ganho na serraria localizada na Montanha Walton, mantida por John Walton, Vovó Esther e Vovô Zeb, que são ajudados pelos filhos.
As aventuras e desventuras da família Walton é contada sob o ponto de vista de John Boy, o filho mais velho (17 anos), que aspira se tornar jornalista e novelista. Mesmo com toda a pobreza e dificuldades que a família encontra ao longo dos episódios, os Waltons lutam com muita união e conservam grandes sonhos.
Ocasionalmente, outros personagens bem carismáticos precisam de ajuda da hospitaleira família dos Walton. A montanha é habitada por numerosos personagens folclóricos, tais como as excêntricas irmãs Baldwin, que fabricam um tipo de aguardente muito apreciado pelos homens da comunidade, o casal dono do armazém e correio (Ike e Cora Beth Godsey); xerife Ep Bridges; Verdie Foster (uma trabalhadora mulher negra); e o ladrão de galinhas Yancy Tucker.
Na famosa cena que aparece ao final de todos os episódios, a casa da família é mostrada com as luzes apagadas durante o anoitecer, exceto uma janela no andar superior. Ouve-se brevemente as vozes de John Boy e Mary Elle comentando, na maioria das vezes de forma bem-humorada, os fatos narrados no episódio. Após, eles se despedem sempre da mesma maneira: "Boa Noite John Boy"; "Boa noite Mary Ellen".
Elenco
John Walton é o patriarca dos Waltons e trabalha na serraria da família. Normalmente, ele é mostrado com um bom e sábio homem, mas é também teimoso, impetuoso e sempre pronto para um novo desafio. Soldado veterano da Primeira Guerra Mundial, John não é muito religioso, algo que contrasta com a sua esposa Olívia.
Olivia Walton é calma, paciente e esposa amorosa, ao contrário de seu marido John, que é participativo e incisivo. Ela é de natureza gentil (disciplinadora quando preciso), e, como a vovó, envolvida com atividades da Igreja Batista. Por isso, Olívia é sempre a primeira pessoa que motiva os outros a ajudar estranhos e amigos em dificuldades.
Vovô Walton é chamado de "Zeb" pela esposa Esther. Ele passa seus dias ajudando John na serraria ou pescando, cochilando, ensinado ou brincado com as crianças. É muito ativo, com uma personalidade vibrante e sábia. Veterano da Guerra com a Espanha (assim como o próprio ator Will Geer na vida real), é um botânico amador. O personagem faleceu durante a 6ª Temporada, em função do falecimento do ator Will Geer. Assim como Geer e Martha Corrinne, a morte dos atores levou ao mesmo destino os respectivos personagens na série, não sendo substituídos por outros.
Vovó Esther tem um temperamento forte e sempre briga pelo que acha certo. Assim como seu marido, ela também serve de conselheira para a família e os amigos. Ficou conhecida pela expressão "Good Lord!" ("Bom Deus!", geralmente dita em momentos de surpresa, indignação ou ambos) e "You old fool!" ("Você é um velho tolo!", quando quer provocar seu marido). Ela é a organista da igreja. Em 1977, a atriz Ellen Corby sofreu um derrame, que passou para a história da personagem da Vovó. Ela deixou de ser um personagem recorrente depois da última metade da 5ª Temporada.
John Boy
John Walton Jr., melhor conhecido como "John Boy", é o filho mais velho dos sete filhos do casal John e Olivia. Frequentemente escreve pensamentos sobre sua família, amigos e as circunstâncias em torno deles. Geralmente dócil e um pouco quieto, John Boy revela por vezes possuir o mesmo temperamento do seu pai. Em várias ocasiões ele fica na defensiva ou frustrado. John Boy é muito conhecido por escrever em revistas e jornais. É o protagonista da série, geralmente abrindo e fechando os episódios, narrados ao estilo de "flashback". Durante a série, John se muda para Nova Iorque, se alista no exército e tem seus planos mudados. No filme "A Walton Wedding", se casa com uma amiga escritora, Janet.
Jason Walton é o segundo filho mais velho, um introvertido músico que passa os dias compondo canções para violão ou piano, algumas apresentadas no programa. No começo da 3ª Temporada, Jason entra para o Conservatório Musical de Kleinberg para aprender teoria muical e composição. Na temporada seguinte, ele arruma um emprego como músico do bar local chamado Dew Drop Inn. Na 5ª Temporada, Jason entra para a Guarda Nacional Americana.
Mary Ellen Walton é a terceira e a filha mais velha na linha por idade. Nas primeiras temporadas, ela é mostrada rebelde, imatura e um pouco masculinizada. David Doremus entra para a série como seu namorado "G.W." Haines. Ao casar com Curt, Mary perdeu algumas de suas características iniciais e se tornou mais madura. No início ela mantinha uma rivalidade com uma garota rica da cidade, Martharose Coverdale, que disputava G.W com ela. Na 5ª Temporada, Mary se casou com Curt Willard, o novo médico que veio para a cidade. Na última temporada, ela é vista com o professor de faculdade chamado "Jonesy".
Erin Walton é muito próxima de sua irmã Mary Ellen. É considerada a mais bonita da família e não gosta muito de estudar. Se apaixonou muitas vezes. Deixou a família para trabalhar como telefonista na 5ª Temporada e mais tarde terminou seus estudos. Se tornou secretária e casou-se com Paul Northridge, mas acabou se divorciando.
Ben Walton gosta de se meter em encrencas e fazer dinheiro fácil, tendo sempre que ser repreendido pelo seu pai. Tem dois filhos com uma garota chamada Cindy.
James Robert Walton, conhecido por Jim-Bob, é o mais jovem dos meninos. Ele é fascinado por voo e quer ser piloto; contudo, a necessidade de usar óculos prejudica seus sonhos. Ele se torna um mecânico de motores e abre sua própria oficina. Ele é proximo da irmã Elizabeth e teve várias namoradas, incluindo a filha adotiva de Ike e Cora Beth, Aimee Godsey. Jim-Bob tinha um irmão gêmeo, Joseph Zebulon Walton, que morreu no nascimento.
Elizabeth Walton começou na série como uma criança. Ela é muito falante, sensível e sempre escolhida para ser a babá de seus primos. Ao término da série, Elizabeth já era uma adolescente.
Corabeth Walton Godsey é uma prima distante de John, que chegou à montanha logo após a morte da mãe. Ela se casa com o amigo Ike Godsey e ambos adotam uma filha, Aimee. O casamento foi sem amor e por conveniência para diminuir a solidão de ambos. Corabeth é excêntrica, aspirante a dama da sociedade e uma dona-de-casa insatisfeita. Corabeth é vítima frequente de alcoolismo, depressão e alguma infidelidade.