terça-feira, 29 de setembro de 2009

NÃO AS OLIMPIADAS 2016

Isabel Swan, Eduardo Paes, Sérgio Cabral e Carlos Arthur Nuzman juntos no trem da alegria, mais de R$ 1.000.000,00 entre passagens, hospedagens e etc...

Durante a entrevista coletiva do Comitê Rio 2016 nesta terça-feira, em Copenhague, o prefeito Eduardo Paes destacou o trabalho de bastidores e disse que o momento de a cidade receber os Jogos Olímpicos é agora.

E os assaltos na cidade, 5% de aumento para o servidor da segurança pública, 15% de aumento que só vão ser incorporados em 15 anos para os professores, falta de hospitais, a Av. Brasil toda esburacada, a Dutra com engarrafamentos eternos, mendigos em todo lugar, bailes funks transformando-se em cultura, e a hora é essa de receber uma Olimpíada ?

Não é possível eles estão de brincadeira.




domingo, 27 de setembro de 2009

PASSEATA DA PEC 300 NA PRAIA DE COPACABANA REUNIU MAIS DE 3 MIL PESSOAS


Hoje na praia de Copacabana aconteceu mais uma passeata da PEC/300, com as presenças do Deputado Flavio Bolsonaro, do Deputado Arnaldo Faria de Sá, do Deputado Wagner Montes e outros bicões, a passeata reuniu aproximadamente 3000 pessoas entre Policiais, Bombeiros e familiares, com destaque para a presença do nosso ex Cmt Geral e provavelmente o último dos que realmente pensavam nos praças nosso Ubiratan Ângelo.
Com cantos, muita alegria e um sol escaldante, a galera que compareceu estava animada e esperando que nas próximas manifestações, os coleguinhas que não foram, possam dar umas poucas horas de contribuição para que o movimento cresça e sensibilize os Deputados e Senadores de Brasilia para a sua aprovação.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Bandai lança novos brinquedos já na onda do Ultraman Zero


E o novo filme dos Ultras vai rendendo, na foto a o lado a Bandai empresa Japonesa de brinquedos esta lançando as armas que o novo Ultraman Zero, estará utilizando no filme que estréia em dezembro, pra quem assistiu o primeiro filme com a participação do Mebius e dos nossos amados velhinhos JACK, SEVEN, HAYATA e ACE, vão lembrar do garoto que esta na propaganda.

domingo, 20 de setembro de 2009

Em noite de golaços, Flamengo vence o Coritiba

Adriano é conhecido pela potência de sua perna esquerda, mas também mostrou que sabe chutar com jeito. E foi dessa forma que o Imperador marcou mais um golaço para o Flamengo, desta vez na vitória por 3 a 0 sobre o Coritiba, neste domingo, pelo Campeonato Brasileiro, numa noite de belos lances de Petkovic e Willians. Apesar dos três pontos conquistados em campo, o Rubro-Negro perdeu o duelo de público para o Vasco, levando ao Maracanã um público de 47.921 pagantes, número inferior aos 50.335 cruzmaltinos da vitória por 1 a 0 sobre o Guarani, no último sábado.

Com o resultado, o Flamengo chegou a 37 pontos conquistados, subindo para a oitava posição. A equipe rubro-negra, que continua a sonhar com o G-4, está agora a cinco pontos da zona de classificação para a Libertadores. Já o Coritiba continua ameaçado pelo rebaixamento. Com 27 pontos, está a dois do Santo André, primeiro integrante da zona da degola. Na próxima rodada, os cariocas enfrentam o Internacional no Beira-Rio, e os paranaenses recebem o Náutico.

Mesmo pressionado pela boa presença da torcida rubro-negra no Maracanã, o Coritiba não se intimidou e tomou a iniciativa da partida. Logo aos três minutos, Leandro Donizetti arriscou de longe e Bruno espalmou para a frente. Ariel ficou com o rebote, chutou de primeira e acertou a trave.

Mesmo sem construir muitas jogadas consistentes nos primeiros minutos, o Flamengo levava perigo quando a bola caía no pé de Adriano, nem que fosse o direito. Dessa forma, o atacante acertou um ótimo cruzamento para Denis Marques, que perdeu grande chance aos 18 minutos, a partir de quando a equipe da casa ganhou corpo e chegou com maior propriedade ao campo de defesa do Coritiba.



Como não conseguia levar muito perigo no toque de bola, o Flamengo conseguiu marcar seu primeiro gol numa jogada de bola parada. Everton sofreu falta perto da linha da grande área, e tudo indicava que Adriano cobraria com força. O Imperador chegou a tomar distância, mas foi Petkovic quem bateu com jeito, no lado direito de Edson Bastos, fazendo 1 a 0 aos 33 minutos.

Mais calada, sem se empolgar com a atuação do time, a torcida do Flamengo se fazia ouvir sempre que Marcelinho Paraíba tocava na bola. Sob muitas vaias, o atacante, que esteve na Gávea até o início do ano, incomodou a defesa rubro-negra, mas errou feio ao chutar de perna direita uma bola rebatida por Bruno, aos 38 minutos. Logo em seguida, Adriano respondeu de forma parecida, mas com mais eficiência. O atacante avançou pela direita, bateu com o pé teoricamente ruim e a bola acertou a trave.

Mas toda a empolgação que faltou no primeiro tempo veio em apenas um lance, aos 12 minutos da segunda etapa. Petkovic lançou Adriano, que avançou em velocidade e, num toque de gênio, encobriu Edson Bastos de forma sensacional, marcando o segundo gol do Flamengo. A torcida rubro-negra explodiu e gritou “O Imperador voltou!”, palavras que foram reproduzidas pelo placar eletrônico do Maracanã. Foi seu 13º gol no Campeonato Brasileiro, empatando com Jonas, do Grêmio, na artilharia da competição.

Na base do toque de bola, o Flamengo chegou ao terceiro gol aos 37 minutos, em mais um belo lance. A zaga do Coritiba cortou uma bola para o meio, e Willians apareceu livre na intermediária para acertar uma bomba no ângulo direito de Edson Bastos. Foi a terceira vitória consecutiva do Rubro-Negro no Maracanã, após Santo André e Sport.

Manchester United bate o City em clássico eletrizante

Foi a melhor partida do Campeonato Inglês da atual temporada e com direito a gol nos acréscimos de Owen, aos 50 minutos. O clássico da cidade de Manchester entre United e City foi marcado por um jogo eletrizante e com as duas torcidas agitadas nas arquibancadas, além de ter tido um tempero especial, já que era o primeiro jogo de Tevez com a camisa do Manchester City em Old Trafford depois de sua saída dos Diabos Vermelhos.

O resultado final, 4 a 3 para o United pela sexta rodada do Campeonato Inglês.

Rooney e Fletcher, duas vezes de cabeça, e Owen marcaram para os Diabos Vermelhos. Gareth Barry e Bellamy, duas vezes, descontaram.

A vitória colocou o Manchester com 15 pontos na tabela de classificação. O City continua com 12.

Agência/AP

E quem pensou que as duas equipes ficariam no campo de defesa tocando a bola e estudando o adversário, se enganou. Com apenas dois minutos, após boa jogada de Evra na área, Rooney recebeu o passe, com um drible seco passou por dois jogadores do City e chutou na saída de Given. Esse foi o sexto gol de Rooney em seis jogos pelo Campeonato Inglês.

O gol sofrido logo no começo obrigou o Manchester City a ir ao ataque. Wright-Phillips fez grande joga pela esquerda e bateu cruzado para a área inimiga. Tevez tentou desviar, mas o goleiro Foster, atento, fez a defesa. O United deu o troco rapidamente. O brasileiro Anderson achou Berbatov na entrada da área. O atacante se livrou da marcação e mandou com perigo de Given.

O City crescia no jogo, já os Diabos Vermelhos tentavam explorar o contra-ataque. Na falha do Foster, que tentou sair com os pés. O argentino Tevez roubou a bola e rolou para Barry, que mandou rasteiro para o gol vazio. Foi o primeiro gol de Gareth Barry com a camisa do Manchester City.

Com o placar igual, o City dominava o jogo exercendo uma marcação forte em cima dos principais jogadores do United. Wright-Phillips fex ótima jogada e deixou Giggs no chão, desceu pela direita e cruzo no segundo pau. Tevez tentou de cabeça, mas errou o alvo, mandando por cima do gol.

Com dificuldade no toque de bola, o Manchester chegava apenas em cobranças de falta. Aos 36, Giggs cobrou para o meio da área do City. Berbatov subiu sozinho, mas testou pela linha de fundo. Touré fez fila na defesa adversária e rolu para Tevez, que recebeu de frente para o gol e chutou colocado, mas a bola explodiu na trave esquerda de Foster.

Como o primeiro tempo, o Manchester United começou pressionando e conseguindo o segundo gol. Aos três minutos, Evra desceu pela esquerda, rolou para Giggs, que cruzou na medida para com perfeição para a segunda trave. Fletcher subiu mais do que Barry e testou sem chances para Given. Dois minutos depois, Park pegou a sobra na área e quase marcou o terceiro.

Aos seis, Anderson achou Rooney na área. O camisa 10 ajeitou de calcanhar para Giggs, que chegou batendo no canto. Given fez grande defesa e salvou o City.

O Manchester United pressionava e esquecia de sua defesa. No contra-ataque rápido aos oito, Bellamy recebeu a bola de Tevez pela esquerda, cortou para o meio e soltou a bomba no ângulo de Foster para fazer um golaço e empatar o clássico.

O torcedor em Old Trafford não conseguia respirar um só minuto nas arquibancadas. Aos 17, Rooney desceu pela canhota e descolou um belo lançamento para Giggs. O camisa 11 mandou de cabeça com perigo, e a bola saiu pela linha de fundo.

O United sufocava o adversário. O City se segurava bem na defesa. Essa pressão foi até o fim da partida. Aos 24, Giggs meteu entre as pernas de Wright-Phillips, passou por mais dois e levantou na cabeça de Berbatov. O camisa 9 testou para uma bela defesa de Given, que se esticou todo para espalmar.

Mas a pressão foi recompesada. Mais uma vez Giggs bateu falta para o meio da área do City. Fletcher ganhou da defesa e testou com força no canto esquerdo de Given, que ficou paradão no lance, aos 35. Nos acréscimos, o City tentou o empate e conseguiu. Ferdinad errou passe na saída de bola. Bellamy arrancou pela esquerda e tocou rasteiro na saída de Foster para empatar o clássico.

Mas aos 50 minutos, Giggs pegou a sobra e deixou Owen, que entrou no segundo tempo, na cara do gol. Com muita categoria, o camisa 7 tocou na saída de Given e garantir a viória da equipe da casa: 4 a 3

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Antivírus gratuitos: qual deles é o melhor ?


O Laboratório Digital deste mês é sobre os antivírus gratuitos disponíveis pela web. Realizamos pesquisas com várias opções grátis e vimos que são muitos no mercado, mas poucos deles com um nível alto de popularidade.

Também pesquisamos em diversos órgãos relacionados à área de TI que fazem análises de antivírus de mercado. No entanto, há muitas controvérsias principalmente com relação a preferência de usuários de computadores e técnicos de informática.

Nessa pesquisa procuramos instituições que levam o assunto a sério e que procuram nos assessorar da melhor forma possível e com o melhor produto por meio de testes concisos e que nos dão a real ideia de qual software gratuito é melhor em determinado requisito. Então confira toda a nossa análise e mantenha seu computador livre dos vírus.

Nossa avaliação dos 7 antivírus gratuitos foi baseada nos seguintes requisitos:

4.1 Eficácia
Neste requisito analisamos a eficácia do Antivírus em dois pontos, sendo um na “detecção de malwares” e o outro na “remoção dos malwares”.

4.2 Desempenho
Nesse analisamos quanto tempo de duração o Scan do Antivírus leva do ínicio da varredura até o término.

4.3 Consumo de memória
Foi realizada a análise do consumo de hardware do computador sendo esses “Memória” e “Processador”.

4.4 Interface
Analisamos se o Antivírus se dispõe de uma interface intuitiva, facilitando ao máximo a vida do usuário no processo de configuração, atualização e execução do software.

4.5 Linguagem
Neste requisito analisamos se o Antivírus se dispõe da linguagem Português Brasileiro.

4.6 Firewall Integrada
Neste requisito verificamos se o Antivírus se dispõe do recurso de segurança de Firewall integrada.

4.7. Mail Scan
Este é um recurso importante nos dias de hoje para qualquer Antivírus que queira ter sucesso em seu funcionamento, neste requisito analisamos se o Antivírus se dispõe da funcionalidade de varredura de e-mails.

4.8 Compatibilidade
Neste requisito analisamos a compatibilidade de funcionamento com as versões de sistemas operacionais.

4.9 Recomendação de segmento (Pessoal / Corporativo)
Por último, a recomendação de qual Antivírus é melhor para o segmento que o usuário quer utilizá-lo.

Antivírus gratuitos Parte I - Análise Avast Home Edition

Para fazer download do Avast, clique AQUI.

Os gráficos da interface são arrojados, porém simples de operar, permitindo alta flexibilidade. Entretanto, se você não gostou muito do visual original do antivírus, não se preocupe, pois poderá modificar os temas por meio de diferentes skins.

Pela interface gráfica principal, o usuário poderá atualizar seu antivírus, escanear o computador, verificar quarentena e visualizar históricos de análises e escaneamentos. Além disso, ele pode ser configurado para trabalhar como protetor de tela.

Mecanismo de segurança

Dentre as características mais importantes, está incluído o suporte para escaneamento em arquivos compactados nos diversos formatos existentes, tais como: ACE, ARC, ARJ, BZIP2, CAB, CPIO, CHM, DPX, GZIP, ISO, LHA/LHX, MAPI, MIME, RAR, RPM, SIS, TAR, TNEF, ZIP, ZOO e 7-ZIP.

Além de trabalhar com compactação, o Avast! também escaneia pacotes de executáveis, como ASPack, Diet, FSG, PeShield, PKLite, MEW, UPX, etc. Ele é capaz, ainda, de encontrar vírus que se escondem em arquivos de transmissões alternativas em partições NTFS. As demais pastas e arquivos de seu computador podem ser selecionados e analisados, sendo que o Avast! fará uma verificação apenas nela.


Componentes de Segurança Inclusos

Proteção 24 horas por dia

O Avast! Home Edition conta com proteção em tempo real para manter o seu computador seguro 24 horas por dia, detectando ameaças antes que elas tenham chance de infectar o sistema. Essa proteção aplica-se aos arquivos de sistema e também aos leitores de e-mails ou notícias.

Ela inicializa-se juntamente ao sistema operacional e oferece personalização de opções para você especificar arquivos que serão escaneados e os tipos de extensões. Sua proteção para com os leitores de notícias e e-mails consiste em dois modos: protocolo ou plugin.

No primeiro ele trabalhará diretamente com as contas de e-mail IMAP4, POP3, NNTP e SMTP; já no segundo, fornece um plugin especial apenas para o cliente de e-mail Microsoft Outlook, providenciando uma varredura mais transparente e completa.

Uma característica inovadora é a capacidade de análise heurística ao escanear e-mails, permitindo dessa forma, detectar vírus e worms que não são possíveis de descobrir através de detecções triviais. A performance da análise heurística é excelente, avaliando cada mensagem e verificando assinaturas suspeitas que anunciam possíveis ameaças.

Antivírus gratuitos Parte II - Análise AVG Anti-Virus Free

Para fazer download do software, clique AQUI.

Com um sistema “tudo em um”, o AVG ganha funcionalidades novas, exterminando todas as pragas de seu PC, bem como escaneando sites contra possíveis ameaças.
Após a detecção de um vírus, worms, trojan ou spyware, os arquivos são automaticamente apagados, ou seja, ao término de uma verificação, por exemplo, uma lista com o resultado é apresentada. Fique tranqüilo que todos os itens listados já foram deletados de seu PC.

Módulos contra Spywares

A modalidade de prevenção anti-spywares é considerada a engine principal do AVG 8.5, prevenindo todo o tipo de ameaça proveniente de programas mal intencionados e que executam alguns comportamentos nada agradáveis sem a sua permissão, como publicidades, coleta de informações pessoais ou até modificações de configurações do computador.

LinkScanner

Essa tecnologia vai proteger mais de 60 milhões de usuários contra sites com códigos maliciosos (como os phishing) ou contra downloads que possam explorar algum tipo de falha nos PCs (os chamados exploits).
Os conteúdos gerados pelos usuários, que clicam e “linkam” praticamente tudo em um site, podem ser totalmente seguros em um momento, mas muito perigosos em instantes seguintes. Diante disso, a tecnologia LinkScanner vai trazer uma proteção completa em tempo real para os usuários, fazendo com que qualquer possível ameaça presente em um simples link seja bloqueada.

Filtros

Com módulos novos de filtros de conteúdos web, filtros para mensageiros instantâneos e até módulos de firewall.

Atualização automática

O software conta com um atualizador automático que detecta as novidades do sistema para atualizar o seu antivírus.

Antivírus gratuitos Parte III - Análise Avira AntiVir

Para fazer download do software, clique AQUI.

Apesar de não parecer, a nova versão do Avira Antivírus sofreu sim grandes modificações. A interface foi modificada muito pouco (praticamente só a imagem do topo do aplicativo). Antes só era possível detectar e remover spywares na versão paga do programa. Agora, isso também vem na versão gratuita.

Uma outra novidade é o fato de ser possível colocar ameaças na quarentena com apenas um clique. Você pode também separar essas ameaças para lidar com elas como um grupo ou individualmente, evitando que o antivírus pare e aguarde pelo usuário a cada nova ameaça.

Conhecendo o Avira

Avira AntiVir Personal Edition Classic não possui apenas uma interface bonita, mas também novos mecanismos de busca e limpeza para fazer uma varredura com eficiência e rapidez no seu computador. Obviamente, a “rapidez” do antivírus depende muito mais da capacidade de sua máquina, do que do programa em si.

Visão geral

Estado (Status): Fornece informações sobre atualização, tempo de expiração (as versões gratuitas deste software devem ser atualizadas em intervalos de tempo específicos para prolongar este item), estado do guardião em tempo real e um item mostrando a última vez em que o programa efetuou uma varredura completa em seu sistema.

Eventos (Events): Mostra com riqueza de detalhes tudo que seu antivírus faz, incluindo o momento em que ele é inicializado, os horários em que encontra ameaças e muito mais. Neste item é possível filtrar os detalhes por tipo de ocorrência, opção útil para casos em que você procura visualizar apenas algum erro ou detecção.

Escaneador (Scanner): Vasculha o computador em busca de arquivos infectados. O tempo de varredura não é dos mais rápidos, contudo isso ocorre em decorrência da investigação minuciosa do Avira AntiVir Personal Edition Classic. Caso algo seja encontrado, o programa interrompe o scanner, permitindo ao usuário escolher entre as opções de ação, podendo apagar os arquivos, mantê-los no computador ou jogá-los na quarentena se achá-los suspeitos.

Guardião (Guard): O guardião protege o seu computador em tempo real. Se você, ao entrar em um site fraudulento ou instalar um programa perigoso, deparar-se com ameaças, o guardião entra em cena e age de forma imediata, dando um fim às pragas virtuais. É ótimo para quem navega muito na web ou instala softwares regularmente e não quer se preocupar com ameaças diversas.

Quarentena: Período no qual são isolados possíveis contágios e epidemias biológicas, numa alusão ao Estado de Sítio. Na computação o conceito é semelhante, todos os arquivos suspeitos ou que possuem perigos em potencial são deslocados para esta seção, não interferindo mais no funcionamento do computador.

Antivírus gratuitos Parte IV - Análise Comodo

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Comodo Internet Security é uma ferramenta completa para você não precisar mais se preocupar em instalar três programas diferentes para as três principais defesas que todo computador conectado à internet precisa: proteção contra vírus, trojans e malware; proteção contra invasões e roubo de dados, através de um firewall; e proteção “proativa”, que procura vírus em arquivos e e-mails antes de abri-los.

Ele integra três ferramentas anteriormente lançadas pela Comodo: O Comodo Antivirus, Comodo Firewall e o Comodo Defense+. Ou seja, com este software totalmente gratuito você está completamente protegido de programas e pessoas maliciosas, prevenindo danos ao seu sistema, perda e roubo de dados sigilosos.
Sua utilização não é muito fácil para usuários inexperientes e principalmente para quem tem pouco conhecimento da língua inglesa, mas quem já tem alguma vivência com softwares antivírus, provavelmente não se perderá nas inúmeras telas de opções do Comodo Internet Security, pois você não as utilizará muitas vezes.

Cuidados com seu PC

Preste atenção quando estiver instalando esta ferramenta. Durante a instalação aparecerá uma tela questionando se você deseja instalar uma barra de ferramentas para seu navegador, tornar o Comodo seu provedor padrão para pesquisas e tornar o Comodo Search a página inicial do seu navegador. Para não instalar nada disso, basta desmarcar as caixas de seleção.

Configuração inicial

Quando seu sistema for reniciado, aparecerão algumas telas de configuração do Comodo Internet Security. Tenha um pouco de paciência para configurar tudo, pois você só precisará fazer isso novamente se resolver reinstalar o programa.
O Comodo Internet Security detectará cada rede conectada ao seu computador. Isto fará com que o compartilhamento de conexão com a internet, compartilhamento de arquivos e impressoras sejam ativados. Assim, se o seu PC serve como um servidor para as conexões das outras máquinas de sua rede, esta opção deverá ser ativada, senão o firewall do programa bloqueará qualquer tentativa de comunicação desta conexão.

Interface simples e intuitiva

Utilizar o Comodo Internet Security pode parecer complicado a princípio, mas depois de pouco tempo você entenderá o que cada ferramenta do programa faz. A tela principal é um resumo (“Summary”) de tudo o que está sendo feito a respeito da segurança do seu PC. Na área “System Status” aparecerá o estado atual do computador. Caso algo esteja errado, será nesta área que você verá o problema e as instruções do que fazer para resolvê-lo.
A tela de resumo também contém as informações básicas sobre o funcionamento de todas as ferramentas do Comodo Internet Security: o estado de sua proteção contra vírus e a última atualização do arquivo de definições; o monitoramento de seu firewall, mostrando se foi feita alguma tentativa de invasão no seu computador e quantas conexões de entrada e saída estão ativas no momento; a defesa “proativa”, que verifica em tempo real os arquivos que são abertos e executados no computador.

Use com cuidado

O Comodo Internet Security ainda está em versão BETA. Por isso, ele pode ter bugs que ainda não foram identificados pelos desenvolvedores, porém, durante os testes ele se mostrou estável e rápido.

Antivírus gratuitos Parte V - Análise BitDefender 2009

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Se o seu computador é lento, tome cuidado para usar o BitDefender. Logo quando você está fazendo o download, o tamanho do arquivo de instalação já pode dar uma dimensão do problema. O BitDefender é um antivírus cujo instalador pesa mais de 20 megabytes. Por isso, é necessário ter uma conexão muito boa para baixá-lo em pouco tempo. Depois de baixado, certifique-se de que não há nenhum outro antivírus no seu computador.

É importante fazer esta verificação porque o BitDefender provoca uma série de erros no computador se houver resquícios de algum outro antivírus na sua máquina. Depois de passar um pente fino no PC, é hora de instalar o seu BitDefender. O processo é interrompido por uma janela de registro de software. Não é necessário registrá-lo, logo você pode deixar para depois, clicando em Avançar quando for pedido algum dado. Mas, se você quiser passar por esta etapa, sinta-se à vontade.

Depois de instalado, será iniciado automaticamente. Note que o antivírus pedirá autorização para fazer a atualização das definições de vírus e outros arquivos importantes para o funcionamento correto do software. É extremamente recomendável fazer esta atualização. Assim, o seu computador estará sempre protegido contra vírus, cavalos de tróia (trojans), worms da Internet e outras pragas virtuais que podem assolar o funcionamento correto da sua máquina.

Visão Geral

Com o BitDefender você pode criar rotinas de inspeção do seu computador. Basta que você acesse a aba “Antivirus” na janela do programa e clique em “New Task” (Nova Tarefa). Uma nova janela vai se abrir para que as configurações tais como nome, locais a serem vasculhados, periodicidade e grau de segurança sejam definidas. Assim, a sua rotina será colocada junto às outras que já acompanham o programa por padrão.
Para auxiliar no combate aos vírus, o BitDefender também oferece uma série de Scans com os mais diversos níveis de profundidade de busca. Com ele é possível fazer buscas completas pelo sistema inteiro, buscas rápidas e outras que vão até aos menus de contexto do seu computador.

Nesta mesma aba, porém na segunda aba interna, “Quarantine” (Quarentena), você pode acompanhar quais arquivos foram movidos para a quarentena do seu sistema. Desse modo, fica mais fácil saber o que foi infectado e o que pode ser recuperado pelo antivírus.

Atualização

Assim como qualquer outro antivírus, o BitDefender exige que se façam atualizações frequentes do seu banco de informações e dados sobre vírus e outras pragas. Para tanto, você precisa acessar a segunda aba, “Update” para poder acompanhar os detalhes sobre a versão e as atualizações disponíveis para o seu BitDefender. Note que se a caixa “Automatic update is enabled” (Atualização automática ativa) estiver marcada, as atualizações do seu antivírus serão feitas automaticamente pelo sistema.

Velocidade

A fama de ser lento acompanha o BitDefender há algum tempo. Porém, a velocidade do antivírus é estreitamente relacionada à potência do computador do usuário. Normalmente, em computadores menos potentes, o antivírus encontrará dificuldades para fazer o download de atualizações e também para funcionar normalmente. Contudo, em comparação a outros softwares de segurança para computadores, o BitDefender apresenta uma certa demora para executar suas tarefas.


Antivírus gratuitos Parte VI - Análise ClamWin

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Todos os usuários já estão fartos de escutar que é imprescindível a existência de um software antivírus instalado no computador. De fato é. Esse é o único meio de combater a maioria das pragas soltas por aí, principalmente na Internet. O ClamWin Free Antivírus, por sua vez, cumpre exatamente este papel, caracterizando-se pela leveza de execução.

O programa é relativamente pequeno, consome poucos recursos do sistema e é fácil de utilizar. Apresenta execução estável e reúne todas as ferramentas em uma interface simples e clara. Como de praxe dos softwares antivírus, fornece um atalho na systray, barra de sistema ao lado do relógio, para que você acesse as principais funções a qualquer momento, sem atrapalhar suas atividades.

Infelizmente o ClamWin Free Antivírus não oferece proteção em tempo real, recurso indispensável nos dias atuais. Os escaneamentos devem ser feitos manualmente em pastas e arquivos. Talvez como consolo, ele se integra ao Windows Explorer, tornando o processo manual um pouco mais prático. Confira outras características do software:

Características

- Detecta vírus e spywares.
- Atualizações automáticas do banco de dados.
- Remoção automática de anexos infectados (Microsoft Outlook).
- Mecanismo de detecção baseado no Clam Antivirus.
- Análise de memória RAM.

O escaneamento é rápido e, ao acabar, exibe um relatório simplificado sobre os arquivos analisados que, por sua vez, pode ser salvo em um arquivo texto. Pequeno, simples e rápido, ClamWin Free Antivirus é o software ideal para computadores de baixo desempenho.


Antivírus gratuitos Parte VII - Análise PCTools

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Muitos usuários já conhecem o PC Tools AntiVirus, um antivírus poderoso para rastrear e remover todo o tipo de vírus e alguns worms presentes em seu computador. O que prejudicava o seu uso era o fato de que a ferramenta possuía somente uma versão gratuita para testes, o que deixava o computador desprotegido destas funções após o término do período de avaliação.
Mas agora isso mudou. Pois o PC Tools AntiVirus Free ganhou uma versão totalmente gratuita e, para ficar ainda melhor, encontra-se no idioma português, garantindo facilidade de compreensão para todos os usuários — principalmente os menos experientes — na utilização do programa. E, além disso, ele agora faz parte da Symantec (pois foi comprado por ela), fato que garantirá a sua constante evolução e aperfeiçoamento, mantendo assim sempre a sua alta qualidade!

Interface simples e intuitiva

O programa opera a partir de uma única janela e a tela principal apresenta suas opções divididas em abas, fazendo com que a informação presente em cada uma delas fique bastante clara e de fácil visualização.
Esta divisão em abas engloba quatro setores: “Status” (informações sobre versão, edição do programa e de suas ferramentas), “Verificação” (para fazer varredura do sistema), “IntelliGuard” (proteção em tempo real), “Configurações” (opções de personalização conforme uso) e “Atualizar Agora” (para mudar para a versão paga).

Efetuando a varredura no computador

Existem três tipos de varredura que podem ser feitas em seu computador. A "Verificação Completa" (que faz uma busca em todo o disco rígido), a “Verificação Personalizada” (para caso você queira verificar apenas determinado setor ou diretório em seu computador) e o “Intelli-Scan” (o qual realiza a pesquisa apenas em áreas críticas).

Na tela de operação do programa é possível acompanhar o andamento do processo de rastreamento e, além disso, pode-se ver exatamente em qual arquivo e diretório o PC Tools AntiVirus Free está fazendo a pesquisa. Ao final da varredura serão exibidos os dados sobre a quantidade de arquivos escaneados e as informações sobre quais arquivos estão infectados, além de, é claro, indicar qual é o “agente” responsável pela infecção do arquivo.
Para manter a base de dados sempre atualizada, o programa conta com um sistema de atualizações chamado “Smart Update”, o qual busca por atualizações e as instala automaticamente.

IntelliGuard

O IntelliGuard proporciona a proteção de seu sistema em tempo real, bloqueando qualquer tentativa de entrada de vírus/worms que possam comprometer o funcionamento do sistema. Caso você entre em um site suspeito, o programa automaticamente lhe remeterá uma mensagem de aviso (por padrão essa opção já vem habilitada).

Configurações

Nessa opção você poderá configurar os modos de verificação/quarentena do jeito que você achar melhor, assim como aos alertas de remoção de infecções. Além disso, também será possível agendar verificações automáticas, fazer com que o PC Tools AntiVirus Free seja iniciado junto ao Windows, entre diversas outras coisas.

A bela Laure Manaudou abandona a natação

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Divulgado mais um Trailler do Dai Kaiju Battle: Ultra Ginga Densetsu The Movie


Divulgado mais um trailler do novo filme dos Ultras Dai Kaiju Battle: Ultra Ginga Densetsu The Movie que estréia dia 12 de dezembro no Japão, este trailler mostra o aparecimento de mais um Ultra, Ultra Zero que é filho de Ultraseven.



quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A lendária Lotus retorna à F1

A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) anunciou nesta terça-feira que a Lotus voltará à Fórmula 1 na temporada de 2010 no lugar deixado pela BMW - a montadora alemã decidiu deixar a categoria. A equipe terá o nome de Lotus F1 Team e será financiada por um consórcio malaio.

O modelo foi apresentado nesta terça-feira, em Putrajaya, na Malásia. O carro será vermelho e branco na parte de frente, com as cores intercaladas até o cockpit. Atrás do piloto, predominam amarelo e azul.

A disputa pela 13ª e última vaga para a temporada 2010 estava entre a Lotus e a Sauber, empresa que tem participação em ações na BMW. No mesmo dia em que a FIA decidiu-se pela antiga equipe, a BMW anunciou a venda para um grupo de investimentos suíço.

No comunicado divulgado antes ao anúncio da venda, a FIA deu à Sauber a chamada "14ª vaga", que seria a primeira da lista de espera em caso da desistência de alguma outra escuderia. A presença de 28 carros no grid depende de um aval do Conselho Mundial de Automobilismo.

A nova Lotus voltará à categoria usando motores Cosworth. Tony Fernandes e Mike Gascoyne serão os diretores da equipe, que tem em sua história grandes vitórias brasileiras.

A Lotus participou da Fórmula 1 entre os anos de 1958 e 1994 e conquistou seis Mundiais de Pilotos e sete de Construtores. Entre seus pilotos históricos estão os brasileiros Ayrton Senna, Nelson Piquet e Emerson Fittipaldi.


Senna conquistou a sua primeira vitória na F1 justamente pela Lotus, no GP de Portugal de 1985. Já Fittipaldi faturou o primeiro título mundial da categoria para o Brasil também com a Lotus, em 1972.


Briatore será demitido pela Renault até segunda, afirma comentarista

Os dias de Flavio Briatore como chefe da Renault estão chegando ao fim. De acordo com o comentarista de automobilismo do SporTV, Lito Cavalcanti, Briatore será demitido pela escuderia francesa até a próxima segunda-feira por ter ordenado a batida de Nelsinho Piquet no GP de Cingapura de Fórmula 1 do ano passado, fato que beneficiou o espanhol Fernando Alonso, outro piloto da equipe.

- No máximo até segunda-feira, Flavio Briatore deve ser demitido pela Renault. Claro, ele vai receber aquele bilhete agradecendo pelos bons e leais serviços. Desta forma evita-se a humilhação de ser banido do circo da Fórmula 1. Mas o fato é que já não há mais dúvidas que ele vai estar sim, fora da Fórmula 1 em 2010 - disse Lito Cavalcanti.

Segundo o comentarista, depois que a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) ofereceu a delação premiada a Nelsinho Piquet e ao diretor técnico da Renault, Pat Symonds, Briatore ficou sozinho em meio ao tiroteio.

- O fato é que o Briatore agora é a única pessoa que ainda está sujeita a punições. O Pat Symonds deve aceitar a delação premiada que lhe é oferecida. Aliás, ele em seu depoimento insinuou algumas vezes que tinha mais para contar do que lhe estava sendo perguntado, só que não ia responder nada naquele momento - concluiu o comentarista.

O mais cotado para substituir Flavio Briatore é o francês Alain Prost, tetracampeão mundial de Fórmula 1.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

CARTÃO VERMELHO

Qualquer cidadão de bom senso sabe que policiais, militares e civis, bombeiros e inspetores penitenciários do Rio de Janeiro recebem salários vergonhosos e totalmente incompatíveis com a responsabilidade dessas funções em nossa sociedade.

Focando a PM, e o raciocínio vale para as demais categorias da segurança pública, nenhum policial do Brasil, em qualquer área ou esfera da administração pública, exerce seu ofício com tanto risco quanto o do RJ. No entanto, nosso PM não recebe gratificação de periculosidade, a exemplo do que acontecerá com os de Brasília, que chegarão a perceber mil reais a este título, extensivos aos inativos – lembrando que já são os mais bem remunerados do Brasil, superando inclusive a remuneração dos militares das Forças Armadas.

Mas alguns desqualificam essa comparação com a PM/DF por ser a União que arca com a folha de pagamento. Tomemos, então, a PM de Sergipe como referência, onde os policiais recentemente se mobilizaram e decidiram deixar de se expor a ilegalidades existentes em seu serviço, como forma de mostrar ao Governo, e à sociedade, o que significa a ausência da polícia nas ruas. Nos últimos três anos tiveram um aumento real de 150% e hoje um Soldado PM começa com remuneração de R$ 2.925,00 e um Coronel PM R$ 12.401,62.

Para o Soldado PM do RJ, que hoje ganha míseros R$ 909,49 brutos, chegar a essa remuneração seria necessário um reajuste de 222%. Mas o Governador Sérgio Cabral acena com 5%, isto é, mais R$ 1,51 por dia a um Soldado que vai arriscar a vida pela nossa segurança. A palavra mais leve que vem à cabeça é indignação.

O impacto anual deste “reajuste” seria de R$ 60 milhões, num orçamento total previsto para 2009 de R$ 46 bilhões. Se a despesa anual com pessoal da PMERJ é de aproximadamente R$ 1,2 bilhões, quer dizer que o Governo está disposto a destinar mais extraordinários 0,13% do orçamento para PM como forma de melhorar a segurança pública no Estado.

Governador, cuidado com a cor do cartão que a população fluminense está disposta a lhe mostrar nas eleições de 2010, pois poderá retirá-lo do campo político por prazo indeterminado. Tente começar a virar o jogo dando dignidade aos servidores do Estado.

Por: Deputado Estadual Flávio Bolsonaro /RJ

domingo, 13 de setembro de 2009

Michael Jordan entra para o Hall da Fama


O maior jogador de basquete de todos os tempos, Michael Jordan, realizou hoje um sonho ao entrar para o Hall da Fama do basquete americano.

Muito emocionado e em meio à lágrimas, o ex-ala que conquistou seis títulos da NBA pelo Chicago Bulls e duas medalhas de ouro olímpicas pelos Estados Unidos, precisou de alguns minutos para se recompor e começar o discurso de agradecimento.

- Durante toda minha carreira eu tentei demonstrar que merecia chegar ao Hall da Fama e consegui alcançar esse objetivo sem que restasse qualquer dúvida. - disse o jogador, destacando o valor que tiveram companheiros para que ele pudesse chegar onde chegou.

- Formamos equipes vitoriosas e fantásticas com jogadores como Scottie Pippen e o resto dos companheiros que me deram toda a ajuda do mundo. - assinalou Jordan, destacando o companheiro de Chicago Bulls e seleção olímpica.

Jordan destacou o apoio de sua família, mas especialmente de sua mãe que, segundo ele, ainda segue dando os melhores conselhos de como deve se comportar na vida.

- A todos, muito obrigado, por haver feito possível que hoje tenha podido estar aqui, entre os grandes de todos os tempos do basquete profissional, que foi minha vida - acrescentou Jordan.

Na noite de gala do Hall da Fama, ao lado de Michael Jordan também se uniram às lendas do esporte, o ex-pivô David Robinson, do San Antonio Spurs, e o armador John Stockton, de o Utah Jazz, além do treinador Jerry Sloan e de C. Vivian Stringer, do basquete feminino universitário.

Barrichello vence a segunda do ano no GP da Itália

Agência
Reuters

Mais uma vez com uma tática excepcional, Rubens Barrichello venceu o GP da Itália, sua segunda vitória na temporada. O brasileiro conseguiu seu terceiro triunfo na pista de Monza, após chegar ao alto do pódio nas corridas de 2002 e 2004, quando ainda estava na Ferrari. De quebra, ainda deixou Jenson Button, seu companheiro na Brawn GP e rival na luta pelo campeonato, em segundo.

Com sua 11ª vitória da carreira, o brasileiro reduziu a vantagem de Button para 14 pontos e fica em boas condições para as últimas quatro provas da temporada. Kimi Raikkonen, após o erro e a batida de Lewis Hamilton na última volta, subiu ao pódio em terceiro com a Ferrari. Adrian Sutil, da Force India, conseguiu um excelente resultado para a equipe indiana com o quarto lugar no circuito italiano.

Em um final de semana conturbado para a equipe francesa, Fernando Alonso conseguiu um quinto lugar para a Renault. O time enfrenta o escândalo do GP de Cingapura de 2008, que terá julgamento no próximo dia 21 de setembro. Heikki Kovalainen, da McLaren, conseguiu o sexto lugar, logo à frente de Nick Heidfeld, da BMW Sauber. Sebastian Vettel, terceiro no campeonato, ainda beliscou um oitavo lugar e um pontinho para a RBR em Monza.

A próxima corrida da temporada será disputada em Cingapura, à noite, daqui a duas semanas, no dia 27 de setembro. Além desta prova, ainda faltam no calendário Japão (Suzuka), Brasil (Interlagos) e Emirados Árabes (Abu Dhabi).


Agência
AFP

Lewis Hamilton se aproveitou do Kers e fez uma excelente largada, mantendo a ponta na Variante del Rettifilio. Kimi Raikkonen superou Adrian Sutil ainda nas primeiras curvas e assumiu o segundo lugar, deixando o alemão em terceiro. Rubens Barrichello, da Brawn GP, que saía em quinto, superou Heikki Kovalainen ainda na reta e conseguiu manter o finlandês atrás dele durante a primeira volta.

Mark Webber, quarto colocado no campeonato, ficou fora da prova ainda na Variante della Roggia, quando foi tocado por Robert Kubica e parou na caixa de brita. Jenson Button mantinha a quinta posição, mas também conseguiu superar Kovalainen antes do fim da primeira volta. O finlandês da McLaren, aliás, foi ultrapassado também por Fernando Alonso e pelo polonês da BMW Sauber, caindo para oitavo ao fim da segunda volta. Sebastian Vettel, da RBR, não conseguiu andar bem e ficou fora da zona de pontuação na primeira passagem.

Na terceira volta, Fernando Alonso, mesmo com o Kers, foi superado por Vitantonio Liuzzi, da Force India, que fazia uma belíssima corrida. Na frente, Hamilton tentava abrir uma vantagem confortável para tentar neutralizar os pilotos da Brawn, que vinham com uma estratégia de uma parada a menos. Kimi Raikkonen e Adrian Sutil, na segunda e terceira posições, respectivamente, tinham a mesma preocupação.

Lewis Hamilton fez seu primeiro pit stop na 15ª volta, antes do esperado. A McLaren tem um problema de alto desgaste com os pneus macios e, assim como em Valência, foi forçado a parar antes. Ele voltou em quinto, logo atrás dos pilotos da Brawn GP. Três voltas depois foi a vez do pit stop de Adrian Sutil. Kimi Raikkonen parou uma passagem em seguida.

Agência
Getty Images

Barrichello assumiu a ponta, seguido por seu companheiro Button. Com pneus duros, o brasileiro mantinha uma boa vantagem sobre o inglês, atual líder do campeonato. Na 24ª volta, a excelente corrida de Vitantonio Liuzzi acabou por causa de um problema técnico. Em sua reestreia na Fórmula 1, o italiano da Force India estava muito bem para marcar pontos.

Na 29ª volta, Jenson Button fez o pit stop e voltou na quinta posição. O inglês ficou 8s1 parado nos boxes e voltou à pista com os pneus duros. Rubens Barrichello entrou na passagem seguinte, após uma excelente volta. O brasileiro ficou dois décimos a menos parado e voltou à pista com mais de quatro segundos de vantagem para o inglês.

Com a segunda rodada de pit stops de Hamilton, Raikkonen e Sutil, Barrichello e Button voltaram às duas primeiras posições da prova. O inglês da McLaren ficou na terceira posição e começou a tentar reduzir a vantagem de Button. No entanto, ele só conseguiu reduzir para 1s2, mas sofreu um acidente na última volta e teve de abandonar, causando um safety car. O brasileiro apenas administrou a confortável frente e venceu pela terceira vez em Monza.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Do (Blog Praças da PMERJ)

Ontem, em uma operação na Mangueira, um bopiano foi acusado de estupro por uma moradora, na sequência dos fatos houve um enorme tumulto na área, com tiros, bombas, ônibus atravessados na pista e outras coisinhas mais, que desviaram a atenção da tropa para o foco do sururu e deixaram livres os outros acessos da favela. Até aí nada que já não tenha acontecido em outras ocasiões, mas o que realmente me chamou a atenção foram os fatos não noticiados pela mídia com tanta ênfase quanto o suposto estupro, esses fatos são: A suposta vítima seria companheira de um dos traficantes “alvo” da operação e o mais contundente é que o laudo do exame de corpo delito diz que “não foram encontradas lesões ou vestígios de conjunção carnal”, ou seja, não houve estupro! O que parece ter havido foi uma falsa comunicação de crime acompanhada de uma clara incitação à violência, praticadas por essa “senhora” com a “provável” intenção de desviar o foco da operação enquanto o seu “macho”, o traficante “Quinho”, empreendia fuga, feliz, pelo outro lado do morro. Legal! Xeque para eles, mais uma vez nos driblaram, fizeram com que a mídia crucificasse um de nós sem provas e, de lambuja, ainda deram munição para o Catatal fazer seu “comercial” em favor das corregedorias internas. Seria muito bom que alguém metesse essa “santa senhora” (me recuso e denominá-la como merece, pois sou contra ofender animais, sejam eles de rios ou de pastos) em cana pelos delitos cometidos e que se começasse a investigar a parentela dos traficantes conhecidos, mesmos que uns e outros venham com a lenga-lenga que “mãe nenhuma cria filho para ser bandido”, os favorecimentos e acobertamentos existem, e em uma escala assustadora. Há mais ou menos quinze dias uma companheira de um detento de Bangu participou de uma manifestação contra as revistas alegando que eram constrangedoras e na semana seguinte a “bela” foi presa transportando drogas e um celular no interior de sua vagina, quer dizer que o protesto nada mais foi que o jeito que a “inteligência rara” achou de tentar se ver livre das revistas e entrar com tudo o que o “macho” mandasse dentro de sua “perereca”. Por aí vemos que não se pode dar crédito a parentes de bandidos, pois todos eles são coniventes. Deixo aqui um conselho a Secretaria de Segurança Pública: Quer acabar com o crime no Rio? Acabem com o favelado!
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Ah... A propósito, já ia me esquecendo, a questão do laudo não é nem orelhada nem chute, o jornal "O Dia" publicou uma reportagem sobre o fato e, pelo visto, foi o único que publicou o resultado que vazou.

Lembrando que o Deputado Marcelo Freixo disse em entrevista ao RJTV que alguma aconteceu, até porque ninguém faria uma denúncia desta a toa, mesmo o exame de corpode delito provar que a "probre senhora" não trepa a dias.
E o Sr. Delegado de Policia Ronaldo Oliveira, disse que o resultado não é definitivo e que se for necessário vai procurar esperma até encontrar custe o que custar.
Sinceramente, que nojo desta hipocrisia.

Zico pode comandar futebol do Flamengo em 2010


A demissão de Zico do CSKA, da Rússia, deve acelerar a ida do Galinho para o comando do futebol do Flamengo. Pelo menos é nisso que o presidente licenciado do clube, Marcio Braga, confia. Ele disse que vai se reunir com o eterno ídolo da torcida rubro-negra na próxima semana para traçar os passos da incorporação do CFZ ao Fla. Braga afirmou que Zico já aceitou o desafio de coordenar o futebol do clube em 2010.

- O filho do Zico (Bruno) me ligou para falar sobre a saída dele do CSKA. Ele chega ao Brasil na próxima semana. Agora, vamos implementar nossa ideia. Já encaminhamos para a Fundação Getúlio Vargas o projeto de incorporação do CFZ. O Zico já aceitou a missão. Ele vai ser o coordenador, supervisor, presidente do futebol do Flamengo.

Marcio Braga não acredita que o processo eleitoral que está em curso na Gávea irá atrapalhar os planos da incorporação do CFZ e da chegada de Zico ao clube.

- Acho que a eleição não vai atrapalhar em nada. Até o dia 31 de dezembro eu sou o presidente. Até lá vou fazer as coisas que acho certas para o clube.

(Opinião do blogueiro) Já estava na hora de uma virada e acho que somente um cara sério, e bem sucedido financeiramente como o Zico pode realmente dar ao Flamengo o que ele precisa, que é moralidade, honestidade e profissionalismo, não é mais viável nos tempos de hoje um clube como o Flamengo com um patrimõnio de mais de 30 milhões de torcedores viver nessa penúria, é talvez a última e única esperança.

Que venha o Galinho de Quintino voltar alegrar as nossas tardes de domingo.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Brasil conquista a Copa América

San Juan, 6 set (DE TUDO UM POUCO) - O Brasil ganhou a medalha de ouro da Copa América de basquete ao vencer Porto Rico por 61 a 60, na final do evento, que aconteceu no coliseu Roberto Clemente de San Juan, e que concedeu quatro vagas para o Campeonato Mundial da Turquia, em 2010.
A seleção brasileira dominou os três primeiros quartos da partida, chegando a colocar uma vantagem de 16 pontos no placar.
Porto Rico teve a oportunidade de ganhar a partida no último segundo, mas seu capitão e base Carlos Arroyo errou o arremesso que teria dado a vitória aos caribenhos.
O pivô porto-riquenho Danny Santiago errou dois lances livres faltando pouco mais de um minuto de jogo, que poderia ter aproximado Porto Rico ainda mais no placar, pois Arroyo marcou uma cesta e Ángel Vassallo conseguiu um lance livre deixando o jogo em 61 a 60, quando faltavam 33 segundos para o final.
O segredo da vitória brasileira foi a defesa, minando a principal arma dos donos da casa, as cestas de três pontos. Porto Rico só converteu 5 cestas de três em 21 tentativas, o que fez a diferença em relação às outras partidas dos caribenhos.
A equipe porto-riquenha demonstrou no quarto final que não se rende até o último segundo, pois apesar de perder por 50 a 37, acabaram a partida com apenas um ponto de diferença.
Ambas as seleções entraram um pouco ansiosas no início da partida, mas a defesa brasileira não permitiu as cestas de três dos adversários e fechou o quarto em 19 a 13.
No segundo quarto, o técnico porto-riquenho Manolo Cintrón decidiu dar descanso a quatro de seus titulares o que foi uma decisão arriscada e que os brasileiros aproveitaram.
Com o bom jogo de Leandrinho, cestinha da partida com 24 pontos, o Brasil marcou seis pontos seguidos, continuando boas penetrações no garrafão, o que deu uma vantagem de 36 a 28 no quarto.
Os outros destaques do Brasil foram Anderson Varejão, Tiago Splitter - com o bom trabalho no garrafão - e Marcelinho Machado.
O domínio brasileiro ficou patente nas 11 assistências contra apenas quatro dos boricuas, como são conhecidos os jogadores caribenhos.
O elenco brasileiro continuou demonstrando sua excelente defesa no terceiro quarto, quando parou o ataque de Porto Rico que ficou sem marcar pontos nos primeiros cinco minutos.
Com uma cesta de três pontos "espírita" de Filiberto Rivera no último segundo do final do quarto - que terminou 50 a 37 a favor do Brasil - Porto Rico abriu caminho para uma incrível reação.
No último quarto, a batalha do Brasil contra a torcida da casa aumentou. O ginásio quase explodiu quando Guillermo Diaz completou uma ponte aérea com uma enterrada espetacular.
Os torcedores gritavam o nome do país sem parar, e dentro da quadra os atletas responderam à altura. Na metade do período, a vantagem caiu para sete pontos.
As enterradas de Daniel Santiago eram comemoradas com gritos da arquibancada. Uma cesta de três de Vassalo fez a diferença cair para quatro pontos, e em seguida para dois.
Após um lance livre de Vassallo a diferença caiu para um. No ataque, Leandrinho levou um toco faltando 11 segundos para o final da partida, Arroyo partiu para o ataque para o último lance, chutou de três mas a bola não caiu.
Não havia mais tempo para nada. Daí foi só a seleção brasileira comemorar a vitória e o coroamento do trabalho nesta Copa América, sob direção do técnico Moncho Monsalve.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

II GUERRA MUNDIAL, O MAIOR CONFLITO DA HISTÓRIA "FAZ 70 ANOS"

Alemanha de Hitler atropela acordos, invade a Polônia e derruba Varsóvia - Na rabeira do ataque tedesco, URSS abocanha uma parte do território polaco - França e Grã-Bretanha prometem retaliação: a refrega está armada
Foto: museu Yad Vashem
A invasão: soldados nazistas arrancam cancelas na fronteira da Polônia e iniciam a guerra

á quanto tempo as armas estão cantando no front europeu? Para alguns, desde o início da Grande Guerra - que jamais teria terminado, apesar do armistício de 1918. Para outros, uma nova batalha começara em 1936, com o embate entre fascistas e socialistas na Espanha. Já os mais crédulos preferiam ver a paz como soberana no Velho Mundo. Mas o líder alemão Adolf Hitler é homem de certezas, não de dúvidas. Para eliminar qualquer conjectura, resolveu mostrar para todo o planeta que estava começando uma nova guerra - a sua guerra, a guerra do Reich, a guerra da Grande Alemanha. E assim, às 4h45 da manhã de 1º de setembro de 1939, ordenou que seu exército cobrasse com sangue polonês os territórios tirados da Alemanha pelo Tratado de Versalhes. Assim foi dito, assim foi feito.

As poderosas guarnições do exército germânico fizeram das defesas polonesas frágeis bibelôs, que se espatifaram completamente em menos de um mês de combate. Varsóvia caiu no último dia 27, e a fortaleza de Modlin, último bastião da resistência, no dia seguinte. A derrocada da Polônia foi sacramentada com a invasão do Exército Vermelho na porção ocidental do território beligerante, em 17 de setembro - a União Soviética, considerando que a República Polonesa já deixara de existir, entrou na guerra para ocupar territórios que reconhecia como zonas de sua influência. Signatária de um pacto de não-agressão com os alemães, ela também o fez sem grandes esforços. Em trinta dias, os ataques das duas potências contabilizaram à Polônia cerca de 70.000 mortos, entre civis e militares, e 130.000 feridos. A Europa, em sobressalto, sabe que é apenas o começo.

O apaziguamento, afinal, virou coisa do passado - recente, mas ainda assim passado. França e Grã-Bretanha não poderão repetir a ingênua e desastrosa política de conciliação que permitiu à Alemanha nazista ocupar e anexar a região do Reno, em 1936, o torrão dos Sudetos, em 1938, e, em março deste ano, rasgando o acordo assinado em Munique, a Tchecoslováquia - fato que não deixou dúvidas sobre as intenções germânicas. Assim, cumprindo o pacto de auxílio firmado em março com Romênia, Grécia e Polônia, as duas potências ocidentais declararam oficialmente guerra à Alemanha em 3 de setembro, dois dias depois do ataque aos poloneses. Aliás, não foram só elas: até o fechamento desta edição, Austrália, Índia, Nova Zelândia, África do Sul e Canadá também já haviam ingressado oficialmente na luta contra o Reich.

A guerra promete ser duradoura. A Alemanha não parece estar disposta a abandonar sua política externa expansionista, mesmo tendo atingido todos os objetivos iniciais da campanha da Polônia: retomar as terras perdidas em Versalhes, destruir a república arqui-rival e ainda conquistar os chamados "espaços vitais" (Lebensraum, no original alemão) propícios à segurança e expansão do povo germânico. Para estender suas tenazes sobre as disputadas regiões do Corredor Polonês, da Alta Silésia e de Danzig, Hitler provocou a ira de britânicos e franceses, já de cara fechada desde a assinatura do pacto entre nazistas e soviéticos. Mas o Führer dá de ombros, sem demonstrar sinal algum de arrependimento, e promete usar todos os meios necessários para atropelar os inimigos: "Quando se começa uma guerra, já não é o direito que conta, e sim a vitória".
...
Jogo de cena - A vitoriosa manobra alemã na Polônia, batizada de Fall Weiss ("Plano Branco"), principiou-se em 25 de agosto, com uma espécie de teatrinho da autoridade máxima nazista. Naquele dia, às 15h25, Adolf Hitler telefonou a um de seus mais leais oficiais, Gerd Von Rundstedt, comandante do Grupo de Exércitos Sul, que se encontrava acampado às margens do Neisse, e ordenou o início dos ataques para 4h30 da manhã seguinte. Von Rundstedt já havia despachado três batalhões para a pugna quando recebeu, por volta das 20h30 do mesmo 25 de agosto, uma nova mensagem do Führer anulando a ordem de ataque. O marechal de campo teve de correr e segurar seus homens pela gola do uniforme. A justificativa de Hitler arranhava uma surpreendente saída pacífica para o confilto: "Quero evitar a intervenção dos ingleses".

A frase foi a senha para o início de uma semana de negociações. No final de agosto, a diplomacia ainda parecia ter chances de vingar. Hitler admitira receber um plenipotenciário polonês, e a idéia lançada pelo líder italiano Benito Mussolini - fazer uma conferência internacional para discutir casos europeus em litígio - começava a ser levada em consideração. A boa-vontade do lado germânico, porém, não passava de fachada. O líder tedesco não tinha a menor intenção de usar o diálogo para resolver a pendenga, como ficaria provado no fatídico crepúsculo do mês.

Na tarde de 31 de agosto, sob encomenda do Führer, o poderoso general Reinhard Heydrich fabricou um incidente talhado a servir como justificativa à iminente invasão da Polônia. Comandados pelo major da SS Alfred Naujocks, oito soldados alemães vestiram-se com trajes do exército polonês e invadiram a estação de rádio da cidade alemã de Gleiwitz, distante 1,6 quilômetro da fronteira polaca. Após render a equipe da emissora, o grupo anunciou ao microfone, em alto e bom polonês, que chegara a hora de a Polônia atacar a Alemanha. Antes de deixar o local, as falsas tropas polonesas ainda deixaram uma "prova" forjada das supostas hostilidades contra contra civis germânicos, executando um refém - na verdade, um prisioneiro de campo de concentração arrastadi até à rádio especificamente para esse fim. O exército alemão ainda levou o cadáver até os correspondentes internacionais, exibindo-o como evidência inconteste do que anunciavam como cruel ataque polaco.
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Corredor Polonês - Depois desse último jogo de cena, a tão desejada batalha de Hitler foi finalmente levada a cabo. Às 4h45 de 1º de setembro, apenas alguns minutos depois que os aviões Stukas da Luftwaffe (Força Aérea) começaram a atacar os primeiros campos de pouso poloneses, o couraçado alemão Schleswig-Holstein, navio-escola da Kriegsmarine (Marinha), em visita amistosa ao porto de Danzig, abriu fogo contra a Westerplatte, uma faixa de aproximadamente 1,6 quilômetro onde a Polônia mantinha um armazém naval e um depósito de munições. Os poloneses organizaram heróica resistência, mas acabaram se rendendo uma semana depois.

A essas alturas, o Exército alemão já alcançara êxitos estrondosos em diversos pontos do território inimigo, graças a uma nova e revolucionária técnica de guerra - a Blitzkrieg, ou "guerra relâmpago". Ataques aéreos múltiplos eram executados de forma simultânea, permitindo que as guarnições de tanques em terra avançassem rapidamente. No norte, o Terceiro e o Quarto Exército da Alemanha uniram-se, subjugando o Corredor Polonês já no dia 3 e fazendo com que o Exército de Pomorze fosse completamente dizimado. Na Silésia, o Grupo de Exércitos Sul avançou rapidamente sobre os Exércitos de Lodz e da Cracóvia.

Em 5 de setembro, a posição da Polônia era crítica, a despeito das declarações de guerra da França e da Grã-Bretanha - que, a bem da verdade, tiveram pouco tempo hábil para se preparar e ajudar a defender a terra atacada. Ao invés de bombas, os aviões da Royal Air Force (RAF) britânica preferiram lançar dezenas de milhões de folhetos em terras alemãs, culpando Hitler pela guerra e esperando que a população teutônica insistisse na paz. Evidentemente, esses apelos não eram refresco ou esperança alguma aos homens do marechal Smigly-Rydz, comandante do Exército Polonês, no combate aos invasores.

E não era para menos. Como se não bastasse a superioridade gritante do equipamento das forças germânicas, Hitler comprometeu em peso seu exército nessa campanha, arriscando-se a deixar desnudas as defesas no quinhão ocidental da Alemanha. Tudo para garantir uma vitória inconteste, afirmativa do poderio militar do Reich. Nesse contexto, a invasão soviética no leste polonês foi apenas a pá de cal nas esperanças da defesa. Mesmo antes de terminada a luta, os conquistadores já repartiam o espólio: uma divisão militar temporária estendeu a fronteira vermelha até o rio Vístula. No fim do mês, com a batalha definida, alemães es soviéticos teriam firmado um acordo para fixar as linhas russas mais para o leste, o restante ficando sob controle tedesco.
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'Supremacia ariana' - A anexação desse território foi mais um passo para a construção do Império da Grande Alemanha, talvez a grande obsessão da vida de Adolf Hitler. Mas não se pode deixar de mencionar que a mais recente empreitada militar germânica também veio a atender uma segunda - e mais nefasta - idéia fixa do Führer: a purificação racial e a "limpeza" da nação. Nunca é demais lembrar que um dos primeiros decretos de Hitler como chanceler, em 1933, foi a suspensão dos direitos políticos dos judeus. No início deste ano, em discurso no Reichstag, o parlamento alemão, Hitler declarou com todas as letras que a raça judaica seria eliminada da Europa num mundo dominado pela ordem nazista.

E o que se viu na Polônia foi uma nova demonstração de tais intenções. O "Plano Branco" incluiu o uso de sete Esquadrões de Ação Especial, os Einsatzgruppen, unidades móveis de extermínio que haviam estreado de forma tímida na Batalha da Áustria, em março de 1938. Sua missão, conforme as palavras do comandante Theodor Eicke, é auto-explicativa: "encarcerar ou aniquilar" todo e qualquer inimigo do nazismo. Além de executar arbitrariamente centenas de judeus, os temíveis Einsatzgruppen mostraram serviço ao assassinar membros da intelligentsia polaca, além de padres e aristocratas. Os judeus poupados da barbárie vêm sendo expulsos da área anexada pelo Reich. Para que as autoridades alemãs tenham controle total sobre seus atos, esse grupo será forçado a viver em guetos - o primeiro está sendo instalado em Piotrkow, e deve ser posto em funcionamento ainda em outubro.
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O mundo em alerta - Enquanto Canadá, Austrália, Nova Zelândia e demais países do Império Britânico apressavam-se em tomar partido de Londres, outras forças do mundo ocidental preferiam optar pela neutralidade. Até mesmo a Itália, que cultiva uma rivalidade histórica com a França, preferiu não se juntar à aliada Alemanha no front. Provavelmente pesaram na decisão do ditador Benito Mussolini os protestos dos radicais fascistas anti-bolcheviques, que foram às ruas para condenar o pacto entre Hitler e Stalin, e a indignação generalizada dos italianos com o massacre promovido pelos nazistas na Polônia, país católico como a Velha Bota.

Mantendo a postura isolacionista adotada após a traumática adesão à Grande Guerra, na qual cerca de 50.000 de seus soldados tiveram as vidas ceifadas em combate, também os Estados Unidos da América desfraldaram a bandeira branca. Para marcar essa posição, o presidente Franklin Delano Roosevelt convocou na última semana do mês a Conferência do Panamá, com a participação de mais de 20 repúblicas do continente. Como resultado dos debates, foi divulgada uma declaração que confirmou a neutralidade dos países representados e ainda baniu a entrada de submarinos beligerantes em seus portos, exigiu o fim das atividades militares subversivas em seus territórios e estabeleceu a criação de uma zona marítima de segurança de 480 quilômetros ao redor do Continente - com exceção do litoral do Canadá e das colônias de países europeus.

A opinião pública americana demonstrou apoiar a decisão de FDR. Apesar do generalizado sentimento anti-nazista, a população acredita que Grã-Bretanha e França serão capazes de conter os avanços de Hitler na Europa. Neville Chamberlain, primeiro-ministro britânico, também espera ser esse o desfecho do embate. Desta vez Adolf Hitler terá sérias dificuldades para repetir Munique e fazer Chamberlain - e, por tabela, a Grã-Bretanha - de gato e sapato outra vez. Atendendo aos apelos do povo inglês, o primeiro-ministro convocou ninguém menos que o experiente e sagaz Winston Churchill para o Almirantado. Como todos sabem da queda do lorde por uma boa guerrinha, a Europa pode se preparar: vai ser briga de cachorro grande.


Lance arrojado: Stalin sorri e Molotov (sentado) assina pacto com Ribbentrop (atrás dele)

a gélida União Soviética, o xadrez é uma paixão nacional - o outro passatempo do povo é enganar o frio entornando doses oceânicas de vodca. Os russos monopolizam o jogo e detêm o título mundial com Alexander Alekhine, que conquistou a coroa há 12 anos e só deixou o trono entre 1935 e 1937 (devoto fervoroso da branquinha moscovita, ele jogou bêbado um desafio contra o holandês Max Euwe, para quem perdeu temporariamente a coroa). Czares do tabuleiro, os soviéticos gostam de usar o talento de enxadristas em quase tudo o que fazem. No último dia 17, quando forças soviéticas abocanharam um pedaço da Polônia sem qualquer objeção dos invasores nazistas, ficou claro que Josef Stalin tem o mesmo costume. Depois de confundir e atordoar o mundo durante um mês, o marechal vermelho enfim mostrou qual fora sua jogada ao firmar um surpreendente pacto com a Alemanha.

Assinado no fim de agosto, o tratado parecia sinalizar uma improvável aproximação entre Stalin e Adolf Hitler - afinal, o texto proíbe agressões mútuas, veta alianças com inimigos dos signatários e determina que possíveis discordâncias sejam resolvidas com uma "amigável troca de opiniões". Como Stalin e Hitler estão longe de ser velhos camaradas, ninguém entendeu nada. Nem os comunistas que defendem seu ideário político fora da URSS souberam explicar o pacto com o nazismo. Desde então, porém, as peças do quebra-cabeça passaram a se encaixar. De acordo com relatos surgidos nas últimas semanas, soviéticos e alemães não querem namoro nem casamento. A estratégia seria outra: ao mergulhar a Europa na guerra, os dois lados partilhariam as conquistas entre eles, criando duas grandes esferas de influência, uma alemã, outra soviética. A Polônia, rasgada em duas na altura do rio Bug, seria apenas o primeiro prêmio a ser dividido.

Oficialmente, nem alemães nem soviéticos admitem a manobra. Diplomatas ocidentais dizem, entretanto, que o suposto acordo pode ter sido sacramentado num anexo secreto ao tratado de não-agressão - depois da Polônia viriam Finlândia, Letônia, Lituânia e Estônia. Mas não confunda-se o acordo com uma aliança política ou militar: é cada um por si e todos contra a democracia. Na avaliação de analistas estrangeiros, Stalin e Hitler só querem evitar o mano-a-mano por algum tempo. Mentores de ideologias rivais e igualmente postulantes ao domínio da Europa, dificilmente terão outra saída que não lutar entre si. Resta saber quem rasgará o acordo primeiro. Stalin avisa que não será ele: ao receber o ministro alemão das Relações Exteriores, Joachin von Ribbentrop, para a assinatura do pacto, o marechal brindou ao visitante e ofereceu sua "palavra de honra" de que não trairá o inusitado parceiro.
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Ministro judeu - Para Stalin, o jogo começara ainda no ano passado, quando ele se convenceu de que a grande meta de Hitler era conquistar a URSS. Com sua máquina militar em frangalhos - os principais comandantes foram alvos de expurgos -, o Kremlin precisava, mais do que nunca, de uma tática perspicaz, ainda que cautelosa. O primeiro peão foi movido em maio, quando o líder soviético tirou Maxim Litvinov do posto de ministro das Relações Exteriores. Litvinov queria armar uma aliança anti-nazismo, tinha fama de ser pró-Ocidente e, para completar, era judeu. Com ele chefiando a diplomacia, não havia conversa com os alemães. No seu lugar entrou Vyacheslav Molotov, velho camarada de Stalin na revolução bolchevique. Mexendo novamente nas peças, o marechal ensaiou um pacto com Grã-Bretanha e França. Ao especular a aproximação com as forças democráticas, Stalin pretendia obter uma garantia de ajuda em caso de ataque alemão.

Desconfiados, britânicos e franceses não fizeram esforço algum para fechar acordo com os soviéticos. As forças ocidentais só queriam preservar o status quo territorial e apaziguar o conflito com Hitler. Tanto que, enquanto Ribbentrop corria a Moscou para firmar pessoalmente o pacto com Molotov, os britânicos mandavam apenas um diplomata de segundo escalão, sem poder de decisão, numa lenta viagem de navio à URSS. No meio do caminho, deu meia-volta: o pacto nazi-soviético já estava assinado. Stalin desistira de dialogar com os britânicos - que, segundo ele, sonhavam com uma guerra entre alemães e soviéticos, conflito que poderia eliminar o nazismo e o comunismo numa tacada só, com destruição mútua e sem envolvimento externo. Stalin, contudo, não cairia nessa cilada.

Assinar um pacto com os nazistas foi o lance mais arrojado e imprevisível que o chefão do Kremlin poderia inventar. Por um lado, Stalin se arrisca a atrair a fúria dos inimigos de Hitler, além de macular a imagem da URSS e deixar transparecer sua fragilidade militar. Por outro, anexa metade da Polônia e ganha tempo para lutar uma provável guerra contra os alemães (os soviéticos calculam precisar de três anos para se preparar para o duelo). De qualquer forma, acredita-se que Stalin deseje mesmo ver o circo pegar fogo. Fontes soviéticas contam que, na verdade, o Kremlin quer estimular a realização de uma nova grande guerra, e não impedi-la. Esse confronto, descrito pelos soviéticos como choque de países imperialistas e uma conseqüência inevitável do regime capitalista, seria uma chance de espalhar a revolução e propagar o comunismo. Os próximos meses dirão se Stalin abriu caminho para o xeque-mate - ou se deixou o bispo e a rainha sem defesa alguma diante dos inimigos.

Novo conflito volta a mobilizar Europa 25 anos depois da Grande Guerra - Mesmo sem ataques, a rotina dos países beligerantes muda de súbito - Evacuações, racionamentos e blecautes tornam-se parte do cotidiano do Velho Mundo
Foto: museu Yad Vashem
À espera das bombas: diante da catedral londrina de Saint Paul, soldado vigia o céu inglês

m 1914, os países da Europa começavam a se engalfinhar no conflito que depois ficaria conhecido como a Grande Guerra. Durante quatro anos, o cotidiano de milhões de pessoas foi marcado pela tensão, pelo medo e pelos sacrifícios compulsórios em apoio àquela que seria "a guerra para acabar com todas as guerras". Tais esforços, porém, de nada adiantaram. Passados 25 anos, uma nova geração de europeus volta a conviver com o terror daquela contenda - agora elevado à enésima potência pela ameaça real do bombardeio aéreo.

Apesar de nenhuma ação militar ter sido empreendida fora da Polônia invadida, a população da maioria dos países em guerra já tem suas vidas ditadas e atrapalhadas pela guerra. Na Grã-Bretanha, só nos primeiros dias do mês, mais de 1.500.000 pessoas foram evacuadas para áreas consideradas livres de ataques aéreos, sendo 827.000 estudantes acompanhados pelos professores e 535.000 mulheres gestantes ou com crianças em idade pré-escolar. Foram organizados centros de distribuição em cidades como Oxford, Cambridge, Reading e Gloucester.
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Cartões de racionamento - Londres, em especial, vive um êxodo generalizado: diversas empresas, instituições e repartições públicas também estão deixando a cidade. Boa parte da estrutura da BBC foi deslocada para o oeste; seções do Almirantado foram transferidas para Bath, enquanto parte do Departamento de Guerra foi deslocado para Droitwich. Quem fica, sofre com a falta de serviços públicos: não há aulas para mais de 1 milhão de crianças londrinas não-evacuadas, já que 2.000 escolas foram requisitadas para uso da Defesa Civil. A chuvosa capital da Inglaterra é prejudicada também pela falta de previsão do tempo, um dos primeiros serviços interrompidos após a declaração de guerra.

A Alemanha, que se preparava para a situação havia anos - "podemos ficar sem manteiga, mas não sem armas", anunciava o Ministro da Propaganda Josef Goebbels já em 1936 -, introduziu o racionamento de alimentos via cartões coloridos no fim de agosto. Carne, laticínios, açúcar, ovos, pães, cereais e frutas entraram na cinta. As únicas exceções foram concedidas aos fazendeiros, livres do racionamento, e aos mineiros, que recebem maiores suprimentos devido à natureza "extrapesada" de seu trabalho. Apesar do triunfo na Polônia, o petróleo também está sendo racionado em solo germânico - o que reflete a preocupação das autoridades do Reich à sua vulnerabilidade em caso de embargo naval às rotas de comércio.
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Sob as trevas - O ponto em comum entre quase todas as nações beligerantes do Velho Mundo são os blecautes. O procedimento de segurança para apagar ou ocultar toda a iluminação de uma área que seja alvo potencial de bombardeio aéreo tem se tornado um fardo diário para a população de centenas de cidades na Europa. Não só pelo tempo desperdiçado para, duas vezes ao dia, colocar e tirar anteparos nas janelas de cada quarto que pudesse ter suas luzes acesas, mas também pelos transtornos causados pela falta de iluminação pública nas ruas durante a noite.

Da Inglaterra, chegam informações de que os acidentes automobilísticos triplicaram desde o início do blecaute, com diversas vítimas fatais. Os pedestres também vêm se machucando ao bater em postes e outros obstáculos; também há relatos de que alguns se afogaram ao cair em canais. Uma senhorita de Wisbech foi condenada a um mês de trabalhos forçados após ofuscar policiais locais com uma lanterna e bradar: "É melhor usar a lanterna do que ficar trombando nas pessoas". Depois de incidentes como esses, as autoridades britânicas vêm permitindo aos cidadãos usar lanternas à noite - desde que seu facho esteja obscurecido por duas camadas de lenços de papel. Por enquanto, o blecaute só não gerou reclamações de ladrões e de casais de namorados.

Blindados motorizados protagonizam uma nova tática alemã de combate na Polônia - Êxito lancinante da 'Blitzkrieg' deixa Adolf Hitler estupefato - Eficácia da estratégia coloca em xeque a velha guerra de trincheiras

O 'relâmpago' nazista: tanques esmagam inimigos e abrem caminho para tropas de Hitler

inco preceitos aparentemente simples guiam a nova doutrina de combate alemã, a Blitzkrieg, ou "guerra relâmpago". A receita militar, que culminou em grande êxito na Polônia, é a seguinte:
· A mobilidade compensa a desvantagem numérica;
· Veículos blindados propiciam maior mobilidade em comparação à cavalaria;
· A blindagem de um tanque é mais valiosa na defesa do que no ataque;
· Tanques devem ser usados em agrupamentos pesados (divisões, batalhões e até mesmo exércitos) distintos de outros destacamentos em serviço;
· Dotados de velocidade, força e presença maciça, os tanques devem penetrar nas linhas inimigas para destruir suas comunicações.

Em sua estréia nos campos de batalha, a estratégia acaba de produzir um estrago sem precedentes na história militar moderna. Graças à Blitzkrieg, a investida da Wehrmacht (as Forças Armadas alemãs) na Polônia foi simplesmente avassaladora. A campanha vitimou 200.000 poloneses - 70.000 mortos e 130.000 feridos - e provocou baixas abaixo da expectativa no lado tedesco - 8.000 mortos e 27.000 feridos. Analistas internacionais previam no mínimo dois anos de combate, mas a defesa capitulou em menos de 30 dias. Surge a pergunta: de que cartola os alemães tiraram esse coelho?

Para analisar a origem da vitória, é necessário mergulhar na derrota. O revés na Grande Guerra e as restrições impostas pelo Tratado de Versalhes, em 1919, forçaram o comando militar teutônico a mudar de atitude. Mesmo antes da reabertura da velha academia de guerra tedesca, a Kriegsakademie, em 1935, o Exército, sob o comando do general Hans von Seeckt, já se tornara extremamente receptivo a novas doutrinas e princípios para reconstruir suas bases - uma delas, a idéia da supremacia das divisões blindadas.

Para britânicos e franceses, os tanques ainda eram vistos com a função da cavalaria de uma era passada, que lutava ao lado da infantaria em um determinado front. Já os nazistas, com sua nova geração de oficiais, resolveram apostar nos Panzer, ladeados pelo poder aéreo e pela guerra subversiva, extraindo o máximo das comunicações via rádio entre tropas para propiciar avanços rápidos e seguros. Bingo. A tática foi tão bem-sucedida que alguns altos oficiais alemães, hospedados num castelo em Finkenstein, tiveram tempo e tranqüilidade para caçar cervos no bosque da região logo depois da primeira semana de combates.
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Dupla função - Atribuído a Adolf Hitler, que o teria cunhado com propósitos de intimidação, o termo Blitzkrieg na verdade refere-se a um conjunto de idéias básicas que não foram esboçadas pelos germânicos. Estrategistas britânicos como o capitão Liddel Hart, o major Fuller e o major-general Martel já haviam teorizado alguns desses preceitos. Na Alemanha, a primazia do estudo da estratégia foi do general alemão Heinz Guderian, que, ao lado de outros jovens oficiais, debruçou-se sobre o assunto.

O militar formulou então a revolucionária teoria de que os tanques deveriam ser a força principal de um ataque, a quem todas as armas deveriam estar subordinadas. Hitler se mostrou receptivo à técnica: além do interesse bélico, o Führer viu nos tanques um forte apelo propagandístico, já que as unidades mecanizadas costumam impressionar bastante os civis nos desfiles militares.

Na Polônia, porém, deu-se o contrário - foi o líder alemão quem se impressionou com a potência de seus apadrinhados. Em um dos combates, um regimento de artlharia polonês em marcha foi interceptado e literalmente esmagado pelos Panzers. Hitler, que chegara ao local em seu trem Amerika, viu o que restou das armas e ficou assombrado quando foi informado que o estrago fora causado por tanques. Ele pensou que fossem bombardeiros Stukas os responsáveis pela cena.
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Céu negro - Mesmo assim, as ofensivas aéreas ainda ocupam papel importante no receituário da Blitzkrieg: cabe a elas conquistar pontos-chave do território inimigo, à frente das fileiras blindadas, para facilitar a abordagem. Na campanha polonesa, a Luttwaffe foi notavelmente eficaz na tarefa de bombardear os campos de pouso e outras instalações militares.

Mas o front aéreo ainda pode esperar por mais novidades dos tedescos: Hitler já declarou que a guerra do futuro terá "um céu negro de bombardeiros, dos quais cairá uma tempestade de pára-quedistas, cada um com sua metralhadora em punho". Por mais que a Europa ainda esteja distante desse cenário - o regimento de pára-quedistas da própria Alemanha apenas engatinha -, o certo é que a Blitzkrieg chegou para colocar uma pá de cal na velha guerra de trincheiras.

Arquiteto da imagem messiânica de Hitler,
Josef Goebbels direciona seu talento para a
política expansionista e anti-semita do Führer
- Mestre da propaganda arrebanha o apoio
da população para nova batalha na Europa
Foto: l'Ordre de la Libération
A serviço do 'Führer': orador hipnótico, Goebbels chefia a máquina de propaganda nazista

ntre 1907 e 1908, a Academia de Belas-Artes de Viena recusou, por duas vezes consecutivas, o ingresso de um candidato da pequena cidade de Braunau em suas fileiras. Além de apresentar trabalhos pouco originais, cópias ordinárias de gravuras ou de fotografias, o aprendiz pecava por não conseguir retratar em seus desenhos figuras humanas nas proporções corretas.

Três décadas depois, esse artista enjeitado resolveu redesenhar, à sua forma, as fronteiras do Velho Mundo. E enquanto o planeta teme que as pinceladas bélicas de Adolf Hitler façam da Europa uma natureza-morta, a Alemanha, em frenesi, não pára de fornecer tintas e munição para seu Führer. Como explicar esse fanatismo quase cego de uma nação historicamente ilustrada, pátria de pensadores da estirpe de Kant, Schopenhauer e Nietzsche?

Para muitos analistas internacionais, a resposta está em um homenzinho coxo, de orelhas caídas e boca solta, que atende pelo nome de Josef Goebbels. Não é exagero dizer que foi ele, o Ministro da Propaganda do Reich, quem arquitetou a imagem pública de Hitler - não apenas como líder político, mas como o Messias da nação alemã, na acepção mais sacra da palavra.

Goebbels é um verdadeiro mestre em seu ofício. Foi ele o responsável pela frente de propaganda das sucessivas campanhas eleitorais que acabaram por conduzir Hitler ao cargo de chanceler. Foi ele quem cunhou e tornou compulsória a saudação Heil Hitler - "Ave Hitler", ou "Vida longa a Hitler" - entre os integrantes do partido nazista. E é ele que, com controle total sobre rádio, televisão, imprensa, cinema e teatro, consegue conquistar o apoio maçico da população às decisões de Hitler - quaisquer que sejam elas.
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Ratos e baratas - De forma peculiar e engenhosa, Josef Goebbels conseguiu transformar o trauma da derrota na Grande Guerra num aditivo para a política expansionista nazista. "Chegou a hora de nosso país exigir seu direito histórico na Europa. O elevado destino da raça superior se aproxima. O povo tem de desejar sacrificar-se pela glória do Reich. Qualquer conforto deve ceder lugar à necessidade de armas", afirmou ele.

Alinhado com a política anti-semita de Hitler, também propala efeitos nocivos da presença dos judeus na Alemanha - em alguns casos, conclama a população a agir contra estes. Não custa lembrar que foi ele o mentor intelectual da Kristallnacht, a infame "Noite dos Cristais", em novembro do ano passado, quando a população, para retaliar o atentado cometido por um jovem judeu a um diplomata alemão, foi convocada a destruir sinagogas, lojas e casas da comunidade judaica. O resultado: 90 judeus assassinados e mais de 20.000 presos e enviados para campos de concentração. "Bravo, bravo", celebrou o ministro - que em suas propagandas refere-se aos judeus como "ratos" ou "baratas" -, ao tomar conhecimento do desfecho do levante.

Brilhante escritor, orador hipnótico, Goebbels, nascido em berço católico na cidade de Rheydt, em 1897, incluiu o Führer como um vértice extra em sua Santíssima Trindade. Sua fidelidade a Hitler é canina. Passagens dos diários de Goebbels revelam uma admiração transcendental pelo líder: "Ele é um gênio. O instrumento natural e criativo de um destino determinado por Deus. Ele é como uma criança: gentil, bondosa, piedosa. Como um gato: astuto, esperto, ágil. Como um leão: gigante e imponente".

Mas que ninguém se engane com essas comparações pueris: Goebbels é, mais do que ninguém, uma fera a serviço do Reich. Na Polônia, suas transmissões de rádio e técnicas de guerra subversiva - incluindo ameaças de uma quinta coluna pronta a atacar em território invadido - ajudaram a minar as resistências do inimigo. Se depender do Ministro da Propaganda, o Führer já pode pegar o pincel e começar a treinar a assinatura: sua grande obra-prima será concluída em breve.

Ao assinar o tratado de Munique, no ano passado, o premiê Chamberlain, da Grã-Bretanha, afirmou ter obtido 'paz para nosso tempo'. Um fracasso - Hitler rasgou o acordo. Agora, com o seu país na nova guerra, ele garante: a política de apaziguamento não era um erro. Só que Hitler foi traiçoeiro.
á dezoito meses, fiz uma oração ao adentrar o Parlamento. Rezei para que jamais fosse o responsável por pedir ao meu país que aceitasse a terrível arbitragem da guerra. Receio não ter escapado dessa responsabilidade. Mas não poderia desejar uma situação mais clara do que esta para carregar tal fardo como líder do meu país.

Nenhum homem teria sido capaz de fazer mais para manter aberto o caminho rumo a um pacto honroso e justo na disputa entre Polônia e Alemanha. Não abri mão de nenhuma maneira de deixar claro aos alemães que, se insistissem em usar a força, como vêm fazendo nos últimos tempos, estaria disposto a confrontá-los.

Fico de pé diante do tribunal da História sabendo que a responsabilidade por essa terrível catástrofe pesa nos ombros de apenas um homem: Adolf Hitler, o chanceler alemão, que não hesitou em mergulhar o mundo na desgraça para alcançar suas insensatas ambições.
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"Ele já decidira atacar. Hitler só será detido pela força. E, nesse caso, nosso país estará pronto."
Só pela força - Quando falei ao Parlamento pela última vez, não consegui deixar de reparar que, em algumas cadeiras, havia dúvida e perplexidade sobre um possível enfraquecimento, hesitação ou vacilação por parte do governo de Sua Majestade. Dentro das circunstâncias, não censuro ninguém por isso. Se estivesse no lugar dos meus colegas, sem acesso às informações que recebo, talvez pensaria o mesmo.

Não creio, entretanto, que exista algo a mais ou qualquer coisa diferente que pudesse ter feito para lograr êxito. Seria possível ter obtido um acordo pacífico e digno entre Alemanha e Polônia até o último momento. Mas Hitler não queria isso. Ele evidentemente já decidira atacar a Polônia.

Ele disse ter apresentado propostas razoáveis que foram rejeitadas pelos poloneses. Essa não é uma afirmação verdadeira. As propostas jamais foram mostradas a ninguém. Suas ações mostram de forma convincente que não é mais possível esperar que esse homem desista de usar a força para cumprir sua vontade. Ele só pode ser detido pelas armas. Nesse caso, estamos prontos.
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"É um dia triste. Foi um amargo golpe constatar que meu esforço para conquistar a paz fracassou."
Consciência limpa - Agora só resta entrar nesta luta, que ardentemente tentamos prevenir, com a determinação de vê-la acabar. Não temos rixa alguma com o povo alemão - só não gostamos do fato de que ele aceita ser governado pelos nazistas. Enquanto esse governo existir, não haverá paz na Europa. Passaremos de uma crise para outra, de um país atacado para outro. Se nossa luta devolver ao mundo as regras da boa fé e renúncia à força, os sacrifícios que exigirá terão sido justificados.

Este é um dia triste para todos, mas sobretudo para mim. Foi um golpe amargo constatar que meu esforço para conquistar a paz fracassou. Tudo por que trabalhei, tudo com o que sonhei, tudo no que acreditei durante minha vida pública reduziu-se a ruínas. Sobra apenas uma coisa a fazer: dedicar todas as minhas forças à vitória da causa pela qual me sacrifiquei tanto. Acredito que ainda viverei o bastante para ver o nazismo derrotado e a Europa livre outra vez.

Minha consciência está limpa. Fizemos tudo o que um país poderia fazer para obter a paz, mas a situação tornou-se intolerável. E agora que resolvemos mudá-la, sei que todos cumprirão seus papéis com serenidade e coragem. Que Deus defenda os justos, pois lutaremos contra o mal, a força bruta, a má fé, a injustiça, a opressão e a perseguição. E contra tudo isso, tenho certeza, os justos prevalecerão.

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