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As observações científicas do Hartley 2 começaram em 5 de setembro e agora, no dia 4 de novembro, a sonda fará sua aproximação máxima do cometa estimada para às 10h01 EDT. A missão deve começar na noite do dia 3 de novembro, 18 horas antes do momento da maior proximidade do núcleo do cometa.
“Hartley 2 já proporcionou um grande show com algumas surpresas para a equipe científica da missão”, afirmou o integrante Mike A'Hearn da Universidade de Maryland, em College Park. "Esperamos mais do que o inesperado durante o encontro”, disse A'Hearn.
Aproximação
A fase de encontro da sonda começa no dia 3 de novembro, quando o artefato estiver a apenas 18 horas do ponto de maior aproximação. Neste momento, a sonda cessará a transmissão através de sua antena de alto-ganho e se posicionará de modo que os sensores mantenham o cometa no alvo das câmeras pelas próximas 24 horas.
Durante a fase de encontro, todas as imagens captadas serão armazenadas na memória flash dos dois computadores de bordo. Sete horas depois, os computadores reorientarão a espaçonave, permitindo que a antena de alto-ganho aponte novamente para a Terra, mas sem que as câmeras percam a visão do núcleo cometário.

Quando a antena estiver apontada corretamente, a Deep Impact fará o upload dos dados e imagens da aproximação, ao mesmo tempo em que novas imagens e informações continuarão a ser coletados. Segundo os engenheiros do JPL, Laboratório de Propulsão a Jato, da Nasa, o processo de download poderá levar diversas horas.
De acordo com o cientista Mike A'Hearn, ligado à Universidade de Maryland, devido à forma como a memória interna é gerenciada, as imagens da aproximação máxima não chegarão à Terra em tempo real. "Só teremos as primeiras impressões de como o núcleo desse cometa difere do Temple 1 a partir das 5 primeiras cenas que chegarem", disse A'Hearn.
Temple 1
A sonda Deep Impact está em sua segunda missão. Antes, a sonda produziu um verdadeiro espetáculo celeste ao arremessar um projétil em direção ao cometa Tempel 1, em julho de 2005.
Ao vivo
Fique ligado. Transmissão ao vivo da aproximação da sonda através da Nasa-TV.
Fotos: Crédito: NASA/JPL-Caltech/Apolo11.







Pelo menos dezesseis desses objetos têm diâmetro maior que 240 km e um deles, o maior de todos, batizado de Ceres(




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No centro de tudo, está a convicção de que no esporte se deve jogar sempre para ganhar. Mas é justamente aí que está a brecha: ganhar o quê? O jogo ou o campeonato? Uma corrida ou a temporada? O Mundial de pilotos ou o de construtores? Na busca por uma vitória, atletas e equipes usam recursos ilícitos: derrubam os adversários, usam de violência, atrasam o jogo propositalmente, fogem do combate. É para isso que existem os árbitros. Derrubou na área, é pênalti (ou é muito pênalti, para honrar o nome deste blog). É a lei do esporte. Tirar o pé do acelerador ou não escalar os titulares num jogo decisivo irrita o torcedor porque foge do braço dessa lei – que não é tão longo quanto deveria.
Quando aconteceu com os outros, fomos sempre muito severos. No futebol, a Alemanha Ocidental perdeu para a Oriental, na Copa do Mundo de 1974, para fugir do grupo de Brasil e Holanda na fase seguinte. No vôlei masculino, os Estados Unidos perderam do Brasil na primeira fase das Olimpíadas de 1984 para pegar um caminho mais fácil nas semifinais; no feminino, a China perdeu da Coreia do Sul na segunda fase do Mundial de 2002 para pegar o Brasil nas quartas-de-final. Não me lembro de ter visto essas verdades serem contestadas. Já a derrota do Brasil para os Estados Unidos nas Olimpíadas de 2004 – citada hoje pelos jornais italianos – nunca foi debatida por aqui com tanta veemência.
