Atualmente, a tecnologia dominante do mercado de televisores de telas finas é o LCD, na sua versão tradicional ou na versão LED. Segundo a consultoria IT Data, foram produzidos 967 mil televisores de LCD no Brasil no primeiro bimestre, comparados a 49 mil televisores de plasma. "A tecnologia vencedora é a de LCD, porque usa o processo MOS (Metal Oxide Semiconductor) de fabricação, o mesmo dos processadores", afirma o professor Marcelo Zuffo, do Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Poli/USP.
Os aparelhos de plasma ficaram concentrados principalmente em dois nichos: televisores mais baratos, para quem está comprando sua primeira tela plana, e televisores com as maiores telas, para quem quer reproduzir a experiência do cinema em casa.
Existem vantagens e desvantagens entre as duas tecnologias. O plasma tem contraste melhor que o do LCD, mas os televisores de LCD com iluminação de LED estão reduzindo essa diferença. Normalmente, o televisor de plasma é mais barato, principalmente em telas grandes. Mas, com o crescimento da escala do mercado de LCDs, essa diferença está diminuindo. De forma geral, o LCD é melhor para ser visto em ambientes claros, e o plasma, em ambientes escuros. Os aparelhos de LCD são mais leves e consomem menos energia.
O LCD usa um sistema de iluminação de fundo (backlight). Nos modelos tradicionais, são lâmpadas fluorescentes. Nos televisores mais novos, essas lâmpadas são trocadas por LEDs (sigla de diodos emissores de luz), colocados nas bordas dos aparelhos, o que permite que eles sejam mais finos e melhora o contraste, aproximando-os da qualidade do plasma.
"Em geral, os modelos de plasma são o primeiro preço nos hipermercados", diz Rafael Cintra, gerente sênior de TVs da Samsung. Um televisor de 50 polegadas, de alta definição (HD) de plasma, chega a custar R$ 3,3 mil no varejo. Um LCD de 52 polegadas, com alta definição plena (Full HD, o que significa resolução maior), sai por R$ 4,9 mil.
"No escuro, o plasma tem performance melhor", aponta Daniel Kawano, analista de Produtos da Panasonic. "O contraste estático pode ser 10 vezes superior ao do LCD. A tecnologia é muito procurada por cinéfilos." Ele explica que o televisor de plasma tem menos componentes que os de LCD, o que faz com que a tecnologia ofereça melhor custo-benefício nas telas mais amplas. Os maiores televisores de LCD têm tamanho próximo de 100 polegadas, enquanto os de plasma chegam a 150 polegadas.
Em modelos mais antigos, havia outras diferenças. A TV de plasma costumava ter uma vida útil menor que a do LCD. O LCD tinha efeito "blur", em que a imagem ficava borrada quando havia movimento rápido.
Isso não acontece mais. O plasma "queimava" quando eram exibidas imagens estáticas por muito tempo, fazendo com que, por exemplo, o logotipo da emissora continuasse a ser visto quando se mudava de canal. Nos modelos mais novos, o problema foi praticamente resolvido. Quando aparece, essa imagem "queimada" acaba sumindo em poucos dias.
Os aparelhos de plasma ficaram concentrados principalmente em dois nichos: televisores mais baratos, para quem está comprando sua primeira tela plana, e televisores com as maiores telas, para quem quer reproduzir a experiência do cinema em casa.Existem vantagens e desvantagens entre as duas tecnologias. O plasma tem contraste melhor que o do LCD, mas os televisores de LCD com iluminação de LED estão reduzindo essa diferença. Normalmente, o televisor de plasma é mais barato, principalmente em telas grandes. Mas, com o crescimento da escala do mercado de LCDs, essa diferença está diminuindo. De forma geral, o LCD é melhor para ser visto em ambientes claros, e o plasma, em ambientes escuros. Os aparelhos de LCD são mais leves e consomem menos energia.
O LCD usa um sistema de iluminação de fundo (backlight). Nos modelos tradicionais, são lâmpadas fluorescentes. Nos televisores mais novos, essas lâmpadas são trocadas por LEDs (sigla de diodos emissores de luz), colocados nas bordas dos aparelhos, o que permite que eles sejam mais finos e melhora o contraste, aproximando-os da qualidade do plasma."Em geral, os modelos de plasma são o primeiro preço nos hipermercados", diz Rafael Cintra, gerente sênior de TVs da Samsung. Um televisor de 50 polegadas, de alta definição (HD) de plasma, chega a custar R$ 3,3 mil no varejo. Um LCD de 52 polegadas, com alta definição plena (Full HD, o que significa resolução maior), sai por R$ 4,9 mil.
"No escuro, o plasma tem performance melhor", aponta Daniel Kawano, analista de Produtos da Panasonic. "O contraste estático pode ser 10 vezes superior ao do LCD. A tecnologia é muito procurada por cinéfilos." Ele explica que o televisor de plasma tem menos componentes que os de LCD, o que faz com que a tecnologia ofereça melhor custo-benefício nas telas mais amplas. Os maiores televisores de LCD têm tamanho próximo de 100 polegadas, enquanto os de plasma chegam a 150 polegadas.
Em modelos mais antigos, havia outras diferenças. A TV de plasma costumava ter uma vida útil menor que a do LCD. O LCD tinha efeito "blur", em que a imagem ficava borrada quando havia movimento rápido.
Isso não acontece mais. O plasma "queimava" quando eram exibidas imagens estáticas por muito tempo, fazendo com que, por exemplo, o logotipo da emissora continuasse a ser visto quando se mudava de canal. Nos modelos mais novos, o problema foi praticamente resolvido. Quando aparece, essa imagem "queimada" acaba sumindo em poucos dias.
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