segunda-feira, 14 de maio de 2012

POBRE RIO DE JANEIRO



O que vai ser lido abaixo é longo, mas leia ate o fim. 
É asqueroso mas isto infelizmente é Brasil. 
Pena de morte é pouco. 
Antes da execução passar uns dias numa penitenciária faria um grande bem. 
Gordinho como é ia arranjar de imediato um casamento.


Será ?  O NOSSO RIO DE JANEIRO É VÍTIMA NAS ÚLTIMAS DÉCADAS DE QUADRILHAS TRAVESTIDAS DE GOVERNO.  Repassando

Reflexão sobre o BRASIL:
"O congresso nacional é um lugar que:se gradear vira zoológico, se murar vira presídio, se colocar uma lona em cima vira circo, se colocar lanternas vermelhas vira prostíbulo, e se der descarga não sobra ninguém".  (...)
Pensemos sobre nossas atitudes !


Vamos começar pelos personagens que cercam Sérgio Cabral, os “generais” que comandam a pilhagem dos recursos públicos, que estão saqueando a população do Rio de Janeiro, através de farsas, negociatas, maracutaias e tramas nos bastidores. 

É a turma dos negócios promíscuos de Cabral. 

Vocês vão ver que por muito menos Collor e José Roberto Arruda (Distrito Federal) sofreram o impeachment. 

Preparem-se!

Os negócios em família
Descrição: Adriana Ancelmo, mulher e sócia nos negócios
Adriana Ancelmo, mulher e sócia nos negócios
Adriana Ancelmo Cabral – a esposa de Cabral
O escritório de advogacia, do qual é sócia majoritária, tem como clientes, empresas concessionárias de serviços públicos estaduais e outras que têm contratos de prestação de serviços com o Estado. 
O Metrô e a Supervia, apesar dos caóticos serviços prestados, conseguiram por intermédio de Adriana, que o marido, Cabral, renovasse por mais 30 anos os contratos de concessão. 
A esposa de Cabral também advoga para o Grupo Facility, do “Rei Arthur”, que tem contratos de mais de R$ 1,5 bilhão com o governo Cabral. 
A mulher de Cabral representa os interesses jurídicos de várias empresas que têm contratos milionários com o Estado e dependem de decisões do governador.

Descrição: Mauricinho Cabral, o irmão de Cabral que se move nas sombras
Mauricinho Cabral, o irmão de Cabral que se move nas sombras
Mauricinho Cabral – o irmão de Cabral
Esse é um personagem que se move nas sombras, mas toda a mídia conhece muito bem, e protege por interesse próprio. 
É publicitário e não tem nenhum cargo no governo. 
Mas é ele que controla a milionária verba de publicidade e se reúne com o pessoal dos grandes veículos de comunicação. 
Usa a agência FSB para distribuir as verbas e comprar a blindagem do irmão Cabral. 

O vice que virou alma gêmea nos negócios
Descrição: O vice-governador e secretário de Obras, Pezão, hoje chamado de Mão Grande
O vice-governador e secretário de Obras, Pezão, hoje chamado de Mão Grande
Luiz Fernando Pezão – o vice-governador
É o homem que cuida das Obras do Estado e negocia os contratos milionários e está sujo dos pés grandes até a cabeça, passando pelas mãos ainda maiores, que lhe rendem o apelido de “Mão Grande”. 
Usa seu subsecretário, Hudson Braga para fazer a ponte com as empreiteiras, menos a Delta, que é linha direta Cabral – Fernando Cavendish. 
Está enrolado no TCU por conta do contrato da DELTA, das obras do Arco Rodoviário. 
Um escândalo de superfaturamento. 
É o responsável pela reforma do Maracanã e vai ter que responder por que mandou pagar R$ 8 milhões à DELTA antecipadamente, antes mesmo de realizar algumas intervenções previstas no contrato. 
Está metido numa negociata da desapropriação de um imóvel em Barra do Piraí, que pertencia à família de sua mulher, foi super avaliado e em seguida desapropriado por um valor muito acima do mercado. 

Os amigos e braços-direitos nos negócios
Descrição: Com Cabral desde a ALERJ, Régis Fichtner é quem faz a ponte com a Justiça e o MP, além de muitos negócios
Com Cabral desde a ALERJ, Régis Fichtner é quem faz a ponte com a Justiça e o MP, além de muitos negócios
Régis Fichtner – o secretário da Casa Civil
É um dos braços-direitos de Cabral desde que ele era deputado na ALERJ. 
Responsável pelas negociatas de imóveis desapropriados do banqueiro Daniel Dantas, denunciadas pela revista Carta Capital. 
O banqueiro ganhou milhões graças à generosidade da caneta de Cabral negociada com Régis Fichtner. 
Acertou e foi o autor da chamada Lei Luciano Huck, que legalizou centenas de imóveis de luxo construídos em área de preservação de Angra dos Reis, beneficiando o apresentador e muita gente graúda. 
É o interlocutor com a Justiça e o Ministério Público.

Descrição: Wilson Carlos com dinheiro escondido em paraíso fiscal na China
Wilson Carlos com dinheiro escondido em paraíso fiscal na China
Wilson Carlos – o secretário de Governo
Amigo de Cabral desde os tempos de estudante é o homem que cuida dos negócios com os políticos. 
É o outro braço-direito. 
Cuida do toma lá dá cá de Cabral. 
Foi flagrado em uma investigação da Polícia Federal como possuidor de contas em paraísos fiscais na China, não declaradas. 

Os secretários bons de negócios
Descrição: O milionário Sérgio Côrtes e a mulher Verônica, no nome de quem colocou sua mansão
O milionário Sérgio Côrtes e a mulher Verônica, no nome de quem colocou sua mansão
Sérgio Côrtes – o secretário de Saúde
Esse é o campeão de negócios sujos. 
Grupo Facility, TOESA e as ambulâncias, TCI, Barrier e os remédios. 
Mansão, cobertura, joalheria. 
Luxos milionários que não têm como ser explicados.

Descrição: Beltrame, escutas clandestinas fazem com que tenha
 muita gente graúda na mão
Beltrame, escutas clandestinas fazem com que tenha muita gente graúda na mão
José Mariano Beltrame – o secretário de Segurança
Responsável pelo contrato de aluguel dos carros da PM, a negociata com a Julio Simões cujo valor pago por viatura dá para comprar duas novas por ano. 
Acusado por seu ex-subsecretário de fazer escutas ilegais. 
Numa afronta à Constituição ganha mais que ministro do STF acumulando indevidamente salário da Polícia Federal. 
É o responsável pela política de acordos com as milícias. 
Tinha como assessores de confiança um falso tenente-coronel do Exército e o miliciano Chico Bala. 
Abafou as investigações da corrupção na Polícia Civil descobertas pela Operação Guilhotina e com medo da ameaça de revelações do delegado Allan Turnowski, de acusador virou sua testemunha de defesa. 
Turnowski sabe as relações de Beltrame com as milícias, que estão por trás da farsa das UPPs.

Descrição: Wilson Risolia, o homem que está à frente dos negócios que vão destruindo a educação no Estado do Rio de Janeiro
Wilson Risolia, o homem que está à frente dos negócios que vão destruindo a educação no Estado do Rio de Janeiro
Wilson Risolia – o secretário de Educação
O economista do mercado imobiliário que desde o início do ano toca os negócios milionários de aluguel de aparelhos de ar condicionado e outros equipamentos; além das compras superfaturadas de computadores e outros.

Descrição: Julio Lopes com Cabral numa viagem à Europa
Julio Lopes com Cabral numa viagem à Europa
Julio Lopes – o secretário de Transportes
O homem que negocia com as empresas de ônibus, além do Metrô, das Barcas e da Supervia. 
Está por trás de toda a proteção às empresas e manda os passageiros terem paciência. 

Os empresários parceiros de negócios
Descrição: O "Rei Arthur", o empresário Arthur Cesar é um homem discreto que foge dos holofotes, reside em Miami e não tira fotos
O "Rei Arthur", o empresário Arthur Cesar é um homem discreto que foge dos holofotes, reside em Miami e não tira fotos
Arthur Cezar de Menezes Soares Filho, o “Rei Arthur” – Grupo Facility
O poderoso “Rei Arthur” vive escondido em Miami, numa mansão milionária – dizem que tem medo de ser preso no Brasil - e chegou a abrir uma filial do Porcão na cidade americana, para satisfazer seu gosto por churrasco. 
Tem no governo Cabral contratos de prestação de serviços que ultrapassam R$ 1,5 bilhão, muitos sem licitação. 
Tem funcionários terceirizados em praticamente todas as áreas do governo Cabral, além do Ministério Público e da Polícia Federal. 
Cabral viaja no seu jatinho e já se hospedou mais de uma vez na sua mansão de Miami.

Descrição: O amigo dono da Delta: R$ 1 bilhão em contratos com Cabral, mais quase R$ 400 milhões com Eduardo Paes
O amigo dono da Delta: R$ 1 bilhão em contratos com Cabral, mais quase R$ 400 milhões com Eduardo Paes
Fernando Cavendish – Empreiteira Delta
Esse é o segundo mais poderoso empresário do grupo de Cabral pelo valor dos contratos, R$ 1 bilhão, grande parte sem licitação. 
Mas é o primeiro no coração de Cabral que intermediou a entrada da Delta em mais contratos milionários da prefeitura do Rio, além de outras. 
Está em maus lençóis depois de tudo o que está vindo à tona, por conta do acidente de helicóptero da Bahia. 
Segundo a revista Veja, bate no peito pra dizer que pode comprar políticos. 
De pequeno empreiteiro virou o campeão de obras no Rio, sob a benção do amigo Cabral, também seu vizinho do condomínio PortoBello, como o secretário de Sérgio Côrtes. 

Os aliados políticos e sócios nos negócios
Descrição: Cabral confraterniza com os irmãos Natalino e Jerominho, em festa da milícia Liga da Justiça, que eles comandam na Zona Oeste
Cabral confraterniza com os irmãos Natalino e Jerominho, em festa da milícia Liga da Justiça, que eles comandam na Zona Oeste
Natalino e Jerominho – Os irmãos milicianos ex-políticos cassados
Um ex-deputado, o outro ex-vereador. 
Chefes da milícia Liga da Justiça fizeram acordo político com Cabral, que andava com eles pra cima e pra baixo e até cantou com eles num palanque na Zona Oeste. 
Depois foram traídos por Cabral que não confiava neles, e que usou a milícia rival de Chico Bala, por sugestão de Beltrame para destroná-los

Descrição: Cabral e Paes unidos em tudo, até nos negócios com o Grupo Facility e a empreiteira Delta
Cabral e Paes unidos em tudo, até nos negócios com o Grupo Facility e a empreiteira Delta
Eduardo Paes – O prefeito do Rio
Afilhado político de Sérgio Cabral. 
Retribuiu o apoio do padrinho fraqueando os contratos da prefeitura aos amigos de Cabral, “Rei Arthur” (Facility) e Fernando Cavendish (Delta). 
Os dois multiplicaram por muitas vezes seus negócios com a prefeitura de Paes.

Descrição: Jorge Picciani, o fiel defensor de Cabral na ALERJ e parceiro de muitos negócios
Jorge Picciani, o fiel defensor de Cabral na ALERJ e parceiro de muitos negócios
Jorge Picciani – O presidente do PMDB e ex-presidente da ALERJ
O homem que deu sustentação política a Cabral na ALERJ, durante os quatro anos que a presidiu. 
Barrou qualquer tentativa de investigação. 
Nos bastidores tentou de todas as formas, destruir adversários de Cabral, que podiam atrapalhar os negócios. 
Participa ativamente do governo Cabral. 
A secretaria de Educação é dele, e está por trás dos contratos da compra de computadores superfaturados e de aluguel de ar de condicionado. 
A empresa INVESTIPLAN, que pertence a Paulo Trindade, sócio de Picciani em negócios de gado, detém mais de 90% dos contratos de informática do governo Cabral. 
A INVESTIPLAN também está envolvida no Mensalão do Arruda, no Distrito Federal

Descrição: Paulo Melo, recordista de aumento de patrimônio e milionário da Região dos Lagos
Paulo Melo, recordista de aumento de patrimônio e milionário da Região dos Lagos
Paulo Melo – O presidente da ALERJ
O presidente da ALERJ era até o ano passado o Líder de Cabral e quem comandava a tropa de choque que protegia o governador. 
De vendedor de cocadas virou um dos maiores milionários da Região dos Lagos, onde os contratos do governo Cabral passam pela sua negociação. 
É o campeão da multiplicação do patrimônio pessoal entre os presidentes de assembléias legislativas do país, segundo revelou recente reportagem. 
Dono de inúmeros imóveis adquiriu recentemente uma fazenda milionária em Rio Bonito e é dono de hotel, em Araruama. 
Segundo ele ficou rico ganhando comissões como corretor de imóveis na Região dos Lagos. 

Olha, e isso é apenas um breve resumo das participações de cada personagem. 

Esse é o time de Cabral que comanda o mar de lama no nosso Estado. 

Convenhamos que só pelo que mostrei aqui, e pelas pessoas envolvidas, da família e os principais cargos-chave do governo, o escândalo do impeachment de Collor e do Mensalão do Arruda, no Distrito Federal não chegam nem perto. 

Ou como definiu há algum tempo o jornalista Cláudio Humberto, os dois primeiros casos parecem “Sessão da Tarde” perto do que acontece nas entranhas do governo Cabral. 

Com toda a sinceridade, depois de tudo o que mostrei, e após tudo o que já veio à tona desde o acidente de helicóptero da Bahia, quem não se indignar, não se levantar contra o governo mais corrupto da história do Rio de Janeiro e o governador que está assaltando os cofres públicos, ou está levando alguma vantagem ou é completamente alienado.

E MAIS:

Exclusivo!  Cabral está fugindo de Fernando Cavendish que jámandou o seu recado ! ( as ratazanas agora brigam entre si !)

A Delta principal construtora investigada na CPI do Cachoeira nãopediu pra sair do consórcio do Maracanã integrado pela Odebrecht e AndradeGutierrez pelos motivos que vêm sendo colocados publicamente. 

Ontem, antes de à noite a notícia vir à tona, eu conversei longamente com um deputado que faz parte da base apoio a Sérgio Cabral no Rio de Janeiro. 

Vou repetiras palavras dele:  ”Cabral está atordoado.  Está apavorado.  Se a CPI quebraro sigilo telefônico de Fernando Cavendish vai encontrar ligações de Cabral quase que diárias nos últimos 6 anos”. 

Segundo o deputado, o que levou defato aDelta a deixar o Consórcio Maracanã 2014 é que Cabral não recebe enem atende os telefonemas de Fernando Cavendish desde que o escândaloestourou.  Um dos braços-direitos de Cabral, seu secretário de Governo, Wilson Carlosfoi designado pelo governador para conversar com seu amigo e tentaracalmá-lo. 

Cavendish já ameaçou e disse que não vai cair sozinho. 

Um dosrecados que mandou para Cabral, através de Wilson Carlos, foi direto:  ”Nãose joga uma amizade fora da maneira que ele está fazendo.  A primeira casaem Mangaratiba eu sei como ele conseguiu provar a renda para comprar, mas asegunda não tem jeito.  Eu arrebento com ele se continuar fugindo de mim”. 

Régis Fichtner foi então chamado para apagar o início de incêndio entreCabral e Cavendish. 

Passou a Wilson Carlos a incumbência de dar o seguinterecado a Cavendish:  ”Fala com o amigo Fernando para deixar a temperaturabaixar.  Agora não dá pra Cabral encontrar com ele. 
É entregar o ouro aobandido.  Nós do PMDB e do PT temos o controle da CPI.  Vamos deixar essacoisa restrita ao Centro-Oeste”. 

À noite aDelta anunciou a saída do consórcio confirmando o que deputadohavia me antecipado. 

Segundo o deputado, a ordem dada pelos marqueteiros aCabral é deixar Régis Fichtner e Pezão tratando do assunto e ficar quieto porque comissão de sindicância tentará a todo o custo dizer que aDeltasempre teve o mesmo percentual de obras no estado, mesmo que a matemática e a realidade mostrem o contrário.



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