
San Juan, 6 set (DE TUDO UM POUCO) - O Brasil ganhou a medalha de ouro da Copa América de basquete ao vencer Porto Rico por 61 a 60, na final do evento, que aconteceu no coliseu Roberto Clemente de San Juan, e que concedeu quatro vagas para o Campeonato Mundial da Turquia, em 2010.
A seleção brasileira dominou os três primeiros quartos da partida, chegando a colocar uma vantagem de 16 pontos no placar.
Porto Rico teve a oportunidade de ganhar a partida no último segundo, mas seu capitão e base Carlos Arroyo errou o arremesso que teria dado a vitória aos caribenhos.
O pivô porto-riquenho Danny Santiago errou dois lances livres faltando pouco mais de um minuto de jogo, que poderia ter aproximado Porto Rico ainda mais no placar, pois Arroyo marcou uma cesta e Ángel Vassallo conseguiu um lance livre deixando o jogo em 61 a 60, quando faltavam 33 segundos para o final.
O segredo da vitória brasileira foi a defesa, minando a principal arma dos donos da casa, as cestas de três pontos. Porto Rico só converteu 5 cestas de três em 21 tentativas, o que fez a diferença em relação às outras partidas dos caribenhos.
A equipe porto-riquenha demonstrou no quarto final que não se rende até o último segundo, pois apesar de perder por 50 a 37, acabaram a partida com apenas um ponto de diferença.
Ambas as seleções entraram um pouco ansiosas no início da partida, mas a defesa brasileira não permitiu as cestas de três dos adversários e fechou o quarto em 19 a 13.
No segundo quarto, o técnico porto-riquenho Manolo Cintrón decidiu dar descanso a quatro de seus titulares o que foi uma decisão arriscada e que os brasileiros aproveitaram.
Com o bom jogo de Leandrinho, cestinha da partida com 24 pontos, o Brasil marcou seis pontos seguidos, continuando boas penetrações no garrafão, o que deu uma vantagem de 36 a 28 no quarto.
Os outros destaques do Brasil foram Anderson Varejão, Tiago Splitter - com o bom trabalho no garrafão - e Marcelinho Machado.
O domínio brasileiro ficou patente nas 11 assistências contra apenas quatro dos boricuas, como são conhecidos os jogadores caribenhos.
O elenco brasileiro continuou demonstrando sua excelente defesa no terceiro quarto, quando parou o ataque de Porto Rico que ficou sem marcar pontos nos primeiros cinco minutos.
Com uma cesta de três pontos "espírita" de Filiberto Rivera no último segundo do final do quarto - que terminou 50 a 37 a favor do Brasil - Porto Rico abriu caminho para uma incrível reação.
No último quarto, a batalha do Brasil contra a torcida da casa aumentou. O ginásio quase explodiu quando Guillermo Diaz completou uma ponte aérea com uma enterrada espetacular.
Os torcedores gritavam o nome do país sem parar, e dentro da quadra os atletas responderam à altura. Na metade do período, a vantagem caiu para sete pontos.
As enterradas de Daniel Santiago eram comemoradas com gritos da arquibancada. Uma cesta de três de Vassalo fez a diferença cair para quatro pontos, e em seguida para dois.
Após um lance livre de Vassallo a diferença caiu para um. No ataque, Leandrinho levou um toco faltando 11 segundos para o final da partida, Arroyo partiu para o ataque para o último lance, chutou de três mas a bola não caiu.
Não havia mais tempo para nada. Daí foi só a seleção brasileira comemorar a vitória e o coroamento do trabalho nesta Copa América, sob direção do técnico Moncho Monsalve.
A seleção brasileira dominou os três primeiros quartos da partida, chegando a colocar uma vantagem de 16 pontos no placar.
Porto Rico teve a oportunidade de ganhar a partida no último segundo, mas seu capitão e base Carlos Arroyo errou o arremesso que teria dado a vitória aos caribenhos.
O pivô porto-riquenho Danny Santiago errou dois lances livres faltando pouco mais de um minuto de jogo, que poderia ter aproximado Porto Rico ainda mais no placar, pois Arroyo marcou uma cesta e Ángel Vassallo conseguiu um lance livre deixando o jogo em 61 a 60, quando faltavam 33 segundos para o final.
O segredo da vitória brasileira foi a defesa, minando a principal arma dos donos da casa, as cestas de três pontos. Porto Rico só converteu 5 cestas de três em 21 tentativas, o que fez a diferença em relação às outras partidas dos caribenhos.
A equipe porto-riquenha demonstrou no quarto final que não se rende até o último segundo, pois apesar de perder por 50 a 37, acabaram a partida com apenas um ponto de diferença.
Ambas as seleções entraram um pouco ansiosas no início da partida, mas a defesa brasileira não permitiu as cestas de três dos adversários e fechou o quarto em 19 a 13.
No segundo quarto, o técnico porto-riquenho Manolo Cintrón decidiu dar descanso a quatro de seus titulares o que foi uma decisão arriscada e que os brasileiros aproveitaram.
Com o bom jogo de Leandrinho, cestinha da partida com 24 pontos, o Brasil marcou seis pontos seguidos, continuando boas penetrações no garrafão, o que deu uma vantagem de 36 a 28 no quarto.
Os outros destaques do Brasil foram Anderson Varejão, Tiago Splitter - com o bom trabalho no garrafão - e Marcelinho Machado.
O domínio brasileiro ficou patente nas 11 assistências contra apenas quatro dos boricuas, como são conhecidos os jogadores caribenhos.
O elenco brasileiro continuou demonstrando sua excelente defesa no terceiro quarto, quando parou o ataque de Porto Rico que ficou sem marcar pontos nos primeiros cinco minutos.
Com uma cesta de três pontos "espírita" de Filiberto Rivera no último segundo do final do quarto - que terminou 50 a 37 a favor do Brasil - Porto Rico abriu caminho para uma incrível reação.
No último quarto, a batalha do Brasil contra a torcida da casa aumentou. O ginásio quase explodiu quando Guillermo Diaz completou uma ponte aérea com uma enterrada espetacular.
Os torcedores gritavam o nome do país sem parar, e dentro da quadra os atletas responderam à altura. Na metade do período, a vantagem caiu para sete pontos.
As enterradas de Daniel Santiago eram comemoradas com gritos da arquibancada. Uma cesta de três de Vassalo fez a diferença cair para quatro pontos, e em seguida para dois.
Após um lance livre de Vassallo a diferença caiu para um. No ataque, Leandrinho levou um toco faltando 11 segundos para o final da partida, Arroyo partiu para o ataque para o último lance, chutou de três mas a bola não caiu.
Não havia mais tempo para nada. Daí foi só a seleção brasileira comemorar a vitória e o coroamento do trabalho nesta Copa América, sob direção do técnico Moncho Monsalve.
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