O que vai ser
lido abaixo é longo, mas leia ate o fim.
É asqueroso mas
isto infelizmente é Brasil.
Pena de morte é
pouco.
Antes da
execução passar uns dias numa penitenciária faria um grande bem.
Gordinho como é
ia arranjar de imediato um
casamento.
Será ? O NOSSO RIO DE JANEIRO É VÍTIMA
NAS ÚLTIMAS DÉCADAS DE QUADRILHAS TRAVESTIDAS DE GOVERNO.
Repassando
Reflexão sobre o
BRASIL:
"O
congresso nacional é um lugar que:se gradear vira zoológico, se murar vira
presídio, se colocar uma lona em cima vira circo, se colocar lanternas vermelhas
vira prostíbulo, e se der descarga não sobra ninguém". (...)
Pensemos
sobre nossas atitudes !
Vamos começar pelos personagens
que cercam Sérgio Cabral, os “generais” que comandam a pilhagem dos
recursos públicos, que estão saqueando a população do Rio de Janeiro, através de
farsas, negociatas, maracutaias e tramas nos bastidores.
É a turma dos negócios promíscuos
de Cabral.
Vocês vão ver que por muito menos
Collor e José Roberto Arruda (Distrito Federal) sofreram o impeachment.
Preparem-se!
Os negócios em
família
Adriana Ancelmo, mulher e sócia
nos negócios
Adriana Ancelmo Cabral – a
esposa de Cabral
O
escritório de advogacia, do qual é sócia majoritária, tem como clientes,
empresas concessionárias de serviços públicos estaduais e outras que têm
contratos de prestação de serviços com o Estado.
O
Metrô e a Supervia, apesar dos caóticos serviços prestados, conseguiram por
intermédio de Adriana, que o marido, Cabral, renovasse por mais 30 anos os
contratos de concessão.
A
esposa de Cabral também advoga para o Grupo Facility, do “Rei Arthur”, que tem
contratos de mais de R$ 1,5 bilhão com o governo Cabral.
A
mulher de Cabral representa os interesses jurídicos de várias empresas que têm
contratos milionários com o Estado e dependem de decisões do
governador.
Mauricinho Cabral, o irmão de
Cabral que se move nas sombras
Mauricinho Cabral – o irmão de
Cabral
Esse
é um personagem que se move nas sombras, mas toda a mídia conhece muito bem, e
protege por interesse próprio.
É
publicitário e não tem nenhum cargo no governo.
Mas é
ele que controla a milionária verba de publicidade e se reúne com o pessoal dos
grandes veículos de comunicação.
Usa a
agência FSB para distribuir as verbas e comprar a blindagem do irmão
Cabral.
O vice que virou alma gêmea nos
negócios
O vice-governador e secretário
de Obras, Pezão, hoje chamado de Mão
Grande
Luiz Fernando Pezão – o
vice-governador
É o
homem que cuida das Obras do Estado e negocia os contratos milionários e está
sujo dos pés grandes até a cabeça, passando pelas mãos ainda maiores, que lhe
rendem o apelido de “Mão Grande”.
Usa
seu subsecretário, Hudson Braga para fazer a ponte com as empreiteiras, menos a
Delta, que é linha direta Cabral – Fernando Cavendish.
Está
enrolado no TCU por conta do contrato da DELTA, das obras do Arco
Rodoviário.
Um
escândalo de superfaturamento.
É o
responsável pela reforma do Maracanã e vai ter que responder por que mandou
pagar R$ 8 milhões à DELTA antecipadamente, antes mesmo de realizar algumas
intervenções previstas no contrato.
Está
metido numa negociata da desapropriação de um imóvel em Barra do Piraí, que
pertencia à família de sua mulher, foi super avaliado e em seguida desapropriado
por um valor muito acima do mercado.
Os amigos e braços-direitos nos
negócios
Com Cabral desde a ALERJ, Régis
Fichtner é quem faz a ponte com a Justiça e o MP, além de muitos
negócios
Régis Fichtner – o secretário da
Casa Civil
É um
dos braços-direitos de Cabral desde que ele era deputado na ALERJ.
Responsável pelas negociatas de imóveis desapropriados
do banqueiro Daniel Dantas, denunciadas pela revista Carta Capital.
O
banqueiro ganhou milhões graças à generosidade da caneta de Cabral negociada com
Régis Fichtner.
Acertou e foi o autor da chamada Lei Luciano Huck, que
legalizou centenas de imóveis de luxo construídos em área de preservação de
Angra dos Reis, beneficiando o apresentador e muita gente graúda.
É o
interlocutor com a Justiça e o Ministério
Público.
Wilson Carlos com dinheiro
escondido em paraíso fiscal na China
Wilson Carlos – o secretário de
Governo
Amigo
de Cabral desde os tempos de estudante é o homem que cuida dos negócios com os
políticos.
É o
outro braço-direito.
Cuida
do toma lá dá cá de Cabral.
Foi
flagrado em uma investigação da Polícia Federal como possuidor de contas em
paraísos fiscais na China, não declaradas.
Os secretários bons de
negócios
O milionário Sérgio Côrtes e a
mulher Verônica, no nome de quem colocou sua
mansão
Sérgio Côrtes – o secretário de
Saúde
Esse
é o campeão de negócios sujos.
Grupo
Facility, TOESA e as ambulâncias, TCI, Barrier e os remédios.
Mansão, cobertura, joalheria.
Luxos
milionários que não têm como ser
explicados.
Beltrame, escutas clandestinas
fazem com que tenha muita gente graúda na
mão
José Mariano Beltrame – o
secretário de Segurança
Responsável pelo contrato de aluguel dos carros da PM, a
negociata com a Julio Simões cujo valor pago por viatura dá para comprar duas
novas por ano.
Acusado por seu ex-subsecretário de fazer escutas
ilegais.
Numa
afronta à Constituição ganha mais que ministro do STF acumulando indevidamente
salário da Polícia Federal.
É o
responsável pela política de acordos com as milícias.
Tinha
como assessores de confiança um falso tenente-coronel do Exército e o miliciano
Chico Bala.
Abafou as investigações da corrupção na Polícia Civil
descobertas pela Operação Guilhotina e com medo da ameaça de revelações do
delegado Allan Turnowski, de acusador virou sua testemunha de defesa.
Turnowski sabe as relações de Beltrame com as milícias,
que estão por trás da farsa das
UPPs.
Wilson Risolia, o homem que
está à frente dos negócios que vão destruindo a educação no Estado do Rio de
Janeiro
Wilson Risolia – o secretário de
Educação
O
economista do mercado imobiliário que desde o início do ano toca os negócios
milionários de aluguel de aparelhos de ar condicionado e outros equipamentos;
além das compras superfaturadas de computadores e
outros.
Julio Lopes com Cabral numa
viagem à Europa
Julio Lopes – o secretário de
Transportes
O
homem que negocia com as empresas de ônibus, além do Metrô, das Barcas e da
Supervia.
Está
por trás de toda a proteção às empresas e manda os passageiros terem
paciência.
Os empresários parceiros de
negócios
O "Rei Arthur", o empresário
Arthur Cesar é um homem discreto que foge dos holofotes, reside em Miami e não
tira fotos
Arthur Cezar de Menezes Soares
Filho, o “Rei Arthur” – Grupo
Facility
O
poderoso “Rei Arthur” vive escondido em Miami, numa mansão milionária – dizem
que tem medo de ser preso no Brasil - e chegou a abrir uma filial do Porcão na
cidade americana, para satisfazer seu gosto por churrasco.
Tem
no governo Cabral contratos de prestação de serviços que ultrapassam R$ 1,5
bilhão, muitos sem licitação.
Tem
funcionários terceirizados em praticamente todas as áreas do governo Cabral,
além do Ministério Público e da Polícia Federal.
Cabral viaja no seu jatinho e já se hospedou mais de uma
vez na sua mansão de Miami.
O amigo dono da Delta: R$ 1
bilhão em contratos com Cabral, mais quase R$ 400 milhões com Eduardo
Paes
Fernando Cavendish – Empreiteira
Delta
Esse
é o segundo mais poderoso empresário do grupo de Cabral pelo valor dos
contratos, R$ 1 bilhão, grande parte sem licitação.
Mas é
o primeiro no coração de Cabral que intermediou a entrada da Delta em mais
contratos milionários da prefeitura do Rio, além de outras.
Está
em maus lençóis depois de tudo o que está vindo à tona, por conta do acidente de
helicóptero da Bahia.
Segundo a revista Veja, bate no peito pra dizer que pode
comprar políticos.
De
pequeno empreiteiro virou o campeão de obras no Rio, sob a benção do amigo
Cabral, também seu vizinho do condomínio PortoBello, como o secretário de Sérgio
Côrtes.
Os aliados políticos e sócios nos
negócios
Cabral confraterniza com os
irmãos Natalino e Jerominho, em festa da milícia Liga da Justiça, que eles
comandam na Zona Oeste
Natalino e Jerominho – Os irmãos
milicianos ex-políticos cassados
Um
ex-deputado, o outro ex-vereador.
Chefes da milícia Liga da Justiça fizeram acordo
político com Cabral, que andava com eles pra cima e pra baixo e até cantou com
eles num palanque na Zona Oeste.
Depois foram traídos por Cabral que não confiava neles,
e que usou a milícia rival de Chico Bala, por sugestão de Beltrame para
destroná-los
Cabral e Paes unidos em tudo,
até nos negócios com o Grupo Facility e a empreiteira
Delta
Eduardo Paes – O prefeito do
Rio
Afilhado político de Sérgio Cabral.
Retribuiu o apoio do padrinho fraqueando os contratos da
prefeitura aos amigos de Cabral, “Rei Arthur” (Facility) e Fernando Cavendish
(Delta).
Os
dois multiplicaram por muitas vezes seus negócios com a prefeitura de
Paes.
Jorge Picciani, o fiel defensor
de Cabral na ALERJ e parceiro de muitos
negócios
Jorge Picciani – O presidente do
PMDB e ex-presidente da ALERJ
O
homem que deu sustentação política a Cabral na ALERJ, durante os quatro anos que
a presidiu.
Barrou qualquer tentativa de investigação.
Nos
bastidores tentou de todas as formas, destruir adversários de Cabral, que podiam
atrapalhar os negócios.
Participa ativamente do governo Cabral.
A
secretaria de Educação é dele, e está por trás dos contratos da compra de
computadores superfaturados e de aluguel de ar de condicionado.
A
empresa INVESTIPLAN, que pertence a Paulo Trindade, sócio de Picciani em
negócios de gado, detém mais de 90% dos contratos de informática do governo
Cabral.
A
INVESTIPLAN também está envolvida no Mensalão do Arruda, no Distrito
Federal
Paulo Melo, recordista de
aumento de patrimônio e milionário da Região dos
Lagos
Paulo Melo – O presidente da
ALERJ
O
presidente da ALERJ era até o ano passado o Líder de Cabral e quem comandava a
tropa de choque que protegia o governador.
De
vendedor de cocadas virou um dos maiores milionários da Região dos Lagos, onde
os contratos do governo Cabral passam pela sua negociação.
É o
campeão da multiplicação do patrimônio pessoal entre os presidentes de
assembléias legislativas do país, segundo revelou recente reportagem.
Dono
de inúmeros imóveis adquiriu recentemente uma fazenda milionária em Rio Bonito e
é dono de hotel, em Araruama.
Segundo ele ficou rico ganhando comissões como corretor
de imóveis na Região dos Lagos.
Olha, e isso é apenas um breve resumo das
participações de cada personagem.
Esse é o time de Cabral que comanda o mar
de lama no nosso Estado.
Convenhamos que só pelo que mostrei aqui, e
pelas pessoas envolvidas, da família e os principais cargos-chave do governo, o
escândalo do impeachment de Collor e do Mensalão do Arruda, no Distrito Federal
não chegam nem perto.
Ou como definiu há algum tempo o jornalista
Cláudio Humberto, os dois primeiros casos parecem “Sessão da Tarde” perto do que
acontece nas entranhas do governo Cabral.
Com toda a sinceridade, depois de tudo o
que mostrei, e após tudo o que já veio à tona desde o acidente de helicóptero da
Bahia, quem não se indignar, não se levantar contra o governo mais corrupto da
história do Rio de Janeiro e o governador que está assaltando os cofres
públicos, ou está levando alguma vantagem ou é completamente
alienado.
E
MAIS:
Exclusivo! Cabral está
fugindo de Fernando Cavendish que já
mandou o seu recado ! ( as
ratazanas agora brigam entre si
!)
A
Delta principal construtora investigada na CPI do
Cachoeira não
pediu pra sair do consórcio do Maracanã integrado pela
Odebrecht e Andrade
Gutierrez pelos motivos que vêm sendo colocados
publicamente.
Ontem, antes de à noite a notícia vir à tona, eu
conversei longamente com um deputado que faz parte da base apoio a Sérgio Cabral
no Rio de Janeiro.
Vou
repetir
as palavras dele: ”Cabral está atordoado.
Está apavorado. Se a CPI quebrar
o sigilo telefônico de Fernando Cavendish vai encontrar
ligações de Cabral quase que diárias nos últimos 6 anos”.
Segundo o deputado, o que levou de
fato a
Delta a deixar o Consórcio Maracanã 2014 é que Cabral
não recebe e
nem atende os telefonemas de Fernando Cavendish desde
que o escândalo
estourou. Um dos braços-direitos de Cabral, seu
secretário de Governo, Wilson Carlos
foi designado pelo governador para conversar com seu
amigo e tentar
acalmá-lo.
Cavendish já ameaçou e disse que não vai cair
sozinho.
Um
dos
recados que mandou para Cabral, através de Wilson
Carlos, foi direto: ”Não
se joga uma amizade fora da maneira que ele está
fazendo. A primeira casa
em Mangaratiba eu sei como ele conseguiu provar a renda
para comprar, mas a
segunda não tem jeito. Eu arrebento com ele se
continuar fugindo de mim”.
Régis
Fichtner foi então chamado para apagar o início de incêndio entre
Cabral e Cavendish.
Passou a Wilson Carlos a incumbência de dar o
seguinte
recado a Cavendish: ”Fala com o amigo Fernando
para deixar a temperatura
baixar. Agora não dá pra Cabral encontrar com
ele.
É
entregar o ouro ao
bandido. Nós do PMDB e do PT temos o controle da
CPI. Vamos deixar essa
coisa restrita ao Centro-Oeste”.
À
noite a
Delta anunciou a saída do consórcio confirmando o que
deputado
havia me antecipado.
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