sexta-feira, 31 de julho de 2009

Ridley Scott confirmado na direção do quinto 'Alien'

Depois de meses de especulações e rumores e de algumas mudanças na equipe, a Variety confirmou que a 20th Century Fox vai manter o próximo filme da franquia Alien como uma pré-sequência e que Ridley Scott será mesmo o responsável pela direção do longa.

E a equipe também já tem um roteirista contratado. Ele será Jon Spaihts, que foi confirmado depois que os executivos da Fox se impressionaram com seu trabalho em Passengers, thriller estrelado por Keanu Reeves trabalhou.

O anúncio da contratação do roteirista veio apenas dois meses após o 30º aniversário da ficção-científica original, que também foi dirigida por Scott, e lançou uma sequência de filmes, uma série em quadrinhos e mais dois longas com outra criatura de uma franquia da Fox, o Predador.

"Ridley está trabalhando em Robin Hood, mas acredito que ele está gostando da ideia, o que será ótimo", revelou uma fonte.

A atriz Sigourney Weaver revelou, pela segunda vez este ano, que quer voltar a interpretar a tenente Ellen Ripley. Já que trazer personagens clássicos de volta está na moda, a atriz disse ao ContactMusic sua vontade de um quinto filme.

"Me sentiria estranha se eles fizessem um filme com a personagem tendo outra pessoa no papel. Não importa se o orçamento do filme seja grande ou pequeno, ou se o papel é principal ou não. Se a história for boa, eu estou lá" disse.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Césão destrói o recorde mundial nos 100m livre e ganha o 1º ouro do Brasil

César Cielo tem pressa. Para alguém tão acostumado à velocidade, a final dos 50m livre no sábado ainda parece um futuro distante. E se a prova favorita demorava a chegar, Cielo resolveu descontar a pressa nos 100m. Azar dos concorrentes. Em 46s91, o brasileiro foi e voltou na piscina do Foro Itálico para bater o recorde mundial da prova e garantir o primeiro ouro do país no Mundial de Esportes Aquáticos, em Roma.

Agência/AFP

Na cerimônia de premiação, Cielo subiu no palanque branco com um largo sorriso no rosto. Abraçou os franceses Alain Bernard e Frederick Bousquet, que completavam o pódio, e recebeu sua histórica medalha de ouro. Cantou o Hino Nacional até a metade, e a partir dali se dedicou à missão de segurar o choro. Foi por pouco tempo. Quando a primeira lágrima caiu, as arquibancadas explodiram em aplausos para o maior nadador brasileiro de todos os tempos.

Valeu a pena. Deu certo de novo. Agora é comemorar com a maior alegria que eu poderia ter "


Lá se iam 27 anos desde que o país conquistou seu último – e até então único – ouro em Mundiais. Foi com Ricardo Prado, em 1982, no Equador. Aos 17 anos, ele nadou os 400m medley em 4m19s78 e bateu o recorde mundial. Cielo, no entanto, é o primeiro brasileiro a ser campeão mundial e olímpico.

Favorito para vencer a prova, Alain Bernard conquistou a prata com 47s12, e o bronze ficou com Frederick Bousquet em (47s25). Cielo virou os primeiros 50m em segundo lugar (22s17), atrás de Bousquet (22s14), que perdeu duas posições na segunda metade da disputa. Cielo apertou o ritmo nos últimos metros e, por 21 centésimos, garantiu o ouro e o recorde mundial. A marca anterior era do australiano Eamon Sullivan, com 47s05. O brasileiro Nicolas Oliveira também disputou a final, mas terminou em oitavo, com 48s01.

Cielo passa a ser o primeiro nadador da história a nadar a prova abaixo dos 47 segundos. Alain Bernard também tinha conseguido o feito, mas seu recorde não foi homologado pela Federação Internacional de Natação, já que o maiô não estava aprovado.

Assim que bateu em primeiro, Cielo arrancou a touca e vibrou muito olhando para as arquibancadas. Com o peito todo vermelho, fruto dos tradicionais tapas antes da prova, o brasileiro deixou a piscina exausto, com as pernas doendo, mas com a certeza do dever cumprido. Exausto, ele festejou o feito.

- É sensacional. São dois anos na minha carreira para entrar para a história. Cresci assistindo ao Gustavo Borges nadando essa prova, não tem nada igual. É um sonho sendo realizado. Estou doendo muito agora, minha perna dói, está difícil até de pensar. Valeu a pena. Deu certo de novo. Agora é comemorar com a maior alegria que eu poderia ter - afirmou Cielo, com a fala ofegante e o sorriso aberto.

Agência/AFP

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Ferrari convoca Schumacher para vaga de Massa

Schumi vinha ocupando o cargo de conselheiro da Ferrari (Crédito: Reuters)

A Ferrari anunciou nesta quarta-feira que convidou Michael Schumacher para ocupar a vaga de Felipe Massa enquanto o brasileiro não reunir condições de competir por causa do acidente do último sábado na Hungria.

Segundo nota divulgada pela equipe, Schumacher fará um programa intensivo de treinamento físico para estar em condições de correr.

"A Scuderia Ferrari Marlboro pretende colocar Michael Schumacher no carro de Felipe Massa até o brasileiro ter condições de correr novamente. Michael Schumacher disse que está pronto e, nos próximos dias, passará por um programa específico e no final disso uma confirmação será dada sobre sua participação no campeonato com efeito para o Grande Prêmio da Europa, em 23 de agosto", diz a nota da Ferrari.

O alemão confirmou o convite em seu site oficial e espera ajudar o time que o consagrou como o maior piloto de todos os tempos.

"Eu me reuni nesta tarde com Stefano Domenicali (diretor esportivo) e Luca di Montezemolo (presidente) e juntos decidimos que eu vou me preparar para ocupar a vaga de Felipe. É certo que meu capítulo na Fórmula 1 está fechado para mim há muito tempo e completamente, e ainda é certo que por razões de lealdade com o meu time, não posso ignorar essa situação afortunada. Mas sou um competidor e estou de olho nesse desafio."

Heptacampeão e dono de 91 vitórias, Schumacher não disputa uma corrida de Fórmula 1 desde o Grande Prêmio do Brasil de 2006. Depois disso, chegou a fazer testes esporádicos pela Ferrari, mas sempre negou que fosse voltar à categoria.

O alemão, então, enveredou pelo caminho das motos. Disputou algumas corridas na Alemanha e chegou a sofrer algumas quedas. Na mais grave delas, em fevereiro, na Espanha, Schumi ficou desacordado e ficou internado.

Nos últimos dias, após o acidente de Massa, a volta de Schumacher foi ventilada e versões desencontradas para o fato foram divulgadas. Enquanto a assessora de imprensa de Schumi, Sabine Kehm, disse que o heptacampeão analisaria essa situação, o empresário Willi Weber rechaçou essa possibilidade com veemência.

Musa Italiana Vence e estabelece novo recorde mundial, agora nos 200 metros

Federica Pellegrini exibe a medalha de ouro dos 200m livres

A italiana Federica Pellegrini fez a festa da torcida local ao vencer a prova dos 200m nado livre no Mundial de Esportes Aquáticos, em Roma. Ela marcou o tempo de 1m52s98, estabelecendo novo recorde mundial da prova.

A americana Allison Schmitt ficou com a medalha de prata, com o tempo de 1m54s96. Sua compatriota, Dana Vollmer, cravou 1m55s64 e ficou com o bronze.


Resumo do quarto dia do Mundial de Esportes Aquáticos em Roma

Felipe França é prata e consegue a primeira medalha para o Brasil

Felipe França tem fama de ser um dos nadadores mais reservados da seleção brasileira. Mas, nesta quarta-feira, o nadador de Suzano-SP teve de deixar a timidez de lado. Ao subir ao pódio, após a conquista da medalha de prata nos 50m peito, no Mundial de Esportes Aquáticos, em Roma, Felipe caiu de joelhos aos prantos, protagonizando uma das cenas mais emocionantes da competição até agora. Na entrevista após a prova, mais calmo, ele falou sobre a conquista, o nervosismo antes da prova e a parceria com o técnico.

Satiro Sodré/CBDA

Felipe França não aguenta a emoção após conquistar a medalha de prata nos 50m peito, em Roma

Conquista

Estou muito feliz por essa medalha. Quero agradecer a Jesus e ao Ari (Soares, técnico). Estou abalado ainda, vocês viram no pódio. Tem alguma coisa dentro de mim que está me segurando. Daqui a pouco, vou começar a chorar de novo.

Pódio
Foi parecido com a vaga das Olimpíadas. Domingo de manhã, que foi concretizada a vaga, eu também ajoelhei e cai. Não foi porque quis. Estou com o joelho doendo aqui. Eu coloquei a mão no cara porque eu pensei que ia cair pro lado. Foi uma sensação de alívio e conforto.

Caminho até a medalha
Eu estava confiante no treinamento do Ari e, o mais importante, estava confiante em mim mesmo. O primeiro passo foi a conquista da vaga para Olimpíadas e agora a medalha de prata no primeiro ano do ciclo olímpico. Então, eu acho que os próximos Jogos serão muito bons.

Ampliar FotoSatiro Sodré/CBDA

Felipe França comemora a medalha de prata

Concentração

Eu e Ari trabalhamos muito com a energia. Se eu ficasse brincando, eu ia desperdiçar energia que eu tenho para gastar dentro d’água. A gente vem trabalhando bastante nisso. Eu não tiro o fone do ouvido em momento nenhum. É um trabalho para conseguir a maior concentração possível. Mantendo a concentração, sai a prova perfeita.

Cielo

Com Cielo, que tenho mais intimidade, eu brinco muito, parecemos irmãos. É muito legal. Mas, com quem eu não tenho muita intimidade, sou mais fechadão mesmo, na minha. Isso é da minha personalidade.

Nervosismo antes das semifinais Dez minutos antes da semifinal, eu já estava no balizamento, aí eu vi o Ari. Conversei com ele e isso me acalmou. Antes disso, estava nervoso por que sentia que era grande o fardo de conseguir a medalha de ouro ou de bater o recorde de novo. Mas isso vem sempre de mim. Eu sempre fui assim, desde a minha primeira prova de infantil. Eu ficava preocupado, falava com a minha mãe, e ela me acalmava. Aí eu ficava mais tranquilo e ganhava.

Ele falou que a medalha já era minha, que não era para eu me preocupar. Disse para eu passar pela semifinal, dar o melhor de mim, não lembrar que eu tinha passado mal e ganhar.

Eu era o mais tranquilo do balizamento. Eu fiz tudo certo, me concentrei, mantive a cabeça no lugar, comi na hora certa, fui ao banheiro na hora certa, fiz tudo certo. Então, veio a consequência.

Brasileiros avançam para três finais

No dia em que o alemão Paul Biedermann roubou de Michael Phelps o título de astro do Mundial de Esportes Aquáticos - pelo menos por enquanto -, a natação brasileira fez seu dever de casa e avançou para três finais, que serão disputadas na quarta-feira. Com isso, após três dias em Roma, o Brasil já tem sua melhor campanha em Mundiais desde 1998.

Felipe França viu seu recorde mundial nos 50m peito cair na terça-feira, mas promete dar o troco na final desta quarta. João Júnior também avançou para a decisão, assim como fez Kaio Márcio nos 200m borboleta. Confira abaixo como foi o terceiro dia da natação no Foro Itálico.

Eliminatórias

Dos quatro brasileiros que abriram a competição na terça-feira, todos avançaram para as semifinais: Felipe França e João Júnior nos 50m peito, Kaio Márcio e Lucas Salatta nos 200m borboleta, ao lado de Michael Phelps e Paul Biedermann.

Semifinais

Felipe França garantiu sua classificação para a final com tranquilidade, mas viu o sul-africano Cameron Van Der Burgh quebrar seu recorde mundial. João Júnior também passou para a decisão de quarta-feira.

Lucas Salatta ficou pelo caminho, mas Kaio Márcio avançou para a final. Michael Phelps ficou com o segundo melhor tempo, atrás apenas do japonês Takeshi Matsuda.

A musa italiana Federica Pellegrini brilhou mais uma vez. Bateu o recorde mundial, que já era dela, e avançou para a final de quarta-feira.

Finais

Na prova mais aguardada do dia, Michael Phelps bateu na trave. O americano ficou com a prata e viu o alemão Paul Biedermann lhe roubar o ouro e o recorde mundial. Com isso, Biedermann passou a ser o grande personagem da competição até agora: "Hoje sou o mais rápido".
A britânica Gemma Spofforth cravou 58s12 e superou a favorita russa Anastasia Zueva.

Sem o americano Aaron Peirsol na final, o japonês Koga Junya deitou e rolou.

Mais uma explosão de euforia nas arquibancadas do Foro Itálico. Prata da casa, Alessia Filippi venceu a prova e bateu o recorde do campeonato com 15m44s93.

A americana Rebecca Soni, que já tinha o recorde mundial da prova, venceu tranquila.

domingo, 26 de julho de 2009

Musa italiana enlouquece torcida, bate recorde mundial e é ouro nos 400m livre

A Musa italiana Federica Pellegrini não se sentia bem na tarde deste domingo. Mesmo assim, enlouqueceu a torcida, confirmou o favoritismo e foi mais uma nadadora a escrever seu nome na história durante o Mundial de Roma. Além de levar o ouro nos 400m livre, ela bateu o recorde mundial da prova com 3m59s15. A marca anterior, 4m00s41, pertencia à própria atleta.

Agência/AFP

Apoio da torcida ajuda Pellegrini e garantir medalha de ouro e recorde mundial nos 400m livre

A britânica Joanne Jackson nadou em 4m00s60 e levou a medalha de prata. O bronze ficou com outra atleta da Grã-Bretanha: Rebecca Adlington, com 4m00s79.

Antes de cair na piscina, Pellegrini, que teve uma indisposição antes da prova e chegou a sentir febre, tentava mostrar concentração diante da barulhenta torcida italiana. Os fãs levaram muitos cartazes e chegaram a desenhar um coração gigante para incentivar a bela.

No início da disputa, uma ameaça: Jackson virou os primeiros 50m na liderança da prova. No entanto, a italiana tomou a dianteira logo em seguida e não deu mais chances às adversárias.

Nos 100m finais, a torcida ficou de pé e gritou ainda mais alto para empurrar Pellegrini. Além do ouro, os italianos queriam o recorde. E a nadadora pareceu ouvir os fãs apaixonados. Na reta final, aumentou ainda mais a diferença em relação às concorrentes e voou na piscina para nadar abaixo dos quatro minutos e emocionar a plateia, embevecida diante do sucesso de sua rainha.

- Eu ouvi (os gritos do público) desde o primeiro metro na piscina e realmente me ajudou muito. Fiquei muito feliz com a acolhida - festejou Pellegrini.

Cielo brilha na abertura do revezamento, mas EUA reagem e ficam com o ouro

Pela manhã, Michael Phelps foi um peixe – literalmente – fora d’água. O americano não participou das eliminatórias do revezamento 4x100m livre e poupou esforços para a final. Não adiantou muito. O fenômeno foi atropelado por César Cielo na primeira parcial e, durante um quarto da decisão, o Brasil sonhou com a medalha de ouro. O sonho foi ficando pelo caminho quando os companheiros de Phelps salvaram sua pele e colocaram os Estados Unidos no alto do pódio, fazendo o hino americano soar pela primeira vez no Foro Itálico de Roma.

Agência/Getty Images


Com o tempo de 3m09s21, os Estados Unidos conquistaram seu primeiro ouro no Mundial de Esportes Aquáticos. Méritos para Ryan Lochte, Mattew Grevers e principalmente Nathan Adrian. Eles compensaram a prova decepcionante de Phelps, que entregou os primeiros 100m em terceiro lugar, com a parcial decepcionante de 47s78.


As chances de medalha do Brasil foram por água abaixo por causa dos russos, que roubaram a cena e, mesmo competindo na raia 8, arrancaram a medalha de prata (3ms09s52). Favorita para o ouro, a França decepcionou e chegou em terceiro, com 3m09s89.

Com uma equipe renovada, o Brasil não contava com a arrancada russa, mas deixou a piscina com a sensação do dever cumprido e o tempo de 3m10s80. Cielo teve um ótimo início de Mundial, mas preferiu não exaltar sua marca.

Ampliar FotoAgência/Reuters

Cielo na água: o brasileiro deu show na prova

- Não estou preocupado com o que eu fiz. Não tem essa de Phelps, de Bernard. A gente fez o que tinha que fazer, baixou o tempo de hoje cedo, mas a Rússia surpreendeu. Este é o Mundial, não importa a raia em que você está. A Rússia nadou melhor hoje à noite, mas estou feliz - avaliou Cielo, que só volta à piscina na quarta-feira, para os 100m livre.

Nicolas Oliveira também ficou satisfeito com o rendimento da equipe, mas lamentou ter ficado fora do pódio.

- Em primeiro lugar, fica a sensação de dever cumprido, baixamos quatro segundos do nosso melhor tempo. Mas é lógico que ninguém gosta de bater na trave - afirmou.

Poupado das eliminatórias, Michael Phelps entrou no Foro Itálico sobre aplausos da torcida. Com a fisionomia fechada, ele mantinha a tradição de ouvir música nos fones até o momento de tirar o agasalho. Quando pulou na água, a decepção. O americano ficou para trás, e quem disparou na frente foi Cielo. O brasileiro cumpriu seu papel em 47s09 - novo recorde sul-americano - e entregou para Nicolas Oliveira com o Brasil em primeiro.

Na segunda perna, Alain Bernard brilhou com 46s46 e colocou os franceses na liderança. O favoritismo parecia a caminho de se concretizar. Nicolas nadou em 47s39 e ainda mantinha o Brasil na disputa do bronze, mas foi aí que surgiu a Rússia, com Andrey Grechin, que entregou para Danila Izotov. Na raia 8, a equipe disparou rumo à prata.


Os companheiros de Phelps cumpriram a missão de recolocar os americanos na liderança, graças principalmente a Nathan Adrian, que fechou a prova em 46s79. Os russos bateram em segundo com Alexander Sukhorukov, e os franceses garantiram um bronze de sabor amargo com Frederick Bousquet. Fernando Silva ainda tentou colocar o Brasil no pódio, mas os 48s17 não foram suficientes.

Poucos minutos após a prova, o hino dos Estados Unidos soou pela primeira vez no Foro Itálico. Os americanos ainda não tinham subido no degrau mais alto do pódio nas outras modalidades. Phelps economizou no sorriso, talvez consciente de que não foi a estrela da conquista, com o pior tempo da equipe americana. Quem sabe o cenário não muda na segunda-feira, quando a expectativa é de que ele comece a reinar absoluto nos 200m borboleta.

Agência/Getty Images


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